Como já me apresentei nos contos anteriores, vou direto ao ponto. Esse foi meu primeiro boquete no banheiro do museu onde trabalho. o lugar é um deserto mesmo, especialmente na hora do almoço, quase ninguém passa pela lojinha. Conheci esse gatinho passivo no Hornet, conversamos uns dias, fotos quentes, ele falando que queria me conhecer. Marcou no horário de almoço dele, veio direto pro museu. Quando chegou, conversamos dois minutos na frente do balcão, já rolando aquele olhar safado. Tranquei a porta da loja, apaguei a luz da vitrine e arrastei ele pro banheiro dos fundos (aquele que quase ninguém usa). Mal entramos, já colamos boca com boca, língua brigando, mão no pau um do outro por cima da roupa. Eu amo mamar pica, então não perdi tempo: abri o zíper da calça dele rapidinho, puxei a cueca pra baixo e saquei aquela rola pra fora. grossinha, uns 17cm, cabeça inchada, cheiro forte de macho que me deixa louco. caí de boca na hora, lambendo devagar da base até a ponta, sentindo o pré-gozo na língua. Ele entendeu o recado, segurou minha nuca meio tímido no começo, metendo devagar na minha boca. Olhei pra cima com cara de “manda ver”, e aí ele perdeu a vergonha. Começou a foder minha boca forte, socando até bater na garganta. Eu de quatro no chão frio do banheiro, cueca abaixada, me masturbando gostoso enquanto engolia aquela rola toda. Ele gemia rouco: “puta safada… engole tudo… que boquinha gulosa…” eu babava pra caralho, engasgando, lágrima escorrendo, mas não parava. Segurava as coxas dele, puxava pra meter mais fundo. safado total, adrenalina batendo forte porque a qualquer momento alguém podia bater na porta da loja ou entrar no banheiro. De repente ele avisa: “vou gozar… porra, vou gozar…” enfiou tudo, deixou só o saco pra fora, encostado no meu queixo, e gozou direto na minha garganta. jatos grossos, quentes, enchendo tudo. Engoli com prazer, apertando a língua na cabeça pra sugar até a última gota. Lambi as bolas, limpei tudinho. Me levantei, pau duro latejando na calça. Ele ajoelhou na hora e começou a me mamar. Como eu gosto que façam comigo, fiz o mesmo com ele: metia forte na boca gostosa dele, cuspia no rosto, batia com a pica na cara dele (deixando vermelho), enfiava até a garganta, dava tapa leve na bochecha. ele louco, se punhetando de novo, gemendo abafado. Puxei ele pelo cabelo, arregaçava aquela boca, fodendo como se fosse cu. Quando senti vir o gozo, ele não quis na boca – pediu pra esporrar no rosto. Puxei pra fora e gozei forte: jatos grossos batendo na cara dele, escorrendo pelo nariz, na boca, no queixo. Ele lambia o que conseguia, se masturbando mais rápido. aí ele falou de novo: “vou gozar outra vez…” entendi o recado na hora. Abaixei rapidinho, abri a boca e ele esporrou mais uma vez, ainda mais grosso que na primeira. Enchi a boca de porra quente, engoli tudinho de novo, lambendo os lábios. Me levantei, saí na frente pra ver se tinha alguém no banheiro (graças a deus vazio), lavei o rosto dele na pia, limpamos a bagunça rapidinho. Nos beijamos gostoso, língua com gosto de porra misturada, e saímos como se nada tivesse acontecido. Se você é de SP, curte adrenalina, e sabe tratar uma boca direitinho (safado, mandão, que meta forte e goze sem dó), me chama no pv. Sou versátil, mas curto ser mais passivo e amo mamar um homem que domine, que use minha boca como quiser. ?????? e aí? curtiram o conto? comentem, votem, quem quiser detalhes da próxima ou marcar algo real, só mandar msg. tô no clima rsrs
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