Logo após um grupo de moças ocupar todas as espreguiçadeiras disponíveis, um garotão de seus 20 e poucos, seco, torneado da academia, uma bela de uma bunda, acabou se aproximando e deixou-se ficar numa cadeira próxima da mesa onde eu estava.
Sem camisa, tinha o peitoral largo e sem pelos, usava boné cobrindo seu rosto de feições delicadas. Tomava sol apenas com uma sunga diminuta que expunha bem suas pernas. Garotão jovem assim já é naturalmente gostoso e esse era nota dez. Quando levantava para dar um mergulho na piscina, desfilava na minha frente. Às vezes, saia pingando da água e deitava-se a secar numa toalha estendida no chão. Barriga para baixo, pernas meio abertas, sua bela bunda trabalhada nos glúteos ficava ressaltada. Do jeito que eu gosto.
O dia foi passando e ao longo da tarde as pessoas começaram a se recolher. Quando deu 18h, ficamos só o garotão e eu na área da piscina. Lá pelas tantas, o garoto levantou para ir embora, veio caminhando e rebolando e passou pela minha frente. Me deu uma encarada sonsa, então aproveitei para dar aquela ajeitada na pica, arejando as bolas e virando o pau para o outro lado. O menino corou e desviou o olhar. Agora ele já tinha certeza das minhas intenções.
Eu já sabia o que iria acontecer em seguida: pela próxima 1h eu teria uma janela de tranquilidade uma vez que minha esposa levou a mãe dela e meu filho para fazerem compras na cidade. Levantei para sair também. Fui junto ao garoto, já que nossos quartos eram no mesmo sentido. Na porta do quarto, fiz o convite descarado: "Quer entrar pra tomar uma cerveja ou um banho, quem sabe?" Ele riu. Assentiu com a cabeça e veio em minha direção.
Entramos. Tranquei a porta atrás de mim. Pronto. Finalmente.
Nos atracamos imediatamente em um beijo quente. Passei o braço pela sua cintura, juntando e pressionando nossos corpos. Enchi minha mão apalpando sua bunda. Seu calção ainda estava molhado. Roçávamos nossos paus que se endureceram rapidamente.
Minha mão avançou por baixo do seu calção e busquei seu anelzinho para dar uma brincada. Coloquei um dedo e pressionei a entrada. O menino soltou um gemido rouco e quase desfaleceu. Era um passivo nato. Arrancamos nossas roupas, ainda em pé na beira da cama. Seu pau saltou para fora, era uma peça de respeito, torta para cima. Também já estava sem o calção e quando ele viu meu pau livre, sua boca até salivou de desejo. Fomos para a cama, ele de 4 e eu de joelhos. Sua boca encaixou suavemente na minha pica e ali ele me chupou. Começou tímido mas em pouco tempo já colocava tudo para dentro.
Tenho 18cm, pica reta e pesada. Boa de dar na cara. Segurava na sua nuca para fazê-lo ir mais longe. Ele engolia com tanto afinco que seu nariz tocava meus pentelhos. Neste meio tempo meu telefone tocou. Não atendi, mas vi pelo whatsapp que o pessoal voltaria em coisa de 20 minutos. Enquanto isso, ele fez questão de continuar chupando.
Com a pica bem molhada e o cuzinho dele relaxado, pedi para ele virar de barriga para baixo. Me deitei sobre ele, com a pica procurando um lugar para se encaixar. Aos poucos ela foi encontrando. Quando ele levou a mão na bunda e abriu bem as bandas, minha pica entrou por inteiro. Alguns instantes para ele se acostumar antes de começar o vai e vem cadenciado, bem lento no começo, para o pau explorar bem o rabo do novinho, sem pressa. Sentir a cabeça da minha pica ir e voltar no seu anel. Já fico de pau duro só de lembrar.
Mas ele queria mais.
Viramos de frango assado, comigo segurando suas pernas. Deve ser o efeito de passar o dia na piscina, mas parecia que seu cu estava naturalmente lubrificado e sedento por piroca. Encaixamos novamente e nos juntamos num beijo demorado. No meio do beijo, reiniciei o vai e vem. A cara do garotão era impagável. Revirava os olhos a cada estocada profunda. Nossos corpos ficavam o mais grudados possível antes dos quadris se distanciarem, apenas o suficiente para se encontrarem novamente.
E assim ficamos, naturalmente, até o gozo vir. Meu pau pulsava, o ritmo foi ficando acelerado, segurava sua cintura e puxava contra meu pau para ir cada vez mais fundo e numa dessas minha pica explodiu em gozo dentro do rabo do garoto. Foram outras tantas estocadas até que a última gota de porra fosse despejada. Mais um beijo longo de mútuo agradecimento e desmontamos o engate.
Passaria a noite inteira comendo o garotão. Nem soube o nome dele. Não vejo a hora de voltar para aquela pousada novamente.
