PRÓXIMA ESTAÇÃO: PRAZER

Me chamo Artur, tenho 29 anos e estou casado há quase 2 anos. Trabalho em uma empresa que fica na Av. Paulista em um prédio que abriga várias empresas grandes. Moro em um conjunto de prédios que fica a cerca de 15 minutos andando a pé de uma estação de metrô, de onde, para ir ao trabalho, preciso pegar o primeiro, descer numa outra estação super movimentada, para pegar um segundo trem e descer próximo ao serviço.
Aconteceu que um dia, na fila do elevador do prédio comercial um homem me perguntou se eu não morava em tal prédio, disse que sim e ele me disse que morava lá também. Interessante como muitas vezes você vai conhecer seu vizinho, num lugar bem distante de sua residência. Ele me disse que trabalha numa empresa nesse mesmo prédio. Em seguida combinamos de almoçarmos juntos nos dia seguinte para nos conhecermos melhor.
No almoço fiquei sabendo que a esposa dele o deixa todos os dias numa estação de metrô que fica na segunda linha, aquela que já vai direto para a Av. Paulista e por isso leva a metade do tempo que eu normalmente levo para fazer o mesmo percurso. Ele já se ofereceu para a partir do dia seguinte me dar uma carona. Claro que aceitei.
A esposa dele foi muito simpática e agradável comigo e assim passei a ir com eles diariamente, só na ida porque nossos horários não combinavam na parte da tarde. Ele ocupa um bom cargo na empresa onde trabalha e isso exige que ele tenha muitos contatos o que o obriga a trabalhar diariamente de paletó e gravata. É um quarentão, começando a ficar grisalho, de sorriso aberto, fala mansa e olhar penetrante e sempre atencioso. Enfim, Valter é um homem que chama a atenção.
Fomos ficando amigos e além de irmos para o trabalho juntos, pelo menos uma vez por semana almoçávamos num restaurante que ele gostava muito na região da Paulista. Nossas esposas também se conheceram e chegamos mesmo a, de vez em quando, sairmos os quatro juntos nos finais de semana.
Já tem quase um ano que essa estória começou, mas o que passo a contar a partir de agora começou na segunda semana que passei a pegar carona com eles. Todos os dias na hora que a gente se preparava para descer do trem eu ficava na frente e ele em pé atrás de mim. Aos poucos senti que ele foi se aproximando cada vez mais. Primeiro era uma simples encostada, parecendo meio sem querer, depois foi ficando mais tempo e daí foi virando normal, inclusive ele passou a abrir o paletó. Como eu nunca reclamei e as vezes até facilitava para ele, não demorou e passei a sentir o volume do pênis dele encostando na minha bunda. E, claro, esse volume foi cada vez ficando maior. Coisa que ele disfarçava quando descíamos abotoando o paletó. Confesso que passei a gostar desse joguinho.
Mas claro que tanto eu, quanto ele, estávamos pisando em ovos em virtude de toda a situação que tínhamos criado nessa relação envolvendo inclusive as famílias. Eu somente tinha tido uma experiência com outro homem quando era muito jovem. Foi com um homem mais velho que me fazia, primeiro somente masturbá-lo e depois chupar o pau dele. Como isso sempre acontecia dentro do carro nunca houve nada além. Confesso que o ocorrido não marcou minha sexualidade, mas era uma coisa de que sempre me lembrava e que até me excitava.
Em um dos dias que combinamos de almoçar juntos, Valter me ligou dizendo que iria se atrasar um pouco pois estava acabando um relatório e se eu não queria subir e esperar que ele terminasse o serviço. O andar dele já estava vazio, pois todos tinham saído para almoçar, assim que ele acabou o trabalho disse vamos, mas no caminho falou que precisava ir ao banheiro. Entrei com ele, que foi direto para um mictório, mas notei que ele fez questão de tirar o pau pra fora de uma maneira que eu pudesse ver. Um bom volume e grosso eu nem disfarcei para olhar e minha única reação foi engolir em seco.
