Meu pai flagrou meu primo e eu num boquete

Era pra ser uma noite só nossa, do meu primo e eu, quando ele foi dormir lá em casa. Mas quando meu pai nos flagrou foi a maior surpresa da minha vida.

Ouço da minha cama os sons do quarto ao lado: os suspiros, a respiração profunda e ofegante, os gemidos de prazer da minha mãe, cavalgando rumo ao paraíso enquanto é penetrada. E então, ao final, lá estão os uivos incontidos do meu pai.

Imagino meu pai possuindo uma mulher, fazendo-a sentir suas emoções mais profundas com sua masculinidade impenetrável. Talvez ele tivesse o mesmo, ou até mais prazer, em fazer igual com um garoto bem novo, talvez da idade do seu próprio filho.

Em minha fantasia, eu vejo esse pequeno garoto de sorte, nos braços fortes de um homem feito, moldado em músculos e pêlos por todo o corpo. E à mercê do adulto, que o mantém sob o seu grilhão de prazer, todo cravado em suas entranhas, ele não pode mais do que gemer e se contorcer em suas expressões.

Diante da cena, eu saboreio a dominação que a sexualidade pura desencadeia no meu corpo. Cada fibra e cada recôndito do meu corpo anseia pelo mesmo. Eu desejo esse homem experiente sob o controle, dominando os meus sentidos com todo o vigor que existe dentro dele.

— Você quer tanto assim? — o Fabinho me perguntou.

— Sim. Eu quero muito.

— Então diz pra ele!

— Como se fosse fácil assim. Até parece que não conhece o meu pai. — eu abraçava o meu primo, na minha cama. — Ele nem desconfia de nós, nem do tio Beto. Nem sei o que ele faria se descobrisse.

— Se fosse comigo eu não perdia tempo. — o Fabinho me dizia, montado em cima de mim. — Eu esperava ele entrar no banheiro e ia atrás dele.

— E depois, fazia o quê?

— Começava chupando ele.

— Me mostra como faria isso.

E, com a mão por baixo do lençol, meu primo pegava no meu pau e começava a me masturbar. E quando ele começou a me chupar eu afundei a cabeça no travesseiro. Mas, atento aos sons da casa, eu ouço a porta ao lado se abrir e passos em direção ao banheiro. Em seguida, o chuveiro. Estava uma noite quente, e acho que o meu pai precisava se recuperar depois de tanto esforço.

Por mais que eu tentasse me conter, pra não acabarmos sendo descobertos, eu tinha uma vontade incontida de gemer e atrair a atenção do meu pai. Eu queria mostrar que eu era igual a ele. Mas eu me esquecia de um pequeno detalhe: aquele era o território do meu pai, sob o seu teto. E, como uma pantera, sendo o predador, só ele tem o direito de caçar.

Não levou mais que alguns segundos entre o silêncio do chuveiro e os passos até o meu quarto. E quando eu vi, lá estava o meu pai, ali parado na porta. Ele ainda nos olhava, cheirando ao frescor de um homem saído do banho, enrolado na toalha.

Na cama, eu e meu primo de repente congelamos, eu olhando pro meu pai e o Fabinho com a boca no meu pau. E então, em seus passos macios de pantera, meu pai atravessa o quarto e se detém ao meu lado. Ele me lança um olhar sem palavras, que parece me dizer do seu orgulho, pelo filho estar ali na cama, recebendo um boquete. Pensei que levaria bronca, mas ele apenas me sorri.

Sua atenção, no entanto, se volta pro sobrinho, que tenta esconder a nudez sob o lençol. Acho que se tudo o que o tio Beto contou sobre o meu pai for mesmo verdade, nem me surpreendia que ele tivesse um fraco por garotos naquela idade de descobertas. E descobrir que o sobrinho gostava de chupar um pau podia ser uma grande tentação pra ele.

