Na manhã, liguei a TV num canal trans, tirei a roupa e fiquei na cama, batendo uma devagar enquanto assistia. Depois de uma cena quente, enchi a banheira com água quente pra relaxar — mas nem entrei. Peguei o gel, passei no buraquinho e comecei a brincar. Fiquei louco de tesão, tirei fotos (estão no meu perfil) e decidi ir além.
Peguei uma cenoura, coloquei camisinha, mais gel e empurrei devagar no cuzinho. Tava com medo da dor, mas não doeu nada — entrou quase tudo. Fiquei feliz e excitado pra caralho.
Deitado de lado, perna dobrada, bundinha pra cima, empurrava a cenoura pra dentro e puxava — hora rápido, hora lento. Sentia cada cm me preenchendo, prazer puro. Tirei sem querer e a sensação dela saindo pelo anelzinho foi deliciosa. Repeti umas três vezes, mas ainda faltava mais. Carência é foda.
Deitei de bruços, olhando o quarto: cama grande, hidro pequena, geladeira, bancada. Vi as cadeiras furadinhas e tive ideia. Encaixei a cenoura num furo — ficou retinha e firme. Ri sozinho: "Tô necessitado pra cacete".
Passei mais gel, posicionei ao contrário na cadeira, alinhei no cuzinho e sentei devagar. Medo dela soltar, mas testei e ficou. Confiante, subi e desci, quase sentando totalmente. Corpo quente, rola babando. Fiquei uns 20 minutos rebolando, apertando, sentindo bater no fundo.
Sentindo ela me preencher, prazer enorme, mas cansei e parei. Deitei na cama insatisfeito — queria gozar gostoso, mas a cenoura não deu conta.
Fui pra banheira quente, deitei devagar, olhando TV: trans sendo chupada. Lembrei das vezes que chupei rola e comecei punheta. Liguei a hidro — jatos mudaram tudo. Virei de ladinho, jato na bunda, mexi até bater no cuzinho. Pau ficou louco. Água massageando o ânus, quente e pulsando, me deixou tenso. Bati rápido, forte, e gozei de quatro na banheira, gemendo alto enquanto leite jorrava na água.
Deitei ali um tempo olhando fodas na TV. Mas ainda faltava alguém.
Saí me enxugando, deitei na cama ao lado da cenoura. Peguei celular, olhei contatinhos. Pensei no coroa, mas anos sem falar. Vi status da Michele, mordi lábios: ligo ou não?
TV: trans loira levando de quatro. Lembrei de trans que falou comigo perto da Havan uma semana antes. Baixinha, 1,65, peitinhos pequenos de hormônios, bundinha redondinha. Abordou no semáforo, educada e safadinha. Só peguei contato.
Maite o nome. Mandei mensagem, conversamos. Disse direto: quero trans ativa, carinhosa, que me coma gostoso. Ela jurou ser a certa.
Combinamos valor, mandei Uber buscar. Chegou com vestido vermelhinho e chinelo feio tipo carro alegórico kkk.
Entrou, conversamos. Tirou vestido, ficou de calcinha branca — linda no bumbum. Eu com camisa cavada, bundinha à mostra.
Fui beijar, ela saiu: "Nada de beijo". Como muitas trabalham assim, ok.
Sentei na cama, ela puxou minha cabeça pros mamilos: "Amor, paga primeiro". Não primeira nem última, mas todas assim foram ruins.
Paguei. Mandou tirar blusa, tirou calcinha mostrando pau quase igual ao meu. Apaixonei na hora!
Puxou pros peitinhos, chupei com mão no pau dela — macio. Saiu da cama, deitou de bruços, colocou pau na minha boca. Chupei delícia, meia-bomba.
Virei barriga pra cima, ela subiu, continuei chupando, fedendo rosto. Tempo assim e nada de endurecer. Cansei. Ela deitou, bateu uma — nada.
Desandou: "Amor, preciso fumar baseado pra tesão, posso?" Odeio drogas. Lembrei Bibi que fumava pra ser ativa, mas não perto de mim.
Pensei: já tô na merda, vai. Foi pro banheiro, acendeu cigarro fedido. Fechei cara.
Fumou, tomou cerveja, veio pra cama. Punhetou: "Chupa amor." Caí de boca: mamei bastante, cabecinha, fundo, língua, punheta, bolas. 40 minutos total — meia-bomba, murchou duas vezes.
Larguei: "Vem me chupar, vou te comer já que não me fodes."
Chupou, fiquei duro. Entrei de baixo dela, chupei pau, bolas, cuzinho rosinha (tipo o meu kkk).
Levantou: "Vem penetrar." Coloquei camisinha, entrei qualquer jeito. Comi 10 minutos de quatro, gozei — mas não era isso que queria.
Mandei embora, troquei água hidro. Quase 13h, pedi strogonoff mais ou menos, deitei, cochilei até 15h.
Acordei, banheira, brinquei jatos — sem graça. Fiquei até 17h, fui academia.
Conclusão: descansei, relaxei. Gozei, mas carência intacta.
