----> APRESENTAÇÃO:
Eu me chamo Alan, é um nome fictício, mas é a única parte fictícia desta história. Eu sou parceiro da Lorena (Reduto), onde contamos nossas histórias e a de alguns conhecidos, uma espécie de grupo. Ela já contou sua história aqui, é sobre o relacionamento dela com a mãe, vocês podem pesquisar por "O Tesão Tomou Conta de Mim e da Minha Mãe", é excelente. Porém, aqui irei narrar a minha história.
----> DESCRIÇÃO E CONTEXTUALIZAÇÃO:
Sou um homem de 22 anos, mas nessa história eu era mais novo. Então, descreverei com eu era nesta época, em outra oportunidade vocês saberão como estou hoje.
Na época eu já dava sinais de ser gay, sempre fui aquele menino afemininadinho que preferia ficar com as garotas do que com os meninos e também sempre fui mais baixo do que o pessoal com a mesma idade que a minha. Eu não era gordo, mas tinha um corpinho com pernas grossas e uma bundinha avantajada. Sou meio asiático de olhos bem puxadinhos, rosto um pouco mais fino e cabelos bem lisos e escuros. Na época eu devia ter 1,20m ou 1,30m de altura, hoje eu tenho 1,60m. Já minha pele é bem branquinha, do tipo que se ficar no sol sai vermelho como camarão.
Meu irmão, ao qual chamarei de Ricardo, têm 26 anos hoje, mas na época tinha 15, ele é somente por parte de pai, sendo de um casamento anterior ao que há com a minha mãe. Ele é mais moreno, cabelos cacheados e alto, algo entorno de 1,75m na época. Ele sempre foi o filho preferido do meu pau, era mais masculino, jogava bola e fazia jiu-jitsu, pegava todo mundo e de sunga revelava-se o volume, todo mundo ficava zoando ele por ser "dotado", o que enchia meu pai de orgulho. Porém, ele morava com a mãe dele e vinha ficar com meu pai só aos finais de semana. A família da minha mãe adorava ele, mais do que a mim.
Do casamento entre meus país, sou filho único. Era julgado por ser mimado pela minha mãe, ela sempre brigava com qualquer um que tentasse zoar com o meu jeitinho, ela é enfermeira e na época estava fazendo plantões em dois hospitais diferentes, ela sempre trabalhou muito. Já meu pai, é bombeiro e também fazia plantões, mas com menos frequências já que era concursado. Alguns dias eu e meu irmão ficávamos sozinhos por conta dos plantões dos meus pais, mas era raro, já que só acontecia quando os plantões do meu pai e da minha mãe caíssem nos finais de semana. Agora vamos para o que interessa!
----> O FATO 1: Descobrindo a Punheta Com Meu Irmão
Eu havia acabado de chegar da escola, eu ia para casa andando pois ficava extremamente perto da minha casa e morávamos em uma zona segura da cidade, quando entrei em casa sabendo que meus pais não estariam lá, me deparei com meu irmão que veio me encontrar no portão.
- Oi Ricardinho! Já chegou?! - perguntei com entusiasmo, era uma pergunta retórica obviamente.
- Nããão! Que isso, vou chegar só amanhã. - ele falou rindo.
Eramos bem próximos apesar do pouco contato, eu sempre me animava muito ao estar com ele.
- Seu besta. - falei rindo.
Ele pegou minha mochila e levou até a sala, disse para eu ir para a mesa porque ele já havia feito nosso almoço. Nesse dia, meus pais só chegariam depois das 23:00 e ainda era mais ou menos 12:30.
Enquanto almoçavamos, eu perguntei a ele sobre pôrno.
- Ricardo, o que é pôrno? - falei curioso, não fazia ideia.
- O que? Quem te falou isso? - ele foi pego de surpresa.
- Vi uns meninos da turma mais velha conversando, mas não sei o que é. - falei percebendo que era algo "errado".
- É video de mulher pelada, as vezes com outro homem. - ele falou direto.
- Ata, mas porque fazer um video assim? Porque assistir?. - perguntei ainda curioso, na minha cabeça não haveira razão para algo assim existir.
- Dá tesão, você sabe o que é? - ele falou rindo e logo emendou - seu pau fica duro e você precisa aliviar ele.
- Que? Sério? - falei gargalhando.
- Sério, você vai ver quando acontecer com você. - falou e pegou as louças para lavar.
- Como é? Eu queria ver. - falei ainda mais curioso.
Ele riu e falou que iria me mostrar, pensou que eu estava falando dos vídeos, mas eu estava interessado na sensação e em como meu pau ficaria.