Depois desse dia ele se encostava em mim no metrô e eu mexia a bunda e também me excitava, só não tinha o paletó para disfarçar. A sorte é que na correria da manhã dentro da estação nunca notei que alguém tenha visto e logo me “acalmava”.
Na semana seguinte, quando fomos almoçar juntos ele abriu o jogo.” – Artur, não dá mais para a gente ficar nessa situação. Você sabe que tenho muito tesão em você. Sou bissexual, e já tive um caso sério com um outro homem que também era casado. Isso aconteceu cerca de um ano antes da pandemia. A gente se encontrava uma vez por semana. Quando veio a covid, ele mudou com a família para o interior. No começo a gente ainda se falava. Depois foi rareando e só tive notícias dele alguns meses depois, quando um conhecido comum me contou que ele tinha morrido de covid. Nunca mais senti atração por outro homem e nem pensei que um dia sentiria. Mas acho que sou assim, minha atração nasce do convívio, dos pequenos detalhes, de ser quase uma coisa de curiosidade e ao mesmo tempo um tipo de paixão. E é isso que está acontecendo comigo em relação a você”
Fiquei sem saber o que dizer e ele entendeu.
No metrô a situação continuava a mesma, mas eu comecei a pensar muito nele, até na hora do sexo com minha esposa pensava em estar com ele e isso me fazia gozar com mais intensidade. Cheguei a um dia comer ela e, em seguida no banho, bater uma punheta pensando nele.
E aí, aconteceu em um final de semana. A mulher dele viajando para participar de um congresso. A minha viajando com a família para o aniversário de cem anos da bisavó, evento do qual consegui me livrar, porque tenho problemas de relacionamento com alguns dos parentes dela. Ambos sozinhos, mas cheios de cuidados, resolvemos que seria melhor se a gente não usássemos nossas camas. Aí, pegamos um airbnb onde poderíamos ficar bem à vontade e sem ferir nossos princípios.
Lugarzinhos gostoso, não muito longe, pois a gente sabia que durante o dia, precisaríamos estar em casa para os contatos com as esposas. O quarto com uma cama grande e convidativa. Fui até a janela, a abri para ver a paisagem, uma bela visão de São Paulo e que, melhorou mais ainda a hora que ele se encostou atrás de mim, como sempre fez no metrô, só que dessa vez o pau dele estava mais duro e eu senti até latejando. Ele alcançou meu cinto, abriu. Desabotoou minha permuda, desceu o zíper e começou a baixa-la junto com minha cueca. Meu pau já estava bem duro, mas inexplicavelmente parece que endureceu mais ainda ao sentir ele começar a me beijar a nuca e baixar também a calça dele e, de repente aquele cacete gostoso, que até há poucos dias era só um sonho já estava colado ao meu corpo. Ele me encaminhou à cama, deitou de barriga para cima, deitei em cima dele e começamos a nos beijar. Beijos como eu nunca tinha dado nem sentido, nossas línguas se tocavam cheia de desejos, que se espalhava pelo corpo todo fazendo com que um quisesse mais do que nunca o outro.
Fui descendo minha boca pelo corpo bonito e gostoso que tinha se transformado em meu objeto de desejo nos últimos tempos. Beijei e lambi seus mamilo e seu peito com pouco pelos curtos e macios, até chegar enfim no seu pau lindo, muito duro, grosso e latejante. Estava melado pois o seu desejo era tanto quanto o meu. Coloquei na boca, passei a língua e curti sentir o seu sabor. Queria engoli-lo inteiro e fui até o fundo de minha garganta, chegando a dair ânsia, depois comecei a chupá-lo e lambê-lo. Meu tesão e desejo por aquele cacete era tanto que mesmo sem experiência, mas com muita paixão, me fez ficar vários minutos curtindo e amando cada segundo em que aquela pica gostosa era toda minha. Valter gemia e se entregava, eu só não queria que ele gozasse pois queria sentir sua porra quente nas minhas entranhas.