Meu pai então puxou a toalha, e mesmo no escuro eu pude ver seu pau duro. Ele estava bem ali diante de mim, completamente nu, e seu pau se erguia de uma densa mata de pelos pubianos. Seu peito peludo e seus peitorais musculosos me excitavam mais que tudo. Eu já o tinha visto sem camisa, mas nunca em toda a sua glória. E a visão me deixou sem palavras.

Eu senti uma pontinha de inveja, pelo meu primo ter deixado meu pai excitado com o seu boquete. E nem acreditava que ele também queria o mesmo.

Segurando o seu pauzão ali de pé, ele estendeu a mão e acariciou o rosto do Fabinho, enquanto com a outra batia uma punheta. Ele então pegou na mão do sobrinho e levou até o seu pau, deixando que ele o masturbasse um pouco. E o meu primo não podia estar mais impressionado com o pauzão que pulsava entre os seus dedos.

Então, carinhosamente ele conduziu o seu rosto até o pau que o sobrinho tinha na mão, e o meu primo não pôde fazer outra coisa, a não ser abrir a boca e engolir o máximo que podia.

Na mesma hora eu comecei a salivar, vendo o Fabinho chupar o meu pai. Eu me senti perdendo o fôlego com aquela visão. Mesmo no escuro do meu quarto, eu podia ver aquele pauzão crescendo na boca do meu primo, que não conseguia engolir mais que a metade.

De pé ao lado da cama, meu pai acariciava o cabelo do sobrinho. Seus olhos estavam fechados e ele tinha uma expressão de sonho.

— É isso aí, garoto — ele passou os dedos pelos cabelos do Fabinho e deu-lhe um tapinha reconfortante na bochecha. — Isso mesmo. Pode usar a língua também.

Eu assistia, paralisado, enquanto meu primo fazia sexo oral no meu pai — na minha própria cama! Ele estava literalmente realizando o meu sonho secreto, e eu só queria trocar de lugar com ele.

Então, o Fabinho levantou a cabeça, deixando o pênis do meu pai escapar de sua boca. Saliva escorria dos seus lábios vermelhos e úmidos.

— Assim, tio? — perguntou ele, ansioso.

— Assim mesmo — disse meu pai. Ele enfiou o polegar na boca do sobrinho, deixando que ele o chupasse com avidez. E então lhe ofereceu de novo o seu pau. Acho que agora o Fabinho chupava ainda com mais vontade.

— Onde foi que aprendeu a chupar um pau assim? — e o meu primo nem teve como responder, com metade do seu pau na boca.

O Fabinho então ergueu o pênis do meu pai acima da cabeça e abocanhou um de seus testículos. Eu podia ver o outro pendurado para fora da boca, peludo e flácido. Parecia tão grande que fiquei surpreso por ele conseguir colocar um deles lá dentro. Mas o testículo redondo e flácido do meu pai não era nada comparado ao seu pênis — uma cobra enorme e carnuda com de cabeça brilhante.

— Porra, isso mesmo! Arghh! — era o som inconfundível do meu pai gemendo. Só que dessa vez sendo chupado pelo sobrinho.

O Fabinho acariciava os pêlos do seu peito enquanto chupava os testículos do meu pai, ainda olhando pra ele com aquela expressão boba. Eu observava hipnotizado enquanto a glande aparecia e desaparecia, retraindo-se para dentro do prepúcio a cada puxão. Apesar da inveja, tive que admitir que aquilo era incrivelmente erótico.

Meu pai ofegava de prazer, e em de repente, começou a meter com mais força, segurando a cabeça do Fabinho e fodendo a sua boca. Vendo aquilo, pensei que ele fosse gozar logo e ir dormir, mas acho que nos flagrar no meio de um boquete reacendeu algo nele até então adormecido.

— Vem cá, filhinho — disse meu pai, com a voz rouca.

Por um segundo, pensei que ele estivesse falando comigo, mas então ele fez o Fabinho ficar de quatro na cama e o puxou para si. Eu pude ver na expressão do meu primo a expectativa, seu pau duro entre as pernas.

