Hoje vou contar uma história que aconteceu há muito tempo atrás. Eu sempre gostei de explorar o Tinder, e mesmo não sendo o padrão de beleza que a maioria busca, conseguia me sair surpreendentemente bem. Numa dessas investidas, conheci uma mulher que era um verdadeiro encanto: gordinha, pele branquinha e macia, com curvas generosas que despertavam um tesão imediato e avassalador. Conversamos por meses, e a química entre nós era elétrica, quase palpável — daqueles papos que fluem com naturalidade e deixam um rastro intenso de desejo. Naquela época, eu não queria namoro sério; tinha acabado de sair de um noivado longo e doloroso, então mantinha tudo no campo do leve e do prazer. Mesmo assim, continuamos trocando mensagens, aprofundando aquela conexão perigosa e magnética. Um dia, durante uma dessas conversas, estávamos os dois completamente consumidos pelo tesão depois de passar cerca de três horas trocando sacanagens explícitas pelo WhatsApp. Era madrugada alta, e eu sentia aquela urgência visceral, uma mistura de carência e safadeza que me dominava por completo. Não lembro o contexto exato que levou àquilo, mas me recordo perfeitamente de ter dito, no calor do momento: "Olha que eu vou aí te pegar, hein!". Meu carro estava quebrado, então só tinha a moto. Ir para um motel era impossível — seria arriscado demais sair dali sem que a família dela percebesse —, mas a ideia de ir até a porta da casa dela, no meio da noite, parecia insanamente perfeita naquela loucura de desejo. Ela aceitou sem hesitar, e aquilo só aumentou a adrenalina que já corria solta nas minhas veias. Subi na moto e atravessei a cidade inteira, o vento frio da noite batendo forte no rosto enquanto meu coração disparava com a antecipação e o medo misturados: e se alguém me visse chegando? E se a família dela, tão religiosa e superprotetora, acordasse com o barulho da moto? Cada quilômetro parecia eterno, o risco pulsando em cada batida, tornando o tesão ainda mais intenso. Quando cheguei, já passava das duas da manhã. Ela costumava dormir cedo, então mandei uma mensagem rápida para confirmar se ainda estava acordada, o corpo todo tenso de expectativa e alerta. Ela respondeu na hora e, em poucos instantes, apareceu no portão vestindo apenas uma camisola fina e uma calcinha delicada. Meu pau endureceu imediatamente, como concreto, latejando com uma excitação quase dolorosa. Mas o risco era real e imediato: eu tinha que me controlar ao máximo, vigiar constantemente a rua escura para garantir que nenhum vizinho acordado, nenhum guarda noturno ou carro passando me visse ali, parado na frente de uma casa de família conservadora. Um barulho errado, um gemido alto, e tudo poderia desabar — a família dela descobrindo, escândalo, consequências imprevisíveis. A adrenalina estava a mil, o coração batendo tão forte que eu quase podia ouvi-lo, misturando medo e desejo em uma onda avassaladora. Ela me recebeu com um beijo faminto, profundo, e sua mão foi direto para o meu pau, apertando-o por cima da calça com uma urgência que me deixou sem fôlego. Ela queria muito me chupar ali mesmo, e o perigo só amplificava tudo: eu não podia entrar na casa, não podia arriscar baixar demais a calça ou fazer qualquer movimento que chamasse atenção. Fui até o portão, virei de costas para a rua como se estivesse apenas mexendo no celular — uma desculpa frágil que não enganaria ninguém por muito tempo —, e libertei o pau para fora. Ela se abaixou, escondida pela sombra precária do muro, e começou a me chupar com uma dedicação intensa: a boca quente e úmida envolvendo cada centímetro, a língua rodando devagar, sugando com vontade. Era delicioso, mas o tempo todo eu olhava ao redor, os sentidos em alerta máximo, o corpo tenso com o medo constante de sermos flagrados. Qualquer luz acendendo na casa, qualquer passo na rua, e estaríamos perdidos. Mas eu queria mais — não queria me contentar só com o boquete, não com toda aquela adrenalina me impulsionando. Pedi para fodê-la, e ela topou na hora, sem pensar duas vezes, os olhos brilhando com o mesmo risco que nos consumia. Tirei a camisinha do bolso com mãos trêmulas de excitação e tensão, cuspi na ponta para lubrificar e a enfiei devagar, centímetro por centímetro, até o talo, sentindo aquela bucetinha apertada, quente e completamente molhada me envolver como um vício. Ela ameaçou gemer alto; tapei sua boca com a mão e sussurrei firme, o coração na garganta: "Fica quietinha, ninguém pode nos ver, ninguém pode nos ouvir". O risco era palpável a cada estocada — estávamos ali, expostos, na porta da casa dela, com a família dormindo a poucos metros. Para maior segurança, nos posicionamos atrás do muro baixo da casa, mas mesmo assim o perigo permanecia: uma janela abrindo, um cachorro latindo... Ela se apoiou no muro, empinando aquela bunda gostosa, redonda e macia, enquanto eu metia com ritmo crescente, sentindo cada movimento profundo naquela carne apertada e encharcada, o tesão amplificado pelo medo constante de sermos descobertos. Não demorou muito. Enquanto eu massageava seu grelinho inchado com os dedos, circulando com pressão certa, ela começou a tremer inteira — as pernas fraquejando, o corpo se contorcendo em ondas de prazer reprimido. Ela gozou deliciosamente no meu pau, contraindo forte ao meu redor, um orgasmo silencioso e intenso que quase me levou junto, tudo isso enquanto eu segurava a respiração, vigiando a escuridão ao redor. Nos recompusemos rapidamente: ajeitei a calça com mãos ainda trêmulas, ela arrumou a camisola. Subi na moto e parti, o coração ainda acelerado pela adrenalina residual, dizendo que falaria com ela depois... e falei, claro. Transamos várias outras vezes depois disso, cada encontro carregado de riscos semelhantes e mais maravilhoso que o anterior. Mas essas histórias ficam para outro conto. Abraços a todos!
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