Recordar essas lembranças agora, é tipo provar um fruto podre do passado que eu não consigo cuspir.
Meu pai dava conselhos de negócios, finanças e como ser empresária pra mim e pra Roberta. Seu Reginaldo é um empreendedor nato. Inteligente pra caramba, charmoso, disciplinado, trabalhador e ainda por cima amoroso com a gente.
- Ai que ódio de mim mesma por ter achado tudo lindo.
Chegamos no primeiro fim de semana, depois de ficar quatro dias com ele. Eu achando que o papai tava preocupado que a gente fosse flagrado. Ele me deu vários conselhos pra mamãe e a Roberta não desconfiarem de nada. Pelo menos era o que eu pensava na minha cabeça burra.
- Como eu fui otária do caralho!
- Uma imbecil completa!
- Uma besta quadrada nível master!
Mamãe e Roberta sabiam de tudo desde o começo. Eu morria de medo que elas desconfiassem ou descobrissem.
Incesto é aberração, né? Todo mundo acha nojento, anormal. Eu ficava tremendo só de pensar. Papai começou a chegar tarde em casa na semana seguinte. Eu, a bocuda e imatura que eu era, cheguei a ligar na empresa dele pra ver se tava tudo bem. Vê se pode, menina?
Depois eu descobri que por causa das minhas desconfianças idiotas, tipo ficar falando que ele tava grudado na Roberta, eu comentei com a mamãe. Sem saber que a Dona Mayara, minha mãezinha, já sabia de tudo e ainda foi conivente, alertando o papai e a Roberta. Mamãe me decepcionou pra cacete. Chorei muito. Depois perdoei, mas doeu pra caralho.
Um tempo depois, descobri que papai alugou um flat pertinho da empresa pra ficar com a minha irmã. Lembro que nessa semana ela saía mais cedo de casa “pra faculdade”. Pelo menos era o que eu achava.
- Perguntei se ela tinha conhecido alguém. Ela nem disse que sim, nem que não. Minha irmã é super fechada, nunca falava da vida amorosa dela.
Papai salvou meu dia:
Mais cedo eu tava largada no sofá, tristonha pra cacete, assistindo TV, e muito emburrada com o mundo, comendo todos os bombons “Garoto” da caixa, achando que o papai tinha enjoado de mim.
Ontem, ele não teve tempo pra ficar comigo. De repente ouvi a chave na porta, a maçaneta girando. Ele apareceu iluminado pela luz da sala. Um cavalheiro lindo, cabelos grisalhos nas têmporas, cara de linhagem chique, nariz aquilino, olhos azuis que me matam, sobrancelhas grossas, boca sensual. Pulei no colo dele. Ele largou a maleta no chão pra me segurar. Prendi as pernas na cintura dele, cruzei os tornozelos atrás. Olhei fundo nos olhos dele e encostei os lábios nos dele. Meu corpo tremia todo, foi intenso demais, quase hipnótico. Ele perguntou da Roberta? Falei que a gente tava sozinho em casa. Papai me carregou pelo corredor beijando, cheirei o seu pescoço perfumado, até chegar no quarto dele e da mamãe.
O papai me jogou na cama, a queda foi macia, o colchão deles, é importado. Ele tirou o paletó, a gravata, a camisa, o cinto, a calça, meias, sapatos, tudo. Subiu peladinho em cima de mim, procurando minha boca. Seus olhos azuis me pegaram de novo. Mão no meu peito.
- Aí ele falou:
— “Te amo. Eu sempre te amei, minha filha”.
Meu, os meus olhos encheram d’água. Respondi chorando:
— Também te amo, pai… meu amorzinho.
Acho que ali selamos um pacto doentio que ninguém pode saber.
Ele ficou louco com meu rosto, com meu corpo, com minhas curvas, com meus peitos. Papai é fogo puro. Beijo molhado, conectado, olhos opalinos brilhando. Minhas roupas foram saindo aos poucos. Ainda sinto o cheiro do corpo dele no meu. Seus ombros largos, peito com pelinhos brancos. Perdemos o controle. - O pecado da carne nos cegou.
Ele me penetrou com força, como se quisesse me rasgar. Sugou forte os meus seios. Só de lembrar fico molhada de vergonha.
