*As Duas Esposas Liberadas pelos Maridos numa Aventura inesquecível*

*As Duas Esposas Liberadas pelos Maridos numa Aventura inesquecível*

*ROSE:*
Rose, aos 42 anos, carregava o peso e a beleza de quinze anos de casamento. Morena de cabelos negros e longos que caíam em cascata pelas costas, possuía seios pontudos que desafiavam o tecido e um bumbum farto e empinado, daqueles que faziam qualquer homem virar o pescoço. Suas coxas grossas e torneadas eram um convite ao toque.

Há apenas seis meses, seu marido, numa tentativa de reacender a chama da paixão que o tempo e a rotina haviam ameaçado apagar, a havia "liberado" para explorar sua sexualidade como uma hotwife. Essa nova liberdade, no entanto, vinha acompanhada de um conflito interno profundo. Criada com valores conservadores, Rose lutava contra a culpa e a vergonha, enquanto uma parte mais selvagem e inexplorada de si ansiava por ser descoberta.

No fundo, Rose era tímida, mas quando a excitação tomava conta, ela se transformava numa fera indomável. Precisava de validação, de sentir-se desejada, e secretamente fantasiava em ser o objeto de desejo de múltiplos homens, em ser observada, em perder o controle.

Seu marido, um homem perspicaz, havia percebido suas fantasias reprimidas e, ao invés de reprimi-las, decidiu encorajá-la, vendo na libertação dela uma forma de reacender o fogo entre eles.

Ele me ama, ele me quer feliz, mesmo que isso signifique me compartilhar, pensava ela, enquanto a ideia de ser uma puta para outros homens a excitava e a aterrorizava ao mesmo tempo.

Seu desejo mais secreto era ser completamente objetificada, ter seu corpo usado e abusado, e se entregar totalmente ao prazer sem amarras.


*DANIELA:*

Dani, com seus 40 anos e dezesseis de casada, era a personificação da mulher confiante e sexualmente liberada. Loira, elegante, com um sorriso farto e sempre alegre, possuía seios médios e um corpo atlético que denunciava sua paixão por exercícios.

Há cinco anos, ela já vivia abertamente como hotwife, e a experiência a havia transformado numa mulher sem pudores, dona de si e de seu prazer. Sua bissexualidade era um tempero a mais em sua vida sexual, desfrutando tanto de homens quanto de mulheres com igual voracidade.

Dani era uma líder nata, sedutora e com um toque de manipulação brincalhona. Adorava empurrar os limites, especialmente os de Rose, e se deleitava em "corromper" mulheres que ainda se prendiam a tabus.

Seu casamento era um relacionamento aberto, negociado anos atrás, onde o marido não apenas apoiava suas aventuras, mas se excitava profundamente ao ouvir os detalhes mais sórdidos de suas conquistas.

Ele adora me ver brilhar, me ver foder, e eu adoro contar cada detalhe, pensava Dani, com um sorriso malicioso. Seu desejo secreto era a busca incessante por novas experiências, especialmente ménages e sexo em grupo, onde pudesse explorar todas as facetas de sua sexualidade e, de quebra, levar suas amigas para o lado mais selvagem da vida.


*RODRIGO:*
Rodrigo, 34 anos, solteiro e um empresário bem-sucedido, era a personificação do desejo masculino. Alto, moreno, com um corpo másculo e bem-definido, possuía uma beleza clássica e um carisma que desarmava qualquer mulher.

Sua psicologia era a de um sedutor nato, confiante e perspicaz, capaz de ler os desejos femininos mais ocultos e de escalar a tensão sexual com maestria.

Ele já havia participado de inúmeros ménages e sabia exatamente como conduzir duas mulheres simultaneamente, fazendo com que cada uma se sentisse única e especial.

Seu histórico de conquistas era vasto, mas ele não era um mero pegador; Rodrigo era um artista da sedução. Sua abordagem inicial era sempre respeitosa, quase cavalheiresca, mas ele sabia exatamente quando e como se tornar dominante, quando as mulheres ansiavam por serem tomadas. Elas querem ser comidas, não cortejadas para sempre, era seu mantra silencioso.

