Antes de mais nada, aviso que nomes (se houver) ou algum detalhe neste texto não são reais, ok? Sou um universitário, na faixa dos 20 e poucos anos, que mora sozinho na capital devido à universidade. É praxe em época de férias, seja de final de ano como na de meio de ano, volto para visitar a cidade onde nasci, de porte médio, e onde até hoje meus pais moram, por terem comércio. Quando volto, aproveito para fazer o check-up na dentista, que aliás é minha tia, pois é casada com o irmão mais velho do meu pai há quase 30 anos. Detalhe? Perdi minha virgindade com ela, quando tinha 16 anos. Claro que isso sempre foi um segredo em que ninguém das famílias (meu e dela) nem de perto desconfiam, mesmo meus primos – filhos e filhas deles – mesmo tendo convivência quase que diária durante minha adolescência. Depois dessa primeira vez, tempos depois, quando completei 18 anos, voltamos a ter outras relações, especialmente nos momentos que o casamento com meu tio passava, digamos, por turbulência, kkk. Não é de se estranhar então, que por causa deste histórico, sempre que ficávamos a sós, houvesse uma certa tensão sexual no ar, sempre com a chance de acabarmos transando. O que não foi diferente, semanas atrás, quando passei um whats para ela pedindo um horário da sua concorrida agenda – visto ser uma dentista conhecida de longa data e benquista na cidade. Me respondeu dizendo para vir ao final da manhã, isto é, seria o último paciente da manhã, quando algumas vezes (outras não) possibilitava uns minutinhos para uma rapidinha antes do almoço. Mesmo vendo a tia poucas vezes ao ano, ela não mudava, por ter uma vida de casada, regrada e saudável. E não foi diferente quando a vi de novo … está na faixa dos 50 e poucos anos … quando me viu a sós na sala de espera do consultório, após se despedir da paciente que tinha acabado de atender, abriu um sorriso contido e me convidou a entrar na sua sala. Nos cumprimentamos com beijos protocolares na face, mas quando fechou a porta da sala, já pus a mão sobre sua xoxota por cima da saia. Era uma saia que descia uns dois ou três dedos abaixo dos joelhos, indo até a linha das canelas, bem comportado, mas que ao ser erguido, mostrou uma calcinha preta, estilo asa delta. Conversamos por breves minutos, com ela sentada no meu colo, com a saia já devidamente levantada, me dando a chance passar a mão por sua coxa, enfiar a mão dentro da calcinha, alisando a xota que ao final daquela consulta, estaria a minha disposição … tem vezes que ela faz um jogo ‘duro’, parecendo uma mãe braba com as traquinagens do filho, mas nessas ocasiões era só mostrar a camisinha e dizer que quero a bunda dela para deixá-la nervosa o que me deixa com tesão maior, kkk. Claro que é tudo um jogo de cena e tudo acaba em risada … seguindo no mesmo espírito, já tiro a bermuda e a cueca para me sentar na cadeira e esperar o atendimento. Ela sorrindo e sacudindo a cabeça como quem diz “Para com isso moleque!”, me deixa tirar sua saia e calcinha, ficando vestida só da cintura para cima, de jaleco e blusinha de alça. O atendimento vai acontecendo, profissionalmente ela vendo meus dentes, tocando um ou outro dente com aquela coisa metálica que parece ter um tipo de gancho nas pontas (aprendi que se chama cureta), enquanto meu pau ia ficando rápida e visivelmente duro … encerrada a consulta, ela afasta a bandeja e a luz, levantei-me da cadeira com o pau já totalmente rígido, passo o braço em torno da sua cintura para trazê-la para mais perto. “- Tia, o tio tá cumprindo suas obrigações matrimoniais?”, perguntei com ela já abrindo um sorriso irônico. “- Tá cada vez mais raro, mas aconteceu na semana passada! Até tivemos que segurar para não deixar o Juninho perceber!”. Juninho é o meu primo mais novo, com quase 20 anos e que ainda mora com os pais. Em meio a chupadas nos bicos das tetas e dedos entrando e saindo da xota, encapei o pau e a deixando curvada sobre a mesa, quadril arrebitado, que mostrou que a bucetinha de 55 anos estava pronta para receber meus 19 cm (que inclusive medimos na consulta que tive na vez passada). A cabeça entrou, então a prendendo com ambas as mãos na sua cintura, num único movimento rápido, entrou tudo, batendo a glande lá dentro, arrancando um gemido contido, quando até suas pernas deram uma vacilada, mas logo se retesando, ficando toda durinha enquanto eu conduzia o vai e vem. Pelas minhas contas, transamos por uns 20 minutos … dei duas gozadas ... uma nesta mesma posição, a segunda na posição preferida dela, quando se senta na beirada da mesa, pernas abertas e eu entre elas. Mais um ano, mais uma consulta, mais uma trepada … vamos ver se ano que vem ela aceita anal, kkk
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