De esposa fiel, timida e inocente a cadela submissa dos filhos
Ela se chamava Clara. 32 anos, pele muito clara que corava com facilidade, cabelos castanhos lisos sempre presos em um coque baixo de professora de catequese, óculos de armação fina, saias abaixo do joelho, blusas de algodão abotoadas até o último botão. A vizinhança a chamava de “a santinha do 304”. O marido, um contador que viajava de segunda a sexta, dizia com orgulho que tinha “uma esposa de outro tempo”. E tinha mesmo. Clara nunca havia olhado para outro homem. Nunca havia se masturbado sozinha (achava que era pecado mortal). O sexo com o marido acontecia sempre com a luz apagada, camisola comprida levantada só até a cintura, ele por cima, rápido, silencioso, missionário. Ela gemia baixinho “me perdoa Senhor” toda vez que sentia o orgasmo chegando, como se estivesse cometendo um crime. Até que os gêmeos fizeram 19 anos. E algo mudou. Não foi de uma hora pra outra. Foi lento, quase imperceptível, como água pingando em pedra. Primeiro foi o cheiro. Os meninos voltavam do treino de musculação, suados, sem camisa, jogavam as roupas no cesto da lavanderia e Clara, ao dobrar as camisetas ainda quentes e úmidas, sentia um calor estranho subir pelo ventre. Ela fechava os olhos, inspirava fundo, e logo se benzia, envergonhada. “Meu Deus, o que há de errado comigo?” Depois vieram os olhares. Eles começaram a ficar sem camisa pela casa o dia inteiro. “Tá quente, mãe”. Ela desviava o olhar, mas os olhos voltavam sozinhos para os peitos definidos, os braços grossos, a linha de pelos que descia do umbigo e sumia dentro da calça de moletom frouxa. Uma vez ela deixou o copo escorregar da mão. O leite se espalhou no chão. Os dois riram. “Deixa que a gente limpa, mãezinha.” Eles se abaixaram juntos. Um de cada lado dela. Enquanto limpavam, os braços roçavam nas coxas dela por baixo da saia. “Desculpa, mãe… esbarrei.” Ela ficou vermelha até as orelhas. Não conseguiu falar. Só assentiu. Naquela noite ela sonhou que estava de quatro no chão da cozinha lambendo o leite do piso enquanto os dois meninos assistiam, sentados na cadeira, pernas abertas, se tocando por cima da calça. Acordou molhada como nunca havia ficado. No dia seguinte, sem que ninguém falasse nada, a dinâmica mudou. Eles começaram a dar ordens pequenas. “Pega a garrafa d’água pra mim, mãe.” “Passa o desodorante nas minhas costas, tá ardendo do treino.” “Deixa eu ver se essa blusa fica boa em você… não, abre mais dois botões.” Clara obedecia. Sempre com um “tá bom, filho” baixinho, voz tremendo. Uma tarde chuvosa, o mais falante dos dois (Lucas) chegou da rua encharcado. “Mãe, me ajuda a tirar essa roupa, tá grudando.” Ela hesitou na porta do quarto dele. “Vem logo, Clara.” Ele a chamou pelo nome. Não de “mãe”. Ela entrou. Lucas estava de costas, só de cueca boxer preta, água pingando do cabelo. “Tira minha cueca também. Tá molhada.” Clara sentiu as pernas fraquejarem. “Filho… eu não…” “Você sempre fez tudo por nós, não foi? Então faz isso também.” Ela se aproximou tremendo. Os dedos tocaram a cintura elástica. Puxou devagar. A cueca desceu. O sexo dele, já meio duro, balançou perto do rosto dela. O cheiro forte de macho jovem, suor, tesão. Clara fechou os olhos e inspirou sem querer. “De joelhos, mãe.” Ela caiu de joelhos como se as pernas tivessem sido cortadas. “Beija.” Ela encostou os lábios fechados na glande quente. Um beijo casto, quase infantil. “Não. Abre a boca.” Ela abriu. Ele segurou a nuca dela com firmeza e foi entrando devagar. Clara engasgou, lacrimejou, mas não recuou. Quando ele chegou no fundo da garganta, ela fez um barulhinho sofrido e submisso que fez Lucas gemer alto. “Do outro lado também, mãe. Meu irmão tá esperando.” Ela virou o rosto, ainda com a boca cheia, e viu Gabriel encostado no batente da porta, já nu, se masturbando devagar. A partir daquele dia, Clara deixou de ser “mãe”. Passou a ser “a cadelinha”. Eles não a forçaram com violência. Não precisaram. Bastava um olhar sério, um “de joelhos, cadela” em voz baixa, e ela desabava. De manhã, antes de eles irem pra faculdade, ela chupava os dois embaixo da mesa do café. Um de cada vez, alternando, enquanto eles comiam as panquecas que ela mesma tinha feito. Quando um gozava na boca dela, o outro segurava o queixo e dizia: “Engole tudo, cadelinha. Não suja o chão que você mesma vai limpar depois.” À tarde, quando voltavam, ela já os esperava de quatro na sala, sem calcinha, saia levantada nas costas, blusa aberta mostrando os seios. Eles nem precisavam mandar mais. Era automático. Eles a fodiam alternando. Às vezes um na boca enquanto o outro metia por trás. Às vezes os dois tentavam entrar na buceta ao mesmo tempo, esticando ela até ela chorar e implorar “devagar, por favor, meus filhotes… dói”. Eles riam e metiam mais forte. À noite, quando o marido ligava pelo vídeo, Clara atendia com o rosto corado, voz doce: “Tá tudo bem por aqui, amor. Os meninos estão se comportando direitinho.” Enquanto falava, Lucas estava deitado embaixo dela, metendo devagar, segurando os quadris. Gabriel estava atrás, lambendo o cuzinho dela, preparando para entrar depois. Ela mordia o lábio para não gemer no telefone. Quando o marido desligava, eles viravam ela de bruços no sofá e a comiam até ela não conseguir mais falar, só latir baixinho, rouca: “Au… au… sou a cadelinha de vocês… só de vocês…” Eles gozavam dentro. Muito. Depois mandavam ela ficar de quatro, pernas abertas, deixando o sêmen escorrer enquanto lambia os dois limpos, agradecendo com voz de menininha: “Obrigada por me usarem, meus machos… obrigada por me fazerem de cadela…” Eles afagavam a cabeça dela como se faz com um cachorrinho bom. “Boa menina. Amanhã tem mais.” Clara sorria, olhos brilhando de lágrimas e tesão, e sussurrava: “Sim… amanhã tem mais.” E voltava a ser a esposa fiel, tímida e inocente… pelo menos até os filhos chegarem em casa de novo.
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Nossa que delicia de conto. Que mãe sortuda, ter dois filhos novinhos e cheios de amor pra dar, cheios de tesão e desejos por ela, isso sim é uma boa e dedicada, gostosa, deliciosa mãe.
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