Tinha uma festa de família no RJ, trabalhei o dia inteiro aqui em SP, peguei o voo noturno e cheguei lá morto de cansado, mas animado pra ver a galera. O destaque sempre é meu primo novinho, o Jr (nome fictício, óbvio). O moleque tem 19 anos, corpo gostoso de academia, carinha de anjo safado, e toda vez que eu vou pro Rio ele gruda em mim e no Thiago (meu namorado na época) a noite toda.
Na festa rolou normal: bebida, música, dança. No fim, esperando o Uber na rua, eu tava meio abraçando ele por trás (tipo primo mesmo, abraço de família rs), mas o safado empinou a bunda de um jeito que grudou direto no meu pau. Senti a bundinha firme apertando, meu pau acordou na hora, ficou duro roçando nele. Fiquei sem graça pra caralho, pensei “foi sem querer”, mas o tesão já tava subindo.
Chegamos em casa exaustos. Fui o primeiro pro banho, depois o Thiago. Saí de samba-canção e box, deitei meio torto no sofá da sala. O Jr sentou na outra ponta, pegou minha perna e esticou por cima dele, falando: “relaxa primo, fica à vontade”. Mas apoiou minha perna bem em cima do pau dele, que tava mole ainda. Aí ele começa a alisar meu joelho, falando que minha perna é grossa e cabeluda… subindo devagar a mão. Na hora sinto o pau dele crescendo embaixo da minha perna, e o meu endurecendo junto. O Thiago ainda no banho, barulho de chuveiro.
Ele sobe mais a mão, chega na minha box, meu pau já tava duro feito pedra marcando. Eu falo baixo, nervoso: “Jr… não faz isso… seu primo tá cansado, você não quer isso de verdade, e o Thiago tá no banho, pode sair a qualquer momento”. Ele dá um sorriso safado, daqueles que derrete: “não tô fazendo nada, relaxa primo…”. Aí mete a mão dentro da box, pega meu pau e começa a punhetar devagar, olhando nos meus olhos.
Deita do lado, puxa meu pau pela lateral da samba-canção e cai de boca. Boca quente, molhada, mamando com vontade. vendo que o moleque queria leitinho mesmo, mandei ele ajoelhar no chão na frente do sofá. Dei um tapa leve na cara dele e falei: “se quer leite, tem que mamar direito e rápido, porque o Thiago pode sair do banho agora”. O safado ajoelhou na hora, abriu a boca e eu comecei a foder aquela boquinha gostosa.
Socava forte, batendo na garganta, ele engasgando, babando no chão, olhos lacrimejando mas rindo e pedindo mais. Mamava igual bezerro faminto, de quatro, empinando a bundinha enquanto chupava. Eu batia com a pica no rosto lindo dele, dava tapa na bochecha, enforcava leve segurando o pescoço, e ele gemia abafado: “me chama de putinha, primo… sempre quis chupar você…”.
Fiquei louco, metendo mais fundo, sentindo a garganta apertar. Quando avisei: “vou gozar…”, ele sugou mais forte, apertou a língua na cabeça e eu gozei pra caralho: jatos grossos, quentes, enchendo a boca dele toda. Ele engoliu tudinho, sem derramar uma gota, lambendo a cabeça até limpar, sorrindo safado.
Me recompus rapidinho, deitei no sofá fingindo que tava dormindo. Em menos de 2 minutos o Thiago sai do banho, deita atrás de mim, me abraça. Eu fingi que tava apagado, mas ele começou a roçar o pau duro na minha bunda, sussurrando que queria me comer… mas isso fica pro próximo conto, porque aí a coisa ia esquentar de vez rsrs.
Foi tenso, foi rápido, foi delicioso. O moleque engoliu tudo e ainda pediu bis. Espero que tenham gostado, votem, comentem se quiserem mais. Quem curte uma pegação familiar proibida, risco de ser pego, me manda msg. Tô sempre no clima ??????