Sua habilidade secreta era a de criar uma conexão íntima com cada mulher, mesmo em meio ao caos do prazer compartilhado, fazendo-as sentir que eram o centro de seu universo, ainda que por uma noite.

Ele era o maestro da orquestra do prazer, e estava sempre pronto para um novo concerto.

*VAMOS AOS FATOS:*


Era uma sexta-feira em Belo Horizonte, e o ar da noite prometia mais do que apenas o fim de semana. No Underground, um pub conhecido por sua atmosfera eclética e bandas de rock pulsantes, Rose e Dani se preparavam para uma aventura.


A semana havia sido dedicada à produção: depilação impecável, cabelos recém-tratados no salão, maquiagem perfeita.

Elas queriam estar deslumbrantes, e conseguiram.


Dani, com sua confiança inabalável, vestia um macacão vermelho vibrante, que abraçava suas curvas atléticas e deixava suas costas nuas, um convite descarado ao toque. Hoje eu vou meter, e meter muito, pensava ela, sentindo o tecido sedoso roçar em sua pele.


Rose, um pouco mais contida, mas não menos provocante, optou por um vestido preto   que realçava seu bumbum colossal e deixava de fora as suas costas, revelando a pele macia de suas omoplatas.

Será que ele vai gostar? Será que eu sou boa o suficiente?, a insegurança ainda sussurrava em sua mente, mas a excitação já começava a abafar a voz da razão.


Ao entrarem no pub, a música alta e a multidão vibrante as engoliram. Mas elas não passaram despercebidas. Como um ímã, atraíam olhares famintos de marmanjos que se aproximavam como abutres.


— E aí, gatas, sozinhas por aqui? — um deles tentou, com um sorriso forçado.


Dani apenas lançou um olhar de desdém. — Sozinhas, mas não desacompanhadas.


Rose, um pouco mais gentil, mas igualmente firme, balançou a cabeça. — Estamos bem, obrigada!


Elas se moviam pelo salão, rejeitando um a um, seus olhos varrendo a multidão, buscando algo mais interessante.


Não é qualquer um que vai ter a honra de transar com a gente hoje, pensou Dani, com um ar de superioridade.


Foi então que seus olhares se cruzaram com o dele. Do outro lado do salão, encostado no balcão, estava Rodrigo. Alto, moreno, com um sorriso que prometia perdição.


Seus olhos escuros as devoravam com uma intensidade que não era vulgar, mas sim um convite. A tensão era palpável, um fio invisível que as conectava.


Rose sentiu um calor subir por suas coxas, um arrepio percorrer sua espinha! Que delícia de homem!, ela pensou, sentindo sua buceta pulsar.


Dani apenas sorriu, um sorriso de caçadora. Rodrigo, percebendo o sinal verde, se aproximou com uma confiança tranquila.


— Boa noite, senhoritas. Posso oferecer uma bebida a duas das mulheres mais deslumbrantes que já vi nesta noite?

Sua voz era grave, aveludada. Dani riu, um som melodioso.

— Depende. O que você tem a oferecer além de uma bebida?


Rodrigo sorriu, um brilho malicioso nos olhos. — Uma noite inesquecível, talvez? Ou quem sabe, uma aventura que vocês nunca mais vão esquecer.


Rose sentiu o rosto corar, mas não conseguiu desviar o olhar. Ele sabe, ele sabe o que a gente quer, ela pensou, sentindo a calcinha úmida.


A conversa fluiu, leve no início, mas rapidamente mergulhando em águas mais profundas. Eles falaram sobre viagens, sobre a vida, e então, inevitavelmente, sobre sexo. Rodrigo era um mestre em conduzir o assunto, lançando iscas sutis sobre fantasias, sobre experiências, sobre o que as excitava.


— E vocês, o que as faz vibrar? — ele perguntou, seus olhos fixos em Rose, que engoliu em seco.


