Esse é o meu primeiro conto de verdade, então perdoa se eu embolar as palavras ou repetir alguma coisa. Meu nome é Pablo, 1,67 m, 60 kg, pele morena clara, sou do Rio mas moro em São Paulo há uns anos. Na época era casado com o Thiago há dois anos – sim, casado mesmo, aliança no dedo, tudo certinho na certidão. Mas a gente sempre teve liberdade pra curtir juntos quando rola química.
Essa semana o Thiago e eu recebemos o Lucas, amigo dele do DF. O cara ganhou um sorteio bizarro que dava passagem pra SP, hotel, mas o hotel furou e ele acabou vindo pra nossa casa. Quando abriu a porta do elevador, quase caí pra trás. Alto, ombros largos, barba rala, olhos castanhos que te encaram como se já soubessem o que você quer. E o corpo… porra, o corpo dele era perfeito: peitoral marcado, tanquinho sutil, coxas grossas esticando a calça jeans. Eu já fiquei duro só de olhar.
Bebemos cerveja, depois caímos na cachaça. Conversa solta, risada alta, mão boba já rolando. Quando deu meia-noite e meia, o Thiago perguntou direto, com aquele sorrisinho safado:
— Colchão no chão ou cama com a gente?
Lucas nem pensou:
— Cama com vocês. Quero sentir o calor dos dois.
Meu cu apertou na hora. Nunca tínhamos colocado ninguém na nossa cama assim, de rola dura e tudo. Fui pro banheiro lavar o rosto, coração na boca, já imaginando o que ia rolar.
Voltamos pro quarto. Ele tirou a camisa, ficou só de cueca boxer preta. O volume era absurdo, dava pra ver o contorno da cabeça do pau marcando o tecido. Ele deitou bem no meio. Eu deitei do lado esquerdo, Thiago do direito. Comecei a passar a mão no peito dele devagar, sentindo os mamilos endurecerem sob meus dedos. Desci pro abdômen, entrei por dentro da cueca. O pau dele era quente, grosso, pulsando na minha mão. Tirei a cueca dele devagar. Saltou pra fora: uns 19 cm, veias saltadas, cabeça inchada e brilhando de pré-gozo.
Eu não aguentei. Desci beijando a barriga dele, lambendo o umbigo, até chegar na rola. Lambi da base até a glande, sentindo o gosto salgado. Ele gemeu baixo, segurou minha nuca. Thiago chegou junto, pegou a outra metade do pau e começou a chupar também. Nossas bocas se encontravam no meio, línguas brigando pela cabeça, babando tudo. Eu engolia até onde conseguia, sentindo ele bater na garganta; Thiago lambia as bolas pesadas, chupando uma de cada vez.
Lucas segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha boca devagar, gemendo rouco:
— Caralho, Pablo… que boca gostosa…
Thiago tirou minha cueca, cuspiu no meu cu, esfregou dois dedos bem molhados e abriu caminho. Eu gemia com a rola do Lucas na boca, rebolando pra trás. Thiago meteu de uma vez, forte, sem dó. Aquela sensação de ser preenchido inteiro me fez tremer.
— Rebola, sua putinha… rebola nessa pica que é tua — ele falava no meu ouvido, socando fundo, batendo a virilha na minha bunda.
Eu tava de quatro por cima do Lucas, chupando ele com vontade, engasgando, babando, enquanto rebolava no pau do Thiago. Lucas segurava meus cabelos, empurrava mais fundo na minha garganta, fodendo minha boca como se fosse cu. Eu sentia as veias pulsando na minha língua, o pré-gozo escorrendo.
Não aguentou nem dez minutos assim. Ele avisou rouco:
— Vou gozar… porra, vou gozar na tua boca…
E gozou. Jatos quentes, grossos, enchendo minha boca toda. Engoli o máximo que consegui, o resto escorreu pelo queixo. Enquanto isso Thiago metia mais forte, me chamando de vadia, de putinha gulosa, até que ele também gozou dentro de mim, enchendo meu cu de porra quente.
Desabei em cima do Lucas, ofegante, suado, o corpo dele ainda tremendo. Ele me abraçou por trás, me puxou pro meio da cama e sussurrou no meu ouvido, voz baixa e carinhosa:
— Fica aqui no meio… quero dormir sentindo teu corpo colado no meu… teu cheiro, tua bunda ainda quente…
Dormi assim: Lucas atrás de mim, pau mole encostado na minha bunda, mão possessiva na minha cintura; Thiago na frente, beijando minha testa, mão no meu peito. Acordei de manhã com os dois duros de novo, roçando em mim…
Votado. Bom demais