Adilson


Na rua onde eu morava tinham muitas crianças. Era uma festa todos os dias, pois as brincadeiras aconteciam sempre num coletivo muito grande. Eram as mais variadas: pega-pega, esconde-esconde, taco, bolinha de gude (quilica aqui para nós de SC).

Na época tinham muitas casas em construção, então era muito comum a criançada brincar nestas construções quando não tinha ninguém trabalhando. Acho que todos nós conhecemos cada cômodo de cada casa na nossa rua. Pois, vivíamos dentro delas.

Numa dessas brincadeiras os meninos mais velhos decidiram brincar conosco de esconde-esconde. Tinha um específico que sempre vinha atrás de mim. Já conhecia minhas histórias junto com o Carlos né.

Ele não perdia a oportunidade de ficar me encoxando quando podia. Em todo lugar que eu ia, ele vinha atrás e nos lugares que ficávamos ele ficava esfregando o pau dele na minha bunda.

Numa dessas idas ele pegou a minha mão e colocou no pau dele. O pau dele não era tão grande quanto o do Caio. Mas eu podia sentir ele pulsando dentro da calça. Ele me pediu várias vezes pra eu deixar ele comer meu cuzinho. Até que cedi.

O pau do Adilson não era muito grande. Era um pau grosso, tinha um prepúcio grande, não era muito cabeçudo. Era um pau bonito, sem muitos pelos.

Estávamos no telhado de uma dessas casas. Aqui em SC chamamos de forro, aquela parte entre o telhado e a laje. E o alçapão que usávamos para subir lá era difícil de subir. Tinha que ter habilidade para subir naquele local. Lugar perfeito para se esconder, pois ninguém entrava lá. Então ele podia fazer o que quisesse comigo que ninguém ia ver.

Eu baixei minhas calças, me inclinei pra frente e abri minha bundinha para facilitar para ele. Ele encostou o pau dele na entrada do meu cuzinho e empurrou.

Estava difícil de entrar pois não escorregava. Meu cuzinho nunca tinha recebido um pau "grande". Minhas brincadeiras com Carlos, sempre foram brincadeiras de criança?

Adilson então deu uma cuspida. Certeira bem no meu cu. Então ele montou em mim, deu uma pincelada e empurrou devagar. E começou a entrar a cabecinha. Dei um grito: ai ai ai e me desvencilhar dele. Puta que pariu que dor. Esperou um pouquinho e colocou denovo só a pontinha e logo gozou.

Foi frustrante, sem graça. Não senti prazer nenhum naquilo.

Passaram alguns dias, estava eu em casa jogando vídeo game. Como eu ficava sozinho em casa aproveitava para virar menina né. Estava usando uma saia de preguinha azul, tipo colegial, e um top de amarrar. Como eu tinha cabelo comprido, estava com o meu cabelo amarrado com um rabinho de cavalo. Usava um batom vermelho escuro e sombra azul, com um delineado preto esfumado.

Adilson me elogiou disse que eu tava bonita. Fomos até o meu quarto para jogar vídeo game. Dei um controle para ele e começamos a jogar HERO no Atari. Adilson jogava bem, mas naquele dia tava errando tudo, erros bobos, dava pra ver que ele tava nervoso. Respiração bem ofegante.

Chegou a minha vez de jogar, peguei o controle, e ele passou a mão na minha bunda e levantou a minha saia. Fiquei quieto e não falei nada e continuei jogando. Ele me elogiou de novo disse que tava de pau duro e não conseguia se concentrar comigo do lado dele.

Então ele tirou o pau pra fora, tava duro como uma pedra e começou a se masturbar do meu lado. Então levantei e fui até o banheiro pegar um rolo de papel higiênico e dei pra ele e falei: - não vai sujar a minha cama, senão minha mãe vai brigar comigo. Peguei o controle e continuei jogando.

Parou de se masturbar, vi que ele ainda não tinha gozado. Ele então montou em mim ainda com o pau pra fora e ficou pressionando o pau dele contra a minha bunda, por cima da calcinha. Me puxou pelo cabelo e tascou um beijo na minha boca. Ele estava visivelmente com muito tesão. Metia a língua dentro da minha boca como se não houvesse amanhã.

Ele parou, acho que ele tava quase gozando. Olhei para ele e vi que a boca dele estava toda vermelha de batom. Como eu estava deitada de bruços com a bunda pra cima, ele levantou a minha saia, colocou a calcinha pro lado e começou a lamber meu cuzinho. Nossa, o que era aquilo. Ele disse que viu numa revista e ficou com vontade de fazer o mesmo. Cara que delícia aquela língua passando no meu cuzinho. Perdi totalmente a concentração no jogo. Ele fazia uns movimentos com a língua, e forçava ela no meu cuzinho, quase que querendo penetrar a linha dentro dele. Ouvi o som da TV, game over.

Foto 1 do Conto erotico: Adilson


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Ficha do conto

Foto Perfil lunazim
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Nome do conto:
Adilson

Codigo do conto:
254997

Categoria:
Travesti

Data da Publicação:
19/02/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
1