Era uma noite quente de sexta-feira no bar da esquina, aquele tipo de lugar meio escuro onde a música bate no peito e ninguém pergunta nome de verdade. Eu tava encostado no balcão, a cerveja já quente na mão, só observando o movimento. Foi quando ela apareceu. Cabelo preto curtinho bagunçado, piercing no nariz, regata preta colada marcando os peitos pequenos e firmes, calça jeans rasgada nas coxas. Tinha uma energia de quem não tá nem aí pra regras. Veio pedir uma dose dupla de cachaça pura, olhou para o meu lado e deu um sorrisinho de canto que já dizia tudo.— Tá me olhando há meia hora, vai falar ou vai só babar? — ela soltou, sem rodeio. eu ri, levantei a garrafa num brinde mudo e respondi:— Tô tentando entender se você morde ou se só late. Ela riu alto, jogou a cabeça pra trás. A garganta exposta, o pomo-de-adão subindo e descendo. Gostei daquilo. Duas doses depois, ela se aproximou mais. O perfume misturado com cheiro de cigarro é algo doce que eu não consegui identificar. Falou baixinho no meu ouvido:— Eu gosto muito de mulher . Mas hoje… hoje eu tô com uma puta curiosidade de saber como é sentir uma rola de verdade dentro de mim. Só uma vez. Sem drama, sem WhatsApp depois .Puta que pariu. Eu não sou de desperdiçar convite desses. Saímos do bar direto pro motel numa rua a duas quadras atrás do bar . Nem cinco minutos de carro e já estávamos no quarto. Ela tirou a regata antes mesmo de fechar a porta. Sem sutiã. Mamilos castanhos já duros, pele arrepiada. Veio pra cima de mim como se tivesse pressa de resolver uma dívida antiga. Beijou com fome, mordendo meu lábio inferior enquanto enfiava a mão dentro da minha calça apertando meu pau por cima da cueca e gemeu na minha boca quando sentiu ele pulsar.— Caralho… é maior do que eu imaginava, murmurou quase surpresa.Empurrei ela de costas na cama, abri o zíper da calça dela com os dentes, a calcinha preta já tava encharcada, o tecido grudado na buceta inchada. Desci tudo junto, vi os lábios dela abertos, brilhando, o clitóris saltando pedindo dedo, língua, qualquer coisa. Mas ela segurou meu pulso.— Não. Primeiro eu quero sentir você. Quero saber como é ser arrombada por um pau de homem. Tirei a roupa bem rápido. Ela ficou de quatro na cama, empinando a bunda pequena e durinha, olhando para trás com aquele olhar de desafio.— Vai devagar no começo… mas depois mete com força. Quero sentir tudo. Cuspi na mão, passei no pau, alinhei a cabeça na entrada dela, estava apertada pra caralho molhada quente mas apertada. Enfiei só a cabeça e ela já soltou um gemido alto, meio dor e meio tesão.— Porra… continua… não para…Fui entrando devagar, sentindo ela se abrir, se moldar em volta de mim. Quando cheguei até o talo, parei um segundo. Ela tremia inteira parecendo que estava tendo um orgasmo ao mesmo tempo cravou a unha no lençol.— Tá doendo? perguntei, só pra ter certeza.— Tá doendo gostoso. Agora fode.Comecei a bombar. Primeiro lento , deixando ela se acostumar. Depois mais rápido, mais fundo. O som molhado da buceta dela engolindo meu pau enchia o quarto junto com os gemidos dela, cada vez mais altos, mais desesperados.— Isso… assim… me arromba… caralho, que pau gostoso…Segurei a cintura dela com força, puxando pra trás enquanto socava forte . Ela jogava a bunda contra mim, querendo mais, querendo tudo. De repente ela levou a mão no clitóris, começou a se esfregar rápido.— Vou gozar… vou gozar com essa rola dentro de mim… não para… não para…Senti ela apertar em volta de mim, o corpo todo convulsionando. Gozou gritando, tremendo, a buceta pulsando tão forte que quase me fez gozar junto. Segurei mais um pouco ainda não. Virei ela de barriga pra cima, levantei as pernas dela nos meus ombros. Entrei de novo, agora olhando nos olhos dela. Estava vidrada, boca entreaberta, suada e pedindo.— Goza dentro… por favor… quero sentir você gozando na minha buceta lésbica…Aquilo acabou comigo. Aumentei o ritmo, metendo forte, fundo, até sentir a porra vindo. Gozei urrando alto, enchendo ela toda, sentindo os espasmos do pau enquanto esvaziava dentro daquela buceta que até então só conhecia dedo, língua e strap. Quando tirei, o leitinho começou a escorrer devagar, misturado com o mel dela. Ela passou dois dedos ali, levou na boca, chupou olhando pra mim.— Caralho… agora eu entendo porque as héteras piram tanto. Rimos os dois, ofegantes, suados, bagunçados. Ela acendeu um cigarro, deu um trago e falou, com a voz rouca:— Foi foda. Mas amanhã eu volto pras minas. Só precisava tirar essa curiosidade do sistema. Levantei da cama, peguei minha cueca.— Beleza. Se um dia bater saudade de rola… já sabe onde me achar. Ela só sorriu, tragou de novo e respondeu:— Quem sabe, né? Mas agora sai daqui antes que eu peça bis. Saí do quarto rindo sozinho. Às vezes a vida dá umas surpresas mesmo, e essa foi das boas.
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