Dito isso, vamos ao conto.
Era domingo à tarde. Eu tava na sala com minha mãe vendo TV quando meu pai abriu a porta. Entraram três homens: dois negros jovens empunhado suas armas, e ele — o agiota. Um homem branco, quase 2 metros de altura, corpo de quem malha para manter a forma, barba grisalha curta, olhos claros que cortam como faca. Voz grave que ecoava na sala inteira. Quando ele me olhou fixo, meu coração disparou. No começo foi medo puro, mas depois… caralho, algo mudou. Uma onda quente subiu pela minha barriga. Ele tinha uma aura de macho dominante que fazia meu pai — que sempre foi o "homem da casa" — parecer um moleque acuado. Eu não conseguia desviar o olhar. Ele me devorava com os olhos, e eu sentia minha calcinha ficando úmida só com aquilo.
Nós três ficamos de pé na frente do sofá enquanto ele sentava como dono do lugar. Meu pai mandou minha mãe fazer café, tentando manter alguma pose, mas era ridículo. Ali só tinha um homem de verdade: aquele predador de 50 e poucos anos, pernas grossas abertas, cheiro forte de macho misturado com perfume caro e cigarro. Ele olhava pra mim de vez em quando, um olhar lento, possessivo, que me fazia apertar as coxas.
"Vamos direto ao ponto. Não vim botar vocês na rua." A voz dele era calma, mas os olhos passeavam pelo meu corpo inteiro.
Meu pai tentou negociar, mas ele cortou: "Tenho uma proposta melhor. Vocês não me devem mais nada e ficam com a casa. Interessado?"
"Claro, qualquer coisa pra resolver isso." Meu pai respondeu trêmulo enquanto minha mãe servia o café com as mãos tremendo.
Ele olhou pra ela: "Sua esposa tá nervosa. Manda ela subir."
Meu pai obedeceu na hora. Ela tentou me levar junto, mas ele segurou meu pulso com firmeza. Pele quente, mão grande. "Não. Ela fica. Alguém precisa testemunhar o acordo."
Minha mãe tentou protestar, mas os capangas a coagiram a subir. Ele dispensou os dois: "Podem esperar no carro. Hoje é só negócio." Meu pai pareceu aliviado… até ele mudar o tom.
O ar ficou pesado. Ele sacou a arma, colocou na mesa com um baque seco e mandou meu pai sentar na poltrona em frente. "Marca 10 minutos no celular, garota." ele deu a ordem.
Eu obedeci, com as mãos tremendo. Ele continuou: "Se você fizer ou falar qualquer coisa que me desagrade nesses 10 minutos…" Encostou a arma na cabeça do meu pai. "Eu vou estourar a sua cabeça e deixo meus amigos entrarem pra brincar com sua esposa. e te garanto que eles não vão ser tão educados quanto eu"
Meu pai tentou se mexer, levou um soco que o jogou de volta na poltrona. Ele enfiou a arma na boca do meu pai, que chorava de desespero. Eu não aguentei: "Para, por favor! Eu faço qualquer coisa, não mata ele!"
Ele tirou a arma devagar, guardou. Olhou pro meu pai encolhido: "Sua filha é mais inteligente que você." Depois virou pra mim, terminando de abrir o cinto. "Você sabe seguir ordens, garota?"
"Sim…" Minha voz saiu baixa, quase um sussurro. Ele deu uma volta lenta ao meu redor, me medindo dos pés à cabeça. Puxou meus braços pra trás e amarrou com o cinto. Apertado, mas não doía… excitava.
"Ajoelha."
Eu caí de joelhos na frente dele, de costas pro meu pai. Ouvi um tapa seco — provavelmente no rosto do meu pai. "Olha bem pra sua filha, porque ela tá salvando vocês."
Ele veio pra minha frente. Já sem calça. Sentou no sofá com as pernas abertas, o pau ereto bem na minha cara. Não era gigantesco, mas grosso pra caralho, reto, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Pentelhos grisalhos, cheiro forte de macho excitado, suor e tesão. As coxas musculosas dele me davam vontade de subir e cavalgar, mas eu só olhava hipnotizada.
Ele punhetava devagar, bem perto do meu rosto. "Pronta pra salvar sua família?"
Quando a mão dele tocou meu cabelo, minha boca se abriu sozinha, como se fosse instinto. Ele deslizou a rola pra dentro com calma no começo, mas logo segurou minha nuca e começou a foder minha boca, de forma ritmada, curtindo cada segundo. Minha buceta pulsava, molhada, latejando. Pensamentos loucos passavam na minha cabeça: "Ele é perigoso… mas é tão macho… tão dono… eu quero que ele me use assim pra sempre… que me foda até eu não aguentar mais…"
Eu tentava acompanhar os movimentos, chupava com vontade, língua rodando na cabeça grossa, tentava assumir o controle mas ele controlava tudo — empurrava até a garganta, segurava, deixava eu respirar só o suficiente pra não desmaiar. Meu pai assistia chorando, mas eu mal notava. Só existia aquele pau invadindo minha boca, o gosto salgado, o cheiro dele me dominando e aquela voz falando todo tipo de obscenidades sobre mim com um tom de voz tranquilo mas dominante, quase sádico, como se usar a minha boca na frente do meu pai fosse a coisa mais natural do mundo.
No fim nossos olhares se travaram. Os dele cheios de posse, os meus cheios de entrega. Ele grunhiu baixo, animalesco. "Abre bem… engole tudo."
E gozou. Fortes, jatos quentes enchendo minha boca, escorrendo pelos cantos. Ele segurou minha cabeça firme, forçando a rola até o fundo enquanto pulsava, me obrigando a engolir cada gota. "Engole, putinha" Eu obedeci, sentindo o gosto forte dele descer. Ele não soltou até a última gota, depois puxou devagar, limpando a cabeça na minha língua.
Soltou meu cabelo, vestiu a calça, olhou pro meu pai e disse: "Dívida quitada. foi um prazer fazer negócios com vocês."
E saiu sem olhar pra trás. Eu fiquei ali de joelhos, com esperma escorrendo no canto da boca, gosto dele na língua, buceta encharcada, pensando: "Quero que ele volte… quero que ele me foda…"
Quando a porta se fechou meu pai me abraçou e me pediu mil desculpas, tranquilizei ele e combinamos de nunca contar nada pra minha mãe.
e ai gostaram?
Essa é uma das fantasias que imagino pra me masturbar, tem muitas variações, mas basicamente são fetiches loucos que tenho.
Imaginar que um bandido perigoso trocaria uma grana alta por 10 minutinhos e ser dominada na frente da minha família.
Comentem o que acharam, adoro ler os comentários.



