Parei num shopping do distrito financeiro aqui da cidade. Já suspeitava que algo rolava ali. Estava relativamente cheio de passantes comprando os presentes de última hora. Fui para o banheiro do último andar, sem pretensões, bem mesmo para mijar. Parei no último mictório tempo suficiente para entender que a última cabine estava demorando muito mais que o necessário.
Ali tinha coisa... Seria um sinal?
Quando vejo o garoto saindo dela, o encaro com força, revelando meu pau meia bomba sedento por uma boquinha macia. Ele me acena com a cabeça e volta para a cabine. Estava selado o contrato.
P. era um homem. P. era um menino. Daqueles rapagões de academia e whey protein que recém concluíram a universidade. Cabelo na régua. Igual a minm, também estava com a camiseta polo da firma, a dele branca, a minha preta. Uma calça de sarja apertada e um tênis branco. Peitoral largo, todo liso, um pau de cabeçona vermelha que apontava para cima. Era todo uma delícia.
Arriamos as calças, demos um beijo tímido, seu hálito tinha um quê de etílico e não demorou muito ele caiu de boca no meu pau.
Meu pau tem uns 18cm e é pau pesado. Reto e largo, aponta para baixo. Branco de cabeça rosada, daqueles que quando você bate na cara do passivo deixa a marca. Bate mesmo de fazer barulho. P. mamava deliciosamente, engolia tudo, deixou meu pau tão babado que pingava.
Quando me fazem um boquete desses eu paro de pensar com a cabeça de cima...
P. se saciou do boquete e subiu buscando um beijo, correspondi, mas pedi para ele virar de costas para mim por motivos óbvios. Ele virou e deu aquela empinada na bunda. Uma bunda malhada com pelos encaracolados, farta e dura de quem treina glúteos.
Talvez em algum momento tenha passado pela minha cabeça que eu só queria dar uma sarrada... mas ao ver aquele rabo, liguei o foda-se. Busquei seu anelzinho e a cabeça do meu pau se encaixou perfeitamente. Ele se incomodou, ele gostou, ele se ajeitou e o pau deslisou um pouquinho mais. Assim mesmo, só na baba do boquete. P. estava sendo empalado.
Só com a cabeça dentro, já comecei o vai e vem para explorar o lugar. P. pedia para que eu fizesse silêncio, mas agora já estava agarrado na sua cintura, comendo seu cu. Ele deu duas cuspidas no rabo e meu pau entrou por completo.
Paramos por um tempo, pois a movimentação fora da cabine estava grande. Alguém poderia ouvir. Segundo depois, ele me empurra contra a parede e encaixa de vez minha pica no seu rabo, pressionando o quanto pôde. Ele queria pica e eu meti. Virou-se olhando para trás e assim nos beijamos novamente, minha pica no seu rabo até o talo num vai e vem gostoso.
Não demorou muito anunciei que ia gozar. Ele deixou que fosse lá dentro mesmo. Enchi seu cu de porra. Nos limpamos, nos beijamos, escolhemos o momento certo para sair e pronto. Não olhei para trás.
Será que algum dia encontrarei com ele novamente pela região??

Época de Natal dá tanto tesão. Lembrei de algo que aconteceu comigo, após sair de uma festa de confraternização.
Que delicia quando fazia banheirao, só quem fez ou faz é que sabe o tesao que é!