No carnaval, Tirei Confete do cuzinho da minha mãe
A festa épica da putaria familiar não poderia ser diferente este ano. Partimos para o litoral, palco de nossas travessuras carnavalescas. Mamãe me olhou com aquele sorriso safado e disse, mordendo o lábio: “Quero sentir o carnaval na pele este ano, filho… bem na pele. Você vai levar a mamãe pra putaria, né?” Como bom filho obediente, respondi com a voz já rouca: “Se a mamãe quiser rebolar no pau do filho o carnaval inteiro, é só pedir.” Chegamos na sexta à tarde. Minha esposa preferiu ficar no apartamento. Eu e mamãe fomos sozinhos. Ela estava uma puta visão: saia de tule quase transparente, short minúsculo que mal cobria a bunda empinada e um top que mal continha aqueles peitos pesados. No meio da multidão suada e pulsante, mamãe grudou o corpo no meu e sussurrou no meu ouvido, rebolando devagar: “Sente como a mamãe já tá molhada só de pensar em você me comendo aqui no meio do povo, filho?” De repente ela virou o rosto, olhos brilhando de tesão: “Vou ao banheiro rapidinho… mas não se preocupa, vou voltar com a bucetinha e o cuzinho prontinhos pra você.” Ela Demorou. Fui atrás e a encontrei ajoelhada, mamando dois paus ao mesmo tempo como uma vadia faminta. Voltei pro lugar. Quando ela reapareceu, cabelo molhado de porra, top sujo, cheirando a sexo, eu perguntei com um sorriso: “Já engoliu bastante leitinho alheio, mamãe safada?” Ela lambeu os lábios devagar e respondeu: “Engoli dois bem grossos, filho… mas ainda tô com fome do seu. A mamãe só fica satisfeita quando o pau do filhinho tá no fundo da garganta dela.” “Safada do caralho. Acho que eu também preciso gozar nessa boca gostosa.” O bloco esquentou. Ela começou a pular na minha frente, rebolando forte, a bunda nua batendo no meu pau duro. Virou o rosto e gemeu: “Não tem ninguém mais animado que eu aqui atrás, né, filho? Tá sentindo como a mamãe tá sem calcinha, toda molhadinha pra você?” “Pois é… e você ainda foi pro banheiro mamar dois desconhecidos enquanto eu ficava aqui de pau duro te esperando”, respondi, apertando a cintura dela. Ela riu safada: “Safado… me espionou? Que delícia gosto de saber que meu filho me viu virando puta pros outros. Isso te deixou mais duro, né?” Sem aguentar mais, puxei ela pra mureta. Ela ergueu a perna, abriu a bunda e gemeu alto: “Enfia no cuzinho da mamãe agora, vai… mete tudo, filho. Quero sentir esse pau que saiu de mim me arrombando.” Enquanto eu metia fundo no cu apertado e quente dela, um cara se aproximou. Mamãe olhou pra ele, lambeu os lábios e falou bem safada: “Quer foder a mamãe também, gostoso? Meu filho tá no meu cu… tem espaço na bucetinha pra você.” O cara sorriu. Ela abriu o short dele e engoliu o pau até a garganta, gemendo com a boca cheia: “Hmmmm… que pauzão gostoso… me fode enquanto meu filho me arromba o cu, vai!” Enquanto os dois fodiam ao mesmo tempo, ela tirou o pau da boca por um segundo e olhou pra mim: “Tá gostando de ver a mamãe sendo usada como uma puta, filho? Ela então pula no seu novo amigo enrolando as pernas na cintura dele enquanto ele encaixa a rola na buceta dela, eu sem perder tempo encaixo meu pau novamente no seu cuzinho, sinto meu pau roçar no pau dele entre a membrana que separa o cu da buceta. –Tá sentindo como eu tô apertando seu pau no cu enquanto ele me rasga a buceta?” Ela gozou gritando: “Porra, tô gozando no pau do filho e no pau do estranho! Goza comigo, vai!” O cara gozou com ela. Mamãe então tirou a camisinha rapidinho, virou ele e engoliu tudo, olhando pra mim: “Olha como a mamãe não desperdiça porra nenhuma… agora vem, filho, goza nas costas da tua mãe, marca essa bunda de vadia.” Gozei forte, jatos grossos pintando as costas e a bunda dela. A chuva de confete caiu em cima do sêmen quente. Mamãe gemeu: “Que delícia… confete na porra do meu filho grudando na minha pele.” Ainda ofegante, ela já acenava pro próximo cara. Quando ele chegou, ela beijou ele com fome e falou bem alto: “Vem cá, gostoso… meu filho acabou de gozar na minha bunda, quer comer essa bucetinha que ainda tá pingando?” O cara sorriu. Mamãe se abaixou, chupou ele com vontade e depois olhou pra mim: “Filho, senta aí na mureta. Deixa o amigo chupar esse pau que acabou de sair do meu cu enquanto eu chupo ele. Quero ver meu filhinho sendo mamado.” O cara engoliu meu pau até o fundo, babando. Mamãe gemeu: “Isso… engole o pau do meu filho inteiro, vai… ele adora uma boca gulosa.” Depois ela se virou, colocou camisinha no cara e perguntou rouca: “Quer foder a buceta ou o cuzinho da mamãe, amor? Meu filho gosta mais do cu, mas hoje eu tô com a bucetinha ardendo de vontade.” Eu respondi rápido: “Buceta, mamãe. Quero ver ele te arrombando.” Ele me chupava fundo, garganta apertando, enquanto metia nela. Entre uma estocada e outra, ela gemia: “Que delícia ser comida … filho, você vai gozar de novo na mamãe? Quero mais porra sua hoje…” Mais tarde, ela ordenou, com voz cheia de tesão: Minha mãe Pediu para trocarmos de lugar. Não entendi trocar com ela e levar rola? Trocar com ele e meter na buceta da minha mãe é chupar o pau dele? E aí… o que aconteceu quando voltamos para casa naquela madrugada quente? Minha esposa realmente ficou de fora de toda essa putaria carnavalesca?
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Maravilha de conto, desde o inicio, bem picante, excitante, bem safado, delicioso. Isso não é mãe, é sim uma verdadeira deusa do sexo, da luxuria, da mais pura e gostosa putaria. Ter uma mãe dessa em casa é viver num paraíso na terra, é ficar 24 por dia de caralho bem duro pra saciar sua fome de sexo. Que mãe maravilhosa.
votado e aprovado