Observei incrédulo enquanto meu primo empinava a bunda, com o rosto enterrado no travesseiro, sem mesmo que eu pudesse piscar. Seu corpo era pálido e esguio, em contraste com o corpo robusto e peludo do meu pai.

Ele então colocou suas mãos ásperas e carnudas nas nádegas do Fabinho e as afastou. Ele tinha um olhar faminto no rosto enquanto encarava o cuzinho do sobrinho. Quase pulei quando ele cuspiu ali. Enquanto ele esfregava a saliva na entradinha rosada do sobrinho e depois começava a esfregar um pouco na cabeça do seu pau, de repente percebi o que estava prestes a acontecer.

Não acredito. Meu pai tava prestes a comer o meu primo! E bem na minha frente!

Com os olhos arregalados, em meio àquela cena incrível, não havia mais nada que eu conseguisse pensar, a não ser “Puta que o pariu!” Seu tarado pauzudo!”, e não resistia a me masturbar.

Segurei a vontade de gritar, assistindo impotente enquanto meu pai penetrava o meu primo pela primeira vez.

— Arrrgghh! — o Fabinho gemeu enquanto meu pai o abria como um tronco.

Seus dedos grossos massageavam as nádegas do meu primo enquanto ele deslizava a cabeça para dentro, mantendo-a lá. Ele então gemeu forte.

Meu primo suspirava ofegante, submetendo-se completamente às investidas do meu pai. Eu ainda estava tentando processar o que estava vendo, meio sem acreditar que aquilo estivesse mesmo acontecendo. Mas então o Fabinho soltou um gritinho, e eu entendi o porquê: meu pai estava quase todo metido nele.

— Shhh... — disse meu pai. — Agora só mais um pouquinho. Não, se preocupe, você aguenta! — seus olhos reviraram e ele soltou um suspiro de prazer.

Eu o observei meter o seu pau ainda mais fundo no meu primo, preenchendo-o mais do que eu jamais imaginei ser possível. Eu não sabia como o Fabinho conseguiria aguentar mais, e ele continuava bombeando sem dó!

— Ai, tio... é muito grande! — o Fabinho continuava a gemer.

Ele parecia estar entre uma dor excruciante e um prazer indescritível quando meu pai se inclinou e o beijou no pescoço, como que para convencê-lo a se deixar dominar.

— Shhh, está tudo bem, filho. Você está indo muito bem — disse ele enquanto deslizava mais o pênis para dentro dele. — Estamos quase lá.

Eu estava agora a poucos centímetros do rosto do meu pai, e passei a estudar suas expressões de prazer. Claro que em meio àquele tesão todo, eu voltei a pegar no meu pau e me masturbar diante do que via.

De repente, uma sensação pegajosa nos meus dedos me fez perceber que eu estava quase gozando, enquanto me masturbava. Olhei pra baixo e vi uma mancha úmida se formando no lençol, cobrindo meus dedos com um líquido pré-ejaculatório viscoso.

Meio de joelhos em cima da cama, e debruçado sobre o Fabinho, meu pai o beijou na bochecha enquanto o penetrava completamente.

— Me chama de papai, vai! — ele sussurrou.

— Papai... — o Fabinho gemeu, seu corpo tremendo de prazer.

Agora com seu pau todo dentro do meu primo, meu pai caiu sobre ele, esmagando-o na cama com seu peso. O Fabinho gemeu enquanto meu pai começava a mover os quadris para frente e para trás, metendo tudo.

— Está gostando? — perguntou meu pai, batendo os quadris na bunda dele.

O Fabinho apenas continuou a gemer, mas eu pude ver que ele empinava a bunda pra que o meu pai o penetrasse ainda mais fundo. Ele levou a mão na bunda do meu pai, como que o puxando pra ele meter ainda mais.

— Você é tão gostoso, filhinho! — meu pai aumentava as estocadas. — Meu filho já fez isso com você?