Dani, mais ousada, respondeu. — Ah, a gente gosta de quebrar as regras, de explorar o proibido. Não é, Rose?

Rose apenas assentiu, um pouco sem fôlego. Ele está me olhando, ele quer me pegar, a voz em sua cabeça gritava.


Rodrigo tocou levemente o braço de Rose, um toque elétrico que a fez estremecer. — Sinto que vocês têm muito a explorar. E eu adoraria ser o guia.


A química era inegável. Risadas, olhares cúmplices, toques discretos. A ideia de um ménage a três surgiu naturalmente, quase como uma conclusão inevitável. Não houve um pedido formal, apenas um acordo silencioso, uma eletricidade que percorria os três.


— Minha casa é logo ali. Que tal continuarmos a festa em um lugar mais... íntimo? — Rodrigo sugeriu, seus olhos brilhando de desejo.


Rose e Dani se entreolharam, um sorriso maroto nos lábios. A noite estava apenas começando.

Rodrigo pagou a conta, e ao saírem do pub, ele as abraçou, uma de cada lado, sentindo o calor de seus corpos contra o seu.

A promessa de uma noite de pura depravação pairava no ar.


*O ESTACIONAMENTO PROIBIDO:*

O estacionamento do Underground era um labirinto de sombras e carros, um cenário perfeito para o início de uma aventura proibida. A adrenalina corria nas veias das duas mulheres, a excitação de estarem ali, com um estranho, prestes a fazer algo tão ousado.

Rodrigo as conduziu até seu carro, um SUV escuro e imponente, que parecia engolir a pouca luz ambiente.

Mal chegaram perto do veículo, a fome sexual explodiu. Dani, sem hesitar, agarrou Rodrigo pelo pescoço e o beijou com uma ferocidade que o pegou de surpresa.


Rose, num impulso, se juntou, e o beijo triplo foi um caos de línguas, dentes e gemidos abafados. As mãos de Dani desceram pela cintura de Rodrigo, encontrando o volume protuberante em sua calça. Puta que pariu, que pauzão!, ela pensou, apertando-o com força.


O gemido de Rodrigo foi abafado pelos beijos.

Rose, no meio do sanduíche de corpos, sentia o pau duro de Rodrigo roçar em sua barriga, a buceta já encharcada. Seus dedos, quase que por instinto, escorregaram para dentro de sua calcinha, massageando o clitóris que latejava. Que delícia, que perigo! Alguém pode nos ver!, o pensamento a excitava ainda mais. O beijo se aprofundou, as línguas se entrelaçando, o cheiro de suor e perfume se misturando.

De repente, um carro passou, os faróis iluminando brevemente a cena. Eles se separaram num sobressalto, o coração batendo a mil. O susto, ao invés de frear, apenas intensificou o desejo. Rodrigo abriu a porta do carro, os três ofegantes, os olhos brilhando no escuro.

A promessa de mais estava no ar, e eles mal podiam esperar.


*A VIAGEM DA PERDIÇÃO:*

No carro, a tensão sexual era quase insuportável. Dani, com sua ousadia característica, pulou na frente, no banco do passageiro. Rose, um pouco mais hesitante, mas igualmente excitada, sentou-se no banco de trás.

Rodrigo ligou o motor, e o ronco grave do carro parecia um prelúdio para o que viria.

Dani não perdeu tempo. Assim que o carro começou a se mover, ela se virou para Rodrigo, seus lábios encontrando os dele em um beijo urgente. Suas mãos, ágeis e famintas, desceram pela coxa de Rodrigo, encontrando o volume em sua calça. Ela o apertou, sentindo a dureza pulsante do pau dele. Que rola gigante! Mal posso esperar pra sentir essa coisa dentro de mim, pensou Dani, enquanto sua língua explorava a boca de Rodrigo.

Rose, no banco de trás, assistia a tudo, a respiração ofegante. A cena à sua frente era um espetáculo de pura luxúria. A visão de Dani beijando e apalpando Rodrigo enquanto ele dirigia era um afrodisíaco poderoso. Seus dedos, que já estavam em sua calcinha no estacionamento, agora trabalhavam com mais intensidade, massageando seu clitóris inchado. Eu quero, eu quero esse homem também!

Ela gemia baixinho, quase inaudível.O carro seguia pela avenida, e Dani não parava. Seus beijos eram cada vez mais profundos, suas mãos exploravam cada centímetro do corpo de Rodrigo que estava ao seu alcance.

Ela desabotoou a camisa dele, sentindo os músculos definidos sob seus dedos. Rodrigo, com uma mão no volante, tentava manter o controle, mas o tesão o estava consumindo.

De repente, um aviso sonoro. O carro apitou, indicando que o combustível estava acabando. Rodrigo praguejou.
— Puta que pariu, esqueci de abastecer!


Ele parou em um posto de gasolina 24 horas. Dani, com um sorriso malicioso, se virou para Rose.


— Rose, sua vez! Vem experimentar um pouquinho desse homem.


Rose, surpresa, mas com o coração aos pulos, trocou de lugar com Dani. O frentista, um jovem com cara de sono, olhou a cena com uma expressão de total confusão enquanto Rodrigo abastecia. Ele não entendeu coisa nenhuma, pensou Rose, sentindo um arrepio de excitação pelo perigo.


Assim que voltaram para a pista, Rose também se jogou nos braços de Rodrigo. Seus beijos eram mais tímidos que os de Dani, mas carregados de uma intensidade reprimida. Suas mãos, trêmulas, desceram pela calça de Rodrigo. Ela sentiu o zíper, e com um misto de medo e audácia, o abriu.

O pau de Rodrigo saltou para fora, duro e imponente, uma visão que a fez engasgar. Meu Deus, é enorme!, ela pensou, seus olhos arregalados.


Sem hesitar, Rose o pegou na mão, sentindo o calor e a pulsação. Ela o levou à boca, e com um pouco de dificuldade, começou a chupá-lo. O gosto era salgado, viril, e a sensação era indescritível.


Rodrigo gemeu, quase perdendo o controle do volante.


— Porra, Rose! Assim você me mata! — ele sussurrou, a voz rouca de tesão.


Rose continuou, sugando a cabeça do pau, sentindo-o deslizar por sua garganta. Ela chupava as bolas, lambia o tronco, e a cada movimento, Rodrigo se contorcia no banco.

Ele está delirando, eu estou fazendo ele delirar!, a ideia a encheu de poder.


Rodrigo mal podia acreditar na sorte. Duas mulheres gostosas, uma chupando seu pau enquanto ele dirigia, a outra no banco de trás, provavelmente se masturbando.


Essa noite vai ser inesquecível, caralho, ele pensou, sentindo o sangue pulsar em suas veias.


Ele desistiu de ir para casa. O tesão era grande demais para esperar. Avistou o Motel Le Monde no caminho, um oásis de luxúria e perdição.

*O SANTUARIO DO PRAZER: MOTEL LE MONDE*

O carro de Rodrigo deslizou para a garagem privativa do Motel Le Monde. Ele havia escolhido a suíte mais luxuosa: banheira de hidromassagem, teto panorâmico, sauna e uma piscina privativa.


A noite prometia ser épica. Ao entrarem no quarto, o ar estava carregado de uma eletricidade palpável. A música ambiente suave e a iluminação indireta criavam um cenário perfeito para a depravação que estava prestes a acontecer.


Mal a porta se fechou, Rose e Dani se jogaram em Rodrigo, seus lábios famintos encontrando os dele. As mãos ágeis das duas mulheres começaram a despir Rodrigo, rasgando sua camisa, desabotoando sua calça.


Elas o beijavam, o mordiam, o acariciavam, enquanto ele gemia de prazer. Em poucos segundos, Rodrigo estava nu, seu pau duro e latejante, uma torre de carne ereta.


Dani se ajoelhou primeiro, pegando o pau de Rodrigo com as duas mãos. Ela o lambeu da base à ponta, seus olhos fixos nos dele.