A lua lá fora, coração disparado, respiração aos trancos. Papai me fodeu violento, girou meu corpo várias vezes, fiquei de quatro. -Dedão no meu cu enquanto metia na buceta. Chupei meu próprio dedão gemendo, pedindo mais. Depois empinei mais, ele tentou no cu, lutando pra manter a ereção. Nossas peles estalando alto.
Ele invadiu meu cu! Gozei torrencial, corpo mole. Ele continuou sem parar, esticou o braço pra eu me tocar.
Dor e prazer misturados, quase não respirava. Papai gozou quase no meu cu, segurou meu ombro, beijos desesperados. Esperma escorrendo nas minhas nádegas, no lençol. Minha cabeça girando. Ele levantou, foi pra janela, lua cheia, refletindo no suor dele.
Depois tomamos banho juntos (ele ama). Ensaboei-o, ele me ensaboou. Encostei o papai na parede, alisei o troço, masturbei, lambi o pescoço. Ele meteu o dedo no meu cu de novo e gozou rápido, com a punheta que fiz nele, com a mão direita.
Há-Há... o monstrinho murchou rapidinho. Fiquei com medo de contar, que gravei ele entrando no banheiro, enquanto eu tomava banho na semana passada. E se ele surtar e parar de ficar comigo?
- Tô apavorada! – Gravar isto, deve ser perigoso?
– Claro, né?
Chegamos num patamar perigoso pra caralho. Não tem volta. Acho que tô ficando louca. Essa semana chupei mais o pau do meu pai do que beijei o Rodrigo. Ele não chega nem perto. Acho que vou para o inferno quando morrer.
[Reflexão]
Tem coisa que não dá pra explicar. Tem que viver. Fiquei chocada comigo mesma pela ousadia.
Fim.
{Lembranças}
Meu quarto naquela época era cheio de pôster de Linkin Park, My Chemical Romance, Green Day, Fresno, Queen, CPM22, Red Hot e Charlie Brown Jr. Quarto adolescente clássico.
Confissões: Sexta-feira, 23 de novembro de 2013, 01:00.
Papai entrou no meu quarto, bem quando eu tinha acabado de vestir a calcinha. Tava seminua, toalha na cabeça. Ele nunca entra sem bater. Tomei um susto do caralho, achei que era a Roberta.
Cobri os peitos com a outra toalha. Mano, o olhar dele… Um olhar eletrizante, só faltou sair faíscas. Sorriu perverso. Pedi pra ele sair, porque a Roberta tava em casa. Temi que ele me pegasse ali mesmo, queria muito, mas morria de medo.
Ele deu boa noite, beijo na testa e saiu. Fiquei em alerta total.
Quando a Rô saiu, pra ir na faculdade. Fui de camisola branca pro quarto dele e da mamãe. Não tinha ninguém no apartamento além de nós. Chamei, ele respondeu do escritório:
– “Tô aqui, Isabel…”.
Corri. Ele tava na poltrona, falando no celular, pediu silêncio quando passei pela porta. Obedeci, mas sentei na mesa, abri as pernas tipo ‘vadia sem vergonha’, bem pertinho da cara dele, quis nem saber, vou pro inferno mesmo, foda-se!
Ele sorriu ardente. Desci, ajoelhei entre as pernas dele, toquei no pau por cima da calça. Trinta, quarenta segundos depois, ele desligou o telefone. Me ergueu, rasgou a minha calcinha novinha, (doeu pra porra, por causa do elástico).
Sentou na poltrona, mandou eu sentar no troço dele. Mano, cara, transamos loucamente ali. Depois deitei na mesa e abri tudo, digo as pernas. Papai me comeu assustadoramente. Gozei gritando, tremendo. Ele gozou na minha barriga! Papéis no chão, porta-canetas quebrado. Já se passaram 7, 8 horas, e ainda sinto a vagina dolorida pelo tanto que ele enfiou, meteu em mim.
Depois dessa porra, ainda falamos de anticoncepcional e prevenção.
Ele disse que seria foda eu engravidar dele. Mamãe e Roberta, nunca perdoariam. Saí confusa: ‘sou filha, amante ou o quê? Tô com 18 anos, isso é demais pra mim.’
Papai viajou a trabalho, foi para a capital, SP. Depois, vai para o RJ.
Liguei todo dia, saudade louca dele. Até comecei a ver pornô, pra aprender coisa nova e surpreender o papai quando voltar.
Tô desesperada pra manter isso vivo.
Fim.
— Esse Layout, é um vídeo nosso, de 2013, mas transformei em fotos.
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