— Oh... mmm... s-sim!

E meu pai me lançou aquele seu olhar de orgulho, vendo que o filho tinha herdado toda a sua virilidade. Então, ele apertou as nádegas do Fabinho, brincando com elas enquanto penetrava e saía.

— E ele te fez gozar desse jeito?

— Não... não desse jeito!

O Fabinho estava gemendo alto agora, choramingando como um animal subjugado, enquanto meu pai o fodia. Eu conseguia ver a mão dele deslizando pra trás, agarrando a bunda do meu pai, puxando-o para mais perto enquanto meu pai continuava a estocar.

Minha mão ia e vinha no meu pau enquanto eu me masturbava, cada vez mais perto do orgasmo. Aquilo tudo era incrível, mas tudo em que eu conseguia pensar era naquele pauzão dentro de mim.

Mesmo que fosse meu pai, e mesmo que o cara com quem ele estava transando fosse o meu primo, eu tinha que admitir que eles formavam um casal muito gostoso. A barriga musculosa do meu pai batia na bunda do Fabinho, e suas pernas grossas e peludas pingavam suor. Os testículos que o Fabinho tinha chupado com tanto carinho minutos atrás agora se chocavam contra o próprio saco, balançando no ar como um pêndulo em perfeita sincronia.

Meu pai tinha um olhar determinado no rosto agora, como se tivesse fodendo a minha mãe... eu sabia bem como ele gemia com sexo anal. Enquanto isso, o Fabinho se agarrava aos lençóis, meio ofegante. Ele tinha um sorriso de êxtase no rosto como eu nunca tinha visto antes.

Fodendo agora mais intensamente, com movimentos bruscos enquanto se aproximava do clímax, meu pai ofegava, grunhindo. E eu sentia que também estava chegando perto, minhas bochechas queimando por testemunhar aquilo. Nossa, a visão do meu pai no auge da sua arte me excitava mais do que tudo.

Gotas de suor escorriam de sua testa e caíam nas costas do Fabinho. Os sons úmidos e molhados de carne contra carne preenchiam o quarto, até que se tornaram tudo o que eu conseguia ouvir. Então, de repente, ele agarrou a cintura do meu primo e o puxou para perto com força.

— ARGH... porra! — meu pai soltou um rugido enquanto ejaculava dentro do seu cuzinho, que não podia estar mais arrombado.

Na mesma hora, eu também gozei, só de vê-lo. E nem me importei com meu sêmen quente e pegajoso escorrendo da minha coxa para o chão.

Meu pai tremia enquanto despejava seu esperma, seus olhos fechados e a boca entreaberta. O Fabinho tinha apenas uma expressão tonta no rosto, as mãos abertas na cama enquanto um pouco de saliva escorria do canto da sua boca.

Finalmente, meu pai saiu de dentro dele, apoiando-se nos calcanhares enquanto um fio fino de líquido pré-ejaculatório escorria da cabeça do seu pau brilhante. Ele fez um último carinho no cabelo do Fabinho e disse:

— Isso foi uma delícia, garoto! Mas fica sendo nosso segredinho, tá?

O Fabinho parecia não ter ouvido uma palavra do que o meu pai disse. Ele estava deitado na minha cama, meio exausto, com os olhos vidrados enquanto um fio constante do esperma do meu pai lhe escorria entre as pernas.

— Me faz um favor, filho — disse ele com um sorriso malicioso. — Não conta pra sua mãe, tá? — e ele voltou a se enrolar na toalha e foi tomar outro banho.

Na minha cama estreita, eu e meu primo dormimos abraçados, com uma cumplicidade nova e uma certeza determinada que eu sentia: o próximo era eu, não importa o que tivesse que fazer pra convencer o meu pai.

Continua...

Foto 1 do Conto erotico: Meu pai flagrou meu primo e eu num boquete


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meu pai flagrou meu primo e eu num boquete

Codigo do conto:
254452

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
12/02/2026

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