Rose, por sua vez, se abaixou e começou a chupar as bolas de Rodrigo, sua língua quente e úmida as envolvendo.


Elas se revezavam, uma chupando a cabeça, a outra as bolas, num balé sincronizado de luxúria.


Rodrigo se sentia o homem mais feliz do mundo, tendo aquelas duas putas gostosas ali, dedicadas a seu prazer.— Ah, porra! Chupa essa porra, suas safadas! — ele gemeu, a cabeça jogada para trás.


Dani sugava com força, sentindo o pau de Rodrigo pulsar em sua boca. Rose, com a boca cheia das bolas dele, sentia o gosto salgado e viril.


Elas trocavam olhares, um desafio silencioso de quem daria mais prazer. Enquanto uma chupava, a outra beijava a boca de Rodrigo, suas unhas arranhando levemente suas costas musculosas.


Rodrigo não aguentou mais ficar de pé. Ele se jogou na cama king size, completamente nu, o pau ainda duro e apontando para o teto.


Dani, com um sorriso malicioso, se aproximou de Rose.
— Sua vez de ficar pelada, gatinha.


Rose, um pouco envergonhada, mas excitada pelo álcool e pela atmosfera, deixou Dani tirar sua roupa.


Dani desabotoou a blusa de Rose, revelando seus seios pontudos. Em seguida, soltou o vestido, expondo o bumbum farto e a calcinha molhada.


Rose estava completamente nua, seu corpo curvilíneo exposto à luz suave.

Nesse momento, Dani, já pelada, se posicionou sobre o rosto de Rodrigo. Sua buceta, úmida e rosada, pairava sobre a boca dele. Ela começou a rebolar, esfregando a buceta no rosto de Rodrigo, suas mãos apoiadas na parede para dar mais impulso.


Rodrigo, com os olhos arregalados, abriu a boca e começou a lamber, a chupar, a devorar aquele mel que escorria.


— Ah, porra! Que delícia! — ele murmurava, a boca cheia da buceta de Dani.


Enquanto Dani se esfregava no rosto de Rodrigo, Rose, ajoelhada ao lado da cama, pegou o pau dele novamente. Ela o chupava com mais voracidade agora, sentindo-se mais à vontade. Punhetava-o contra sua boca, lambia as bolas, e enfiava a cabeça do pau o mais fundo que conseguia em sua garganta.

Rodrigo chupava e era chupado, um banquete de prazer.

Aquilo durou alguns minutos, até que Dani se afastou do rosto de Rodrigo.

Ela se virou para Rose, um brilho de desejo nos olhos. Rose, que ainda não sabia, estava prestes a descobrir a ousadia insana de Dani de uma forma muito íntima.

Dani se aproximou de Rose, que estava deitada na cama, e começou a acariciar seu corpo.

Suas mãos percorriam os seios, a barriga, as coxas, até chegarem à buceta de Rose, que já estava pulsando de desejo.

Rodrigo se arrepiava de tanto tesão ao ver aquela cena!


— Você é tão gostosa, Rose. Deixa eu te provar um pouco — Dani sussurrou, seus dedos já explorando os lábios úmidos de Rose.


Rose estremeceu, o álcool e a excitação a empurrando para além de seus limites. Ela não esperava por aquilo, mas a ideia de ser tocada por Dani a excitava de uma forma nova e proibida.


Dani deitou Rose na cama, abrindo suas pernas. Ela se ajoelhou entre as coxas de Rose, e com a língua, começou a massagear o clitóris inchado da amiga.


Rose arqueou as costas, um gemido escapando de seus lábios. A cena era surreal: Rose deitada, pernas abertas, buceta exposta, Dani de quatro, chupando a buceta de Rose com voracidade, e Rodrigo, com o pau duro, observando tudo, punhetando-se.


— Ah, Dani! Maaaaiiiiiiissssss! Chupa essa xota! — Rose gemia, as mãos nos cabelos de Dani.