Ele também não queria gozar ainda e para minha surpresa começou a curtir meu corpo também, inclusive chupou meu pau, mas ao contrário de mim, foi calmo, carinhoso, atencioso, usando muito mais a língua, que passou por todo meu membro, pelo meu saco lisinho, enfiou cuidadosamente cada uma de minhas bolas na boca. Então me trouxe para a beira da cama, ajoelhou-se no chão, levantou minhas pernas e desceu a língua até meu cu, que começou a lamber e pressionar como se quisesse enfiar me comer com ela. Aquilo me levou a loucura e, se ainda havia um certo receio de ser enrabado pela primeira vez na vida. Naquele momento passou a ser meu maior desejo.
Valter me colocou de quatro, disse que eu tinha um cuzinho ainda mais lindo do que ele tinha imaginado e que ainda ia ficar mais bonito depois que ele me arrobasse. Nesse momento essa fala, ou invés de me dar receio me deixou ainda mais com vontade de ter aquele homem dentro de mim.
Meu cu já estava bem lubrificado de tanto ele lambê-lo, mesmo assim ele pegou um pouco de creme que havia trazido e lentamente foi enfiando, primeiro um dedo, depois dois e, por fim o terceiro. Eu já sentia um prazer inexplicável, que se tornou uma verdadeira loucura, depois que ele tirou os dedos e eu pude sentir enfim seu pau gostoso, encostando, pressionando e aos poucos entrando dentro do mais íntimo de mim. Cada milímetro, me enchia de prazer e mais tesão. Até que senti o saco dele bater na minha bunda e começar um lento vai e vem. Meu tesão era muito, nunca tinha sentido meu pau tão duro, tocava nele devagar pois não queria gozar. Eu não me sentia um cara dominado por outro homem, mas me sentia poderoso a cada gemido dele, cada vez que ele falava, puta que pariu, que gostoso... Eu me sentia muito fodão de estar dando tanto prazer para aquele macho delicioso.
Todo empoderado, comecei a tomar as iniciativas na nossa transa. Mandei ele parar, deitar na cama e aí sentei em cima daquele pauzão e aos poucos fui fazendo ele me penetrar. Eu ia voltava e ia mais um pouco, até que ele estava todinho dentro de mim. Nessa posição podia ver e controlar todo o desejo e sensações que aquele homem lindo estava sentindo ao me comer. Meu pau estava lá, durão batendo no peito dele que logo o pegou também e começou a masturbar-me. Éramos dois machos sem nenhuma vergonha ou preconceito curtindo muito aqueles momentos de luxúria e prazer.
Por fim ele me pegou de frente, levantou minhas pernas e sem dó enfiou tudo dentro de mim que gemi, não de dor, mas de puro prazer. Assim, um olhando para o outro, meu pau no meio de nós dois, começamos a acelerar nossas ações em busca do gozo tão desejado. Que enfim veio quase junto, ele gritava de prazer gozando dentro de mim e eu gozando como nunca em corpos ardentes. Depois desse gozo maravilhoso o pau dele aos poucos foi amolecendo e saindo de dentro de mim. Estávamos exaustos, mas saciados, suados e melados pelos mais desejados fluídos corporais que podem existir numa relação que envolveu muito desejo, muita energia boa passando de um para o outro e enfim muito prazer
Descansamos, agarrados um ao outro durante um tempo. Depois fomos para o banho juntos e embaixo do chuveiro começamos a nos beijar, nos tocar e logo estávamos excitados e preparados para o segundo round. Mas esse vai ficar por conta de cada um de vocês que puderam ler e, espero que curtir e se excitar tanto quanto eu estou agora. De pau duro e feliz por poder contar minha experiência para vocês.
Foto 1 do Conto erotico: PRÓXIMA ESTAÇÃO: PRAZER

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234125 - Primeira Experiência com Outro Homem - Categoria: Gays - Votos: 31

Ficha do conto

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Nome do conto:
PRÓXIMA ESTAÇÃO: PRAZER

Codigo do conto:
254519

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
13/02/2026

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