Menina malvada - parte 3

Olá, meu nome é Eloá Hadassa Almada, tenho quase 26 anos. Hoje, sou casada há 5 anos e ainda não tenho filhos. Se você chegou aqui e não leu os meus dois primeiros contos, recomendo que os leia para dar sentido, pois estou contando minha história em sequência cronológica. No último conto, terminei perguntando “Quer descobrir como eu gosto de dar a bucetinha?”
Pois bem, por incrível que pareça, adoro dar na posição mamãe-papai, foi meu marido quem me ensinou a gostar assim. Adoro um macho no meio de minhas pernas, olhando para mim, de forma que eu posso tocar seu rosto, seu peito, seus braços fortes e ser tocada, beijada na boca e chupada nos peitinhos. Além disso, os pelos pubianos do macho (geralmente peludos) roçando na minha xoxota lisinha, me faz gozar. O melhor de tudo, olhando dentro dos olhos. Nos contos anteriores disse o quanto fui precoce no sexo. Comecei a transar com meu irmão, meus primos e os garotos da minha rua, mas todos tinham uma particularidade: - chegavam já sabendo o que queriam, abaixavam minha calcinha, me segurava firma e enfiava o pinto em minha xoxotinha, muitas vezes doía, pois não estava lubrificada, sabia que iria me comer mais entrava seco. Eu não reclamo, gostava, mas era dolorido. Não sabia que existia outra maneira, era novinha e viciada em dar.
Depois de alguns anos dando para meus amiguinhos de rua, nas brincadeiras pervertidas a noite, chegou em nossa rua um menino diferente, elegante, cheiroso e muito educado. Eu queria aquele menino dentro de mim, mas os outros meninos estavam com ciúme e não o chamavam para a “festinha”. Alguns dias depois me revoltei e disse aos taradinhos que, se não chamassem o nosso novo vizinho, eu não daria para ninguém. Assim fiz nas primeira noite (não foi fácil, tive que me virar com minha escova de dente).
Duas noites seguintes vieram me chamar para “brincar”, como sempre, meus pais nem desconfiavam, mas naquele dia ele estava lá, nosso novo vizinho. Sai contente, brincamos até começar a sacanagem. Ele foi chamado e o ritual prosseguiu, fomos para o fundo da casa abandonada e todos me comiam, um a um. Mais o nosso novo vizinho só ficava me acariciando, não quis entrar na fila, não me comeu. Como sempre, os meninos comiam, vestiam suas cuecas e voltavam para a rua brincar, batendo o maior papo. Ele sempre ficava até o fim. Me ajudava a recompor, a limpar minha xoxotinha inchada e gozada, colocar minha calcinha. Como sempre, eu tava dolorida e gozada, mas feliz. Mas agora eu tinha um amiguinho que me consolava, me fazia carinho. Me ajudava e me levava até em casa.
Estranhei o fato dele nunca ter entrado na fila para me comer, mas ele era o que mais se aproveitava, porque nenhum taradinho tinha coragem de me beijar na boca, pois eu pagava boquete, nenhum taradinho me lambia na bucetinha pois ela tava sempre inchada, gozada, mas ele tinha coragem de fazer tudo isso. Me dava carinho, me beijava gostoso, passava pomadinhas quando eu estava assada, ou seja, cuidava de mim. Ele já sabia a comida que eu mais gostava e pasmem, ele sabia fazer a comida. Me agradava e só faltava adivinhar o que eu queria.
Fui ficando sua dona, mandava nele, ele me satisfazia e fui ficando dependente. Até que uma tragedia aconteceu em minha vida, engravidei. Quem era o pai eu não sabia, só não podia ser o meu admirador que cuidava de mim, pois a única coisa que ele não tinha feito era me penetrar. Como eu transava todos os dias com vários amiguinhos, o pai poderia ser qualquer um deles.
Ninguém queria assumir. Eu sabia que essa barriga iria crescer, ao longo dos meses e eu não queria abortar por conta de minha educação e minha religião. Aos poucos, todos foram me abandonando. O problema é que minha xoxotinha não entendia nada disso e eu tremia de vontade de dar. Mas todos se afastaram de mim. Só meu amiguinho que não. O único que não me comeu. Eu estava desesperada, pois meus pais já estavam notando. Depressão e choro. Até que o meu novo amiguinho me fez uma proposta: -“deixa eu te assumir”. Ele foi falar com meus pais e disse que queria casar comigo, assumiu toda gravidez. Aceitei, pois estava morrendo de medo. Casamo-nos no cartório. Quase com nove meses de gravidez minha xoxota ardia de vontade de dar, meu agora marido me respeitava demais e não me comia. A escova de dente já não era suficiente. Nenhum taradinho, nem meu irmão, se atrevia. Eu oferecia quase esfregava neles e nada. A depressão, a falta de sexo, tudo girava em minha cabeça até fazer eu amanhecer com fortes dores, meu marido me levou ao médico e foi constatado aborto. Fiquei mais triste ainda. Meu marido, cada vez mais compreensivo e mais obediente, fazia tudo pra me ajudar, mas não me comia. Então, num noite de delírios, aconteceu algo que mudou pra sempre nossas vidas. Quer saber mais? Leia os próximos contos e busque minhas redes sociais (deixei meu nome completo nas primeiras linhas). Dias seguintes aconteceram coisas que me deixaram mais taradinha e até o meu marido resolver transar comigo (aff.. finalmente). Quer saber mais ? próximo conto... beijo
Foto 1 do Conto erotico: Menina malvada - parte 3

Foto 2 do Conto erotico: Menina malvada - parte 3


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Ficha do conto

Foto Perfil eloa
eloa

Nome do conto:
Menina malvada - parte 3

Codigo do conto:
255265

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
21/02/2026

Quant.de Votos:
9

Quant.de Fotos:
2