Enquanto Dani devorava a buceta de Rose, Rodrigo se aproximou. Ele colocou seu pau na boca de Rose, que o chupava com a mesma intensidade que era chupada por Dani.


A boca de Rose estava ocupada com o pau de Rodrigo, enquanto sua buceta era lambida por Dani.


Rodrigo, com uma mão livre, desceu até a bunda de Dani e começou a massageá-la, sentindo a maciez de suas nádegas.


O tesão era o auge daquela cena, todos dando e recebendo prazer.

Rodrigo percebeu o que Dani queria. Ele tirou o pau da boca de Rose e, com um movimento rápido, o enfiou na buceta de Dani, que ainda estava de quatro, chupando a buceta de Rose. A cena era insana: Rodrigo socando forte na buceta de Dani, que chupava a buceta de Rose.


Rose, vendo a amiga sendo comida por Rodrigo enquanto a chupava, sentiu um arrepio de prazer e depravação.


— Vaiiiii, Rodrigo! Mete nessa buceta! — Dani gemeu, a voz abafada.


A cena durou alguns instantes, um turbilhão de corpos, línguas e gemidos. Rodrigo comia Dani, que chupava Rose, e o tesão de todos era intenso, quase insuportável.


Em seguida, foi a vez de Rose. Rodrigo se deitou na cama, e Rose, com um brilho selvagem nos olhos, veio por cima. Ela se sentou no pau de Rodrigo, sentindo-o preencher sua buceta com força.


Rose começou a cavalgar, seus quadris se movendo em um ritmo frenético.


— Ah, que mulher gostosa! Mete meu pau nessa buceta, Rose! — Rodrigo gemeu, sentindo as mãos em suas coxas.


Dani ficou ali ao lado, observando a amiga cavalgar. Ela passou a mão na bunda de Rose, massageando-a, e então, com um dedo, começou a tocar o cuzinho apertado da amiga.


Rose gostava de uma massagem no cuzinho enquanto cavalgava, e Dani sabia disso.


— Ah, Dani! Isso! Mais! — Rose urrava, gemendo, estremecendo, sendo comida por cima e massageada no cuzinho pela amiga.


Ela arranhava os peitos de Rodrigo, beijava sua boca com uma voracidade que a surpreendia.

Até que não aguentou mais. Um grito escapou de seus lábios enquanto ela explodia em um orgasmo intenso, gozando naquele pau grosso e grande.


Rodrigo, a essa altura, estava segurando para gozar, sabendo que precisava dar conta das duas.

Após Rose ter gozado, foi a vez de Dani. Ela se deitou na cama, abriu as pernas, e Rodrigo a penetrou por cima com vontade.


Ele socava aquela rola tesa, levando e trazendo, enquanto Dani arranhava suas costas com suas unhas vermelhas, apertando-o contra seu corpo.


— Come essa buceta, Rodrigo! Fode com força! — Dani implorava.


Ficaram ali por alguns minutos, até que Dani pediu para ficar de quatro, empinando sua bunda redonda. Rodrigo obedeceu.

Com Dani de quatro, ele começou a socar aquele pau com vontade, entrando até o último centímetro. Dani gemia, sentindo as bolas de Rodrigo batendo em sua buceta e o pau entrando lá no fundo, dando-lhe um prazer antes inimaginável.

Não demorou muito para Dani explodir em um orgasmo, esguichando e molhando a cama. Era um gozo genuíno, gostoso, intenso.

As duas amigas já haviam gozado intensamente. Faltava apenas Rodrigo.

Ele ficou de pé ao lado da cama, o pau latejando, inchado de tanto prazer reprimido.


Rose e Dani, exaustas mas ainda famintas, se ajoelharam à sua frente.


— Chupem esse pau, suas putas! — Rodrigo ordenou, a voz rouca.


Uma loira e uma morena, ajoelhadas, começaram a chupar. Enquanto Dani chupava as bolas, Rose chupava a cabeça do pau, seus olhos fixos nos de Rodrigo, com uma expressão de pura depravação.


