Essa história aconteceu no final do ano passado.
Eu tava namorando uma mina chamada Beatriz. Ela era certinha demais, e eu… bom, eu era MUITO safado. Tenho que admitir: eu colocava uma gaia triste nela. Até fama de corna ela pegou. Não demorou nem um mês pra ela terminar comigo. Disse que queria alguém mais fiel.
Eu terminei de boa. Safado mesmo.
Uma semana depois, ela apareceu namorando um cara. Branquinho, baixo, corpo seco, abdômen trincado de quem joga futebol direto, cara certinho de família boa, faz faculdade de direito, todo arrumadinho.
Nem liguei muito… até o dia em que fui pro bar.
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Eu e meus amigos resolvemos ir beber. Pegamos uma mesa e começamos a encher a cara, até que o Arthur falou:
— Olha lá, mano, não é a corna com o namorado dela? Kkkkk.
Eu ri, mas fiquei meio paia. Ela era mó gente boa, eu que sou buceteiro demais.
Ficamos bebendo até de madrugada, e quando fui no bar pegar mais bebida, ela tava lá.
— E aí, curtindo com seu namoradinho?
— Tô muito. Ele é perfeito, ao contrário de você.
— Ele pode até ser perfeito, mas duvido fazer tu gozar como eu fiz.
— Kkkkk, você se acha, né?
— Claro.
Nessa hora me aproximei do ouvido dela e falei baixo:
— Não era você que falava que nunca tinha visto uma piroca tão grande assim…?
— Vai se foder, Alex.
Ela ainda não tinha me esquecido.
Quando ela foi embora, eu percebi o namoradinho dela olhando pra gente. Ciúme puro. Voltei pra mesa e continuei bebendo.
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Depois fui no banheiro mijar, já tava bêbado pra caralho. Enquanto eu tava lá, o Bernardo, namorado da Beatriz, chegou e começou a mijar do meu lado. Eu já meio alterado, soltei:
— E aí, já comeu a buceta dela? Se não tiver muito apertada, foi mal, acho que exagerei kkk.
— Vai se foder, cara. Por isso que ela terminou contigo. Amostrado do caralho.
— Qual foi? Agora sou amostrado só porque tenho uma piroca maior que a dos outros?
— E quem disse que a minha não é maior que a sua? Você nunca viu.
— Cara, são três da manhã. Se você fizesse ela gozar como eu fiz, você não tava aqui agora. Tava na cama fudendo ela. Transaram antes de vir pra cá? Dá pra ver que não.
Nessa hora ele ficou com raiva, veio pra cima com tudo e me colocou contra a parede, mas eu sou bem mais fortinho que ele, então empurrei ele, que caiu no chão.
— Vai se foder, cara!
— Qual foi, mano? Vai surtar só porque não aguenta escutar a verdade?
Eu tava bêbado pra CARALHO. Já tava com o zíper aberto mesmo, abaixei a cueca e saquei minha piroca pra fora.
— Isso que é piroca, mermão!
Fiquei balançando na frente dele. Ele ficou sem reação. Cheguei mais perto.
— Pega nela, pô. Vem saber por que a Bea gostava tanto de mim.
Ele só ficou olhando, sem saber o que fazer. Então peguei a mão dele e fiz ele pegar na minha rola, que já tava durassa com aquela situação.
— Bate uma, vai…
— Que isso, mano, sou viado não.
— Eu sei que tu curte, mermão. Bate aí.
— Alguém pode chegar…
Peguei ele e fomos pra cabine. Ele sentou na privada e começou a bater uma pra mim.
Caralho, ver o machinho da Beatriz batendo uma pra mim me dava um tesão do CARALHO. A mão dele subindo e descendo na minha piroca… vai tomar no cu.
— Caralho, mano, assim eu vou gozar. Chupa aí… ninguém vai saber não.
— Na moral, mano, tu não vai contar pra ninguém, né? Se alguém descobrir que eu fiz isso, eu tô fudido.
— Vou não, pô. Relaxa.
Ele foi se aproximando da pica, primeiro cheirou, depois lambeu a cabeça e fez uma cara de nojo.
— Consigo não, tá fedendo a mijo, mermão.
— Então limpa, viado. VAI CAIR DE BOCA.
Peguei atrás da cabeça dele e forcei contra a piroca.
Caralho, que boquinha! Ele não conseguia colocar tudo, chupava só a cabeça. Tirei minha piroca da boca dele.
— Vai, beija a cabeça da minha rola.
Beijou.
— Muito bem, viadinho.
Fiquei batendo minha piroca na cara dele.
— A Beatriz nem sonha que você é um viadinho, né?
— Não…
— Você quer ser melhor que a Beatriz?
— Quero!
— Então coloca minha piroca toda na boca, vai. Você consegue.
Peguei atrás da cabeça dele e fui guiando. Ele colocava pouco a pouco, tinha que ir com calma. Minha piroca além de grande é grossa.
— HUFF… HUFF…
— Vai com calma…
Ele engoliu tudo. A cara dele tava toda vermelha, como ele é branquinho, os olhos cheios de lágrima.
— Olha pra mim…
— Agora engole essa porra até o final, ainda tem pica pra fora.
Eu sentia a garganta dele em volta da cabeça da minha rola. Caralho…
— PORRA, AGUENTO MAIS NÃO…
Ele tirou minha piroca da boca, toda babada.
— Deixa eu gozar na sua boquinha, vai.
— Não, mano.
— Então posso gozar na cara? Depois você limpa.
— Vai logo, antes que ela perceba que eu tô demorando.
Comecei a bater uma.
— AAAAAAA…
GOZEI LITROS NA CARA DO MOLEQUE.
— Porra, mano, gozei aqui também.
A gente saiu da cabine. Ele foi lavar o rosto na pia. Antes de ir embora, ele me chamou:
— Qual é teu número? Acho que eu vou querer experimentar de novo.
— Kkkk, viadinho otário.
Dei meu número pra ele.
— Teu cu é virgem?
— Não, já dei pra um amigo de infância uma vez.
— Faz tempo? Deve tá apertadinho, né?
— Tá. Faz uns dois anos já.
— Então me manda mensagem. Quero você de quatro com a calcinha da Bea. Vamos ver quem dá melhor buceta, você ou ela.
Continua…
Ficou curioso, chama no PV.
Delícia!! Pondo nós cornos e putinhas no nosso lugar!! Eu ia dar um jeito de convencer a Beatriz a ir junto comigo de calcinha e vc fuder a gente muuuuito
Tensão seu conto aguardo a continuação. Votado com muito tesao
Caralho, q puto gostoso vc ein pô
Uaaaallll maravilha adorei
Eita foquei afim de receber seu leite também.
alex19cm