Tal mãe, tal filha - de noite uma, de dia a outra

Depois de muitos anos, reencontrei uma grande amiga de escola, a Verônica na verdade nunca foi só uma amiga, na verdade era uma peguete, quantas e quantas vezes na casa dela, eu não ganhei uma chupada gostosa, depois de tempos perdemos o contato, mas as redes sociais ainda são capazes de nós proporcionar boas coisas, certo dia eu estava mexendo no Instagram e veio uma notificação que Vê pediu para eu seguir, quando vi as fotos ela ela, agora uma linda morena, com um corpão delicioso.

Passamos a conversar e combinamos de sair, no dia do passeio ela me contou que agora tinha uma filha que estava no colégio, que moravam sozinhas, depois de muito papo nos beijamos e fomos ao motel, ali ela pode novamente mostrar a mágica que ela faz com a boca, mas não é isso que vim contar.

Nessa semana, Verônica me chamou para jantar na casa dela, eu me vestir, já depilei o brinquedo, quando cheguei a surpresa, a filha dela estava em casa, Verônica era mãe de uma moreninha linda, já dos peitinhos durinhos e uma bunda empinada chamada Joyce que estava com um shorts e uma camisa bem decotada, jantamos, depois fomos para a sala assistir tv, conversamos bastante, rimos, logo Verônica mandou sua filha ir dormir pois amanhã ela tinha colégio, me despedi da Joyce e ficamos na sala a dois, ali começou a putaria, nos beijamos, eu logo para saborear aquela buceta dela que logo de cara escorre o néctar, passei a lamber seu clitóris e seu leite escorreu que delícia, deixei no chão da sala e ela veio com a buceta em cima do meu rosto esfregando, depois disso, começamos um 69, ela chupava freneticamente, quando senti que gozaria pedi a ela para mudarmos de posição, ela então ficou de quatro se apoiando no sofá e me pediu para lamber seu cuzinho, que delícia aquele buraquinho, eu passava a língua e via as gotinhas do leite dela escorrendo pelas pernas, depois disso passe a socar nela, acelerando as bombadas, ela gemia entre dentes para não acordar a filha, quando novamente senti que iria gozar, tirei na PPK dela e dei a de mamar, minha porra encheu aquela boquinha, até escorrer entre os peitos, sentei no sofá e ela veio por cima querendo mais, a sorte é que eu estava sem camisinha, então o calor da buceta dela vez meu brinquedo crescer novamente, ela passou a sentar, as batidas das colchas dela batendo nas minhas faziam muito barulho, então mudamos para a posição do frango, tive a percepção de ter visto alguém nos observando pela brecha da porta da sala, aquilo me deixou com mais tesão, ela me pedia para gozar dentro dela, tanto que ela insistiu que gozei, nos beijamos, ficamos ali, ela pediu para dormir com ela, que amanhã cedo ela sairia para o trabalho, que sua filha iria para a escola e que quando eu acordasse poderia apenas bater o portão que trancaria e poderia ir pra casa, aceitei fomos para o quarto e dormimos, na manhã seguinte ela foi trabalhar e até então, pensei que sua filha tinha saído com ela.

Quando acordei beirando as 8:30, pelado rsrsrs fui ao banheiro, liguei o chuveiro, tomei uma ducha e ao sair a surpresa, a Joyce estava em casa preparando o café, eu nú ela me olhou e disse, vai vestir a cueca e sorriu, ela está a com um shortinho legging e um top quase que minúsculo mostrando sua barriguinha, corri ao quarto coloquei logo a calça e fui a cozinha, e perguntei se ela não deveria estar na escola, ela então me respondeu que tinha cabulado pois queria ficar em casa, eu assustado, ela me falou senta, vamos tomar café, ela tinha feito café, trouxe pão e frios, sentei e ela começou a me perguntar.

- E aí, fez minha mãe sofrer muito ontem?
- Menina, sua mãe sabe que você está aqui, assim com um homem?
- Não ela não sabe e nem precisa saber, você fez ela sofrer ontem ?
- Acho que isso é conversa minha e da sua mãe
- Eu acho que ela sentou muito prazer, pelos gemidos dela ontem.

Eu quase já entendendo as intenções dela, perguntei

- Então você sabe a resposta né, você viu o que eu fiz com ela

Ela envergonhada perguntou você me viu? Respondi que sim e questionei você quer igual ?

Meu pau latejava já, ela me disse que queria ver, então eu tirei ele pra fora já ereto, ela ficou olhando, me disse que nunca tinha visto a pica de um homem, só dos garotos com quem ela ficava, disse a ela para tocar nele e fazer o que ela fazia com os garotos, a cachorrinha segurou e passou a chupar, mamando como a mãe dela, eu segurava nos cabelos dela vendo aquele rosto, passei a massagear seus peitos, que delícia, logo a levantei e fomos para a cama, no quarto da mãe dela, tirei seu shorts e chupei aquela buceta lisinha, que delícia, depois fui enfiando, ela gemendo baixinho para não gritar, meu pau quase não entrava todo, vi que ela já não era mais virgem, continuei a penetrar, agora com vai e vem, ela revirava os olhos, sentia aquela vagina ficar mais larga e úmida, passei a chupar seus peitos, então eu deitei e trouxe ela pra cima de mim, ela sentava de vagar, e aos poucos fui acelerando, quando a beijei na boca e massagiei seus mamilos, fui enfiando o dedo em seu cuzinho ela gritou e pude sentir seu leite escorrendo da minha pica para as bolas, a cachorrinha virou mulher, transamos a manhã inteira, fiquei com ela pelado até às 13hrs quando fui embora, pra Verônica eu já estava trabalhando quando sai da casa dela, mas sua filha não deixou, depois dessa semana, estamos combinando dela vir aqui em casa, sem sua mãe saber é claro, mas também chamais jogarei a Verônica para escanteio, pois tal filha, tal mãe.

Segue as fotos delas

Foto 2 do Conto erotico: Tal mãe, tal filha - de noite uma, de dia a outra


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Comentários


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daniros Comentou em 14/02/2026

Sortudo! Ganhou duas bucetinhas!!

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daniros Comentou em 14/02/2026

Delícia, hein!!




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Tal mãe, tal filha - de noite uma, de dia a outra

Codigo do conto:
254621

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
14/02/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
1