Elas arranhavam suas pernas, apalpavam sua bunda, punhetavam-no com suas bocas.

Até que Rodrigo não aguentou mais. Um grito gutural escapou de seus lábios enquanto ele explodia em um gozo farto e denso, esguichando seu sêmen nos rostos das duas casadas safadinhas.

O mel escorria pela boca, pelo queixo, pelos seios das duas. Aquele líquido quente e pegajoso escorria em suas peles suaves.

Ambos estavam saciados, exaustos, mas com um sorriso de pura satisfação.

Com o mel escorrendo pelo rosto, elas se levantaram e beijaram Rodrigo. Foi um beijo triplo, as línguas se entrelaçando, o tesão ainda intenso. O mel foi compartilhado, a cumplicidade entre as duas era enorme.


Em seguida, descansaram um pouco, tomaram um drink.

Rose, com um brilho nos olhos, sugeriu encher a banheira. Elas queriam mais.

*ALGO MAIS ESTAVA POR VIR*

Enquanto os três se recuperavam do turbilhão de prazer, Rodrigo pegou o celular para verificar as horas. Uma mensagem de dois amigos, Marcos e Paulo, piscava na tela: "Estamos por perto, o que tem de bom aí?” “Convida a gente!!".

Rodrigo sorriu, um brilho malicioso nos olhos. Ele olhou para Rose e Dani, que estavam deitadas na cama, os corpos suados e satisfeitos.


— E aí, gatas? Querem expandir a festa? Tenho dois amigos aqui perto que estão loucos para se juntar a nós.


Rose hesitou, o choque da proposta a atingindo. Dois? Mais dois homens? Meu Deus, eu nunca fiz isso!, seu coração disparou.

Mas Dani, com sua confiança inabalável, a cutucou.
— Vamos, Rose! Não seja careta agora. É a chance de você se soltar de vez!


Rose olhou para Rodrigo, que a observava com um sorriso encorajador. A ideia de ser o centro das atenções de três homens, de ser completamente dominada, começou a excitar seu lado mais selvagem.


— Tudo bem então... — ela sussurrou, a voz trêmula. — Mas peguem leve comigo. Sou uma donzela!

Rodrigo sorriu. — Não prometo nada, gatinha!

Ele enviou a mensagem, e em poucos minutos, a campainha tocou. Marcos e Paulo, dois homens atléticos e com sorrisos predadores, entraram no quarto.

Os olhos deles se arregalaram ao ver Rose e Dani, nuas e suadas na cama.


— Qu isso, Rodrigo! Você se superou! — Marcos exclamou, os olhos fixos no bumbum de Rose.


A festa se transformou em uma orgia. Os três homens se jogaram sobre as duas mulheres, beijando, lambendo, apalpando.

Rose, inicialmente tímida, logo se entregou ao caos. Ela sentiu um pau em sua boca, outro em sua buceta, e um dedo em seu cuzinho.

Dani, por sua vez, estava no paraíso. Ela gemia enquanto era comida por Marcos por trás, enquanto Paulo chupava seus seios e Rodrigo beijava sua boca.


Houve duplas penetrações, bucetas e cuzinhos sendo preenchidos simultaneamente.

Rose sentiu seu cuzinho ser alargado por um pau grosso, enquanto outro a socava na buceta.

Ela urrava de prazer, seus gritos abafados pelos gemidos dos homens e de Dani.

A cama se tornou um campo de batalha de corpos suados, gemidos e gozos.


Rose e Dani foram comidas até a exaustão, seus corpos marcados por mordidas e arranhões, suas bucetas e cuzinhos doloridos, mas seus sorrisos de pura satisfação.


Elas haviam sido completamente dominadas, e amaram cada segundo.


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253787 - Esposa Hotwife se divertindo na noite! - Categoria: Cuckold - Votos: 9

Ficha do conto

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Nome do conto:
*As Duas Esposas Liberadas pelos Maridos numa Aventura inesquecível*

Codigo do conto:
254796

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
16/02/2026

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