Quando terminou de arrumar a cozinha, fomos para a sala, onde havia um computador desktop. Ele se sentou e falou para eu puxar outra cadeira, o que eu fiz imediatamente.
Ele pesquisou um site e colocou em um vídeo hétero. Antes de iniciar o vídeo ele me olhou sério.
- Olha mano, fica só entre a gente, o pai me mata se descobrir que eu te mostrei isso. Além disso, você não deveria saber sobre isso agora, mas acho que isso vai te deixar mais para a frente com as garotas. - ele me falou em formato de sermão.
- Tá bom. - eu disse ansioso.
Vídeo começou e ele já pulou metade do vídeo para entrar na parte "boa", onde o cara musculoso ficava metendo na mulher.
- E aí? O que você acha? Ela é bonita, né? - ele me questionou.
- Sim, bem bonita. - eu falei prestando atenção em cada detalhe do vídeo, até no homem que era musculoso.
Ele tirou as calças e começou a se punhetar, seu pinto era gigante, não faço a menor ideia de quanto media, mas minhas mãos não fechavam entorno e dava dois palmos o comprimento, chuto algo entre 18 e 21 cm, além de ser bem grosso.
- Olha Alan, é assim que você se alivia, tenta aí. - ele falou me ensinando.
- Não, não vou tirar minha bermuda. - falei tímido. Eu sempre tive pau pequeno, hoje mede 13,5cm, na época devia ser MUITO pequeno.
- Relaxa mano, sei que o seu ainda é pequeno, vai crescer. Agora aprende, isso é importante, não vou te julgar. - ele falou e depois insistiu.
- Tá bom. - falei tomando coragem.
Quando tirei a bermuda já estava duro, mas só foi ficar assim depois que comecei a ver o pau do Ricardo.
- Isso aí, agora me imita, pode fazer só com os dedos assim. - ele me mostrou fazendo com os dedos em formato de pinça.
Batemos punheta juntos, ele vendo o vídeo e eu vendo ele. Quando ele gozou, eu me assustei.
- O que é isso cara? - falei preocupado.
- Ah! Relaxa, isso é porra. Quando você ficar mais velho vai começar a saí do seu também. É isso que engravida as mulheres. - ele me explicou enquanto se limpava.
Eu havia parado de me masturbar no susto.
- Gozou também? - ele perguntou.
- Não sei. - falei ainda com o pau duro.
- Então, não. Vai, continua batendo e pode fazer rápido. Eu vou pegar coca (refrigerante) para a gente. - falou em quanto se levantava para ir buscar.
Eventualmente eu consegui gozar, não saiu porra, mas, eu senti a sensação. Ficamos a tarde toda assim, ele me explicando as coisas e assistindo a alguns vídeos comigo.
----> O FATO 2: Masturbação Anal e o Desejo Pelo Irmão.
Nessa época meus país me deixavam ficar em casa sozinho quando estavam de plantão, deixavam tudo pronto e bem confortável para mim. Além disso, me fizeram decorar os números de telefone deles, da vizinha e da minha tia que morava perto, assim, se eu sentisse medo ou precisasse de algo, poderia pedir ajuda.
Alguns dias se passaram, em uma noite que meus país estavam de plantão e eu estava sozinho, eu fui pesquisar um vídeo para eu ver e vi um vídeo gay, aquilo me deixou ainda mais curioso. Então, coloquei para assistir. Eu vi aquele rapaz mais magro (estilo twink) chupando o pau de um homem muito maior que ele com total desejo. Aquele rapaz dominava o grandalhão com a boca, depois, se colocou de quatro e deixou o grandalhão meter nele, era um foda incrível e com força. Naquele momento pensei no Ricardo, pensava se meu irmão faria aquilo comigo, isso me encheu de tesão, era a primeira vez que de fato eu sentia aquele fogo, quando fui me masturbar, não demorou muito e eu gozei.
Intrigado com aquele sensação, comecei a pesquisar mais sobre, pesquisei sobre boquete, sobre dar o cu, como fazer a chuca, como evitar a dor, como ter a primeira vez ideal, quais as posições mais confortáveis. Bom, tudo que eu poderia pesquisar sobre a vida de um gay eu pesquisei, comecei a acreditar que tudo o que as pessoas diziam sobre mim era real. Talvez de fato eu era uma “mulherzinha” e me senti bem com isso. Começei a entender que o que havia de “errado” comigo era ser gay e não me aceitar, além disso, que a partir do momento que eu me aceitasse e deