Reencontrando o passado parte 02

Como o próprio nome sugere, esta é uma continuação do meu conto anterior. Sugiro que o leia primeiro. Novamente, trata-se de um relato verdadeiro. Aproveitem.

Após a nossa primeira noite juntos, as conversas com Helena continuaram pelas redes sociais. Falávamos bastante e marcamos de nos ver ainda naquela mesma semana. Ela estaria no apartamento dos pais, que haviam viajado de férias para a praia, e me convidou para conhecer o local.

— Nossa, Helena… Lembro de ter vindo aqui quando era mais novo. Se não me engano, fizemos um trabalho do colégio juntos aqui.
— Sim — respondeu ela —, mas a organização está diferente, já que eu não moro mais aqui.

Não foi necessária muita introdução. Nós dois sabíamos exatamente o que estávamos ali para fazer. O desejo era evidente. A profundidade do olhar dela não deixava dúvidas de que a noite seria extremamente prazerosa. Ela se aproximou e me beijou com intensidade, com os lábios mais gostosos que existem. Mordia meu lábio inferior sempre que podia e explorava minha boca com a língua.

— Senta um pouco no sofá, vou pegar umas coisinhas… — disse ela, antes de voltar com dois óleos nas mãos.
— Este aqui é um óleo essencial… Tem um cheiro mais forte. Usa-se só um pouquinho.

Voltamos a nos beijar intensamente. Eu a segurava pelos cabelos na nuca e a puxava para mim enquanto dizia:

— Que boca gostosa tu tem, Helena. Estou ficando completamente viciado nela…

Pelas reações dela — a respiração ofegante sempre que eu puxava seus cabelos ou segurava seu pescoço, algo que adoro fazer — percebia-se que ela gostava de uma pegada mais firme. Para mim, isso só deixava tudo ainda mais interessante. Tiramos as roupas sem cerimônia. Seus peitos maravilhosos me deixaram extremamente excitado, e comecei a chupá-los com intensidade, apertando sua bunda e puxando-a para mim.

— Se eu soubesse que tu estavas tão gostosa assim, teria ido atrás de ti muito antes!
— O importante é que estamos juntos agora. Me pega com vontade, vem! — respondeu ela.

Seus peitos já estavam molhados de tanto que eu os chupava e lambia. Eu não conseguia me afastar. De repente, ela me empurrou para sentar no sofá, pegou os óleos que havia deixado na estante ao lado e passou o essencial nas mãos, espalhando-o pelo meu peito em movimentos circulares.

— Reconhece o cheiro? — perguntou, com um sorriso malicioso.
— Cravo — respondi.
— Muito bem! Não pensei que tu perceberia tão rápido. É considerado um cheiro afrodisíaco…

Gostei da massagem com o óleo, não posso negar. Eu estava mais excitado do que nunca. Ainda assim, decidi ir com calma e aproveitar cada detalhe. Levantei, peguei o outro óleo que Helena havia trazido e comecei a espalhá-lo nas mãos. Ela me olhou com expressão provocativa, como se soubesse exatamente o que viria a seguir.

Deitei-a no sofá e comecei a massagear seu corpo inteiro. Iniciei pelos peitos, em movimentos circulares, passei pelo pescoço, pela barriga… Desci pelas pernas até os pés. Não houve, naquele dia, um centímetro do corpo dela que eu não tivesse tocado. Ao subir novamente pelas pernas, enquanto ela gemia baixinho, olhei em seus olhos e disse:

— Vem cá, deixa eu provar essa bocetinha gostosa…

Desci entre suas pernas. Quando minha boca chegou ali, ela suspirou profundamente, como se estivesse esperando por aquilo havia muito tempo. O gosto dela era maravilhoso. Estava completamente molhada e pronta. Mas eu queria mais; queria que ela pedisse. Continuei com vontade, até que, ofegante, ela disse:

— Vem, me fode com força!

Levantei ainda mais excitado. Fiquei por cima dela, na posição clássica, beijei sua boca mordendo seus lábios enquanto deslizava a cabeça do meu pau na entrada daquela boceta perfeita. Em seguida, penetrei de uma vez só, enquanto nós dois gemíamos.

— Que delícia essa bocetinha, minha gostosa!
— Me fode, vai! Me come! — respondeu ela.

Comecei a meter sem pena. Eu já estava há dias viciado naquela mulher e não queria mais esperar. Ela me olhava com a boca aberta e a língua de fora. Ao perceber isso, falei:

— Tu assim, com a língua de fora, está me dando vontade de cuspir em ti.
— Cospe — respondeu, mantendo o olhar fixo em mim.

Isso só me deixou ainda mais excitado. Cuspi, ela engoliu e colocou novamente a língua para fora. Cuspi de novo enquanto a penetrava sem parar, e a beijei com força.

— Porra, minha gostosa, isso está ficando cada vez melhor!
— Tu é muito safado, Heitor… Que delícia!

Saí de dentro dela e a coloquei de quatro. Não podia perder a visão daquela bunda empinada, pedindo por mim. Dei um tapa firme na nádega direita, o suficiente para marcar sua pele, puxei seus cabelos e, enquanto a penetrava novamente, sussurrei:

— Deixa eu voltar para o meu lugar, Helena.
— Isso! Dentro de mim é o teu lugar! Me fode!

As estocadas ficaram mais intensas. Eu alternava entre puxar seus cabelos, segurar seu pescoço e bater em sua bunda, aproveitando cada segundo.

Virei-a novamente de barriga para cima. Queria olhar em seus olhos quando gozasse. Mantive o ritmo, segurando seu rosto para acompanhar seus movimentos. Sua respiração ficou mais pesada até que ela disse:

— Não para, Heitor… Não para, que eu quero gozar!
— Goza no meu pau, minha gostosa. Deixa ele todo lambuzado com o teu gozo — respondi, metendo com intensidade.

Ela gemeu alto, jogando a cabeça para trás e contraindo as pernas. Ver aquele orgasmo e sentir sua boceta apertando meu pau foi algo indescritível. Não consegui me conter.

— Caralho, Helena… Vou gozar também!

Retirei de dentro dela e comecei a me masturbar enquanto ela me olhava. Eu queria gozar sobre ela. Não demorou muito; meu corpo se contraiu inteiro. Gozei com intensidade. Minha porra escorreu branca e grossa, espalhando-se por sua barriga e seus peitos.

— Caramba, tu tem porra pra caralho! — disse ela, rindo.
— Essa é uma qualidade minha que eu gosto bastante — respondi, também rindo.

Deitei ao seu lado e ficamos nos beijando, com uma plena sensação de satisfação. Ainda naquela tarde transaríamos mais vezes, aproveitando completamente a presença um do outro.

Mas isso fica para outro conto. Quem sabe eu escreva a parte 03…

Foto 1 do Conto erotico: Reencontrando o passado parte 02

Foto 2 do Conto erotico: Reencontrando o passado parte 02

Foto 3 do Conto erotico: Reencontrando o passado parte 02


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254280 - Reencontrando o passado (Parte 01) - Categoria: Confissão - Votos: 1

Ficha do conto

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Nome do conto:
Reencontrando o passado parte 02

Codigo do conto:
254414

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
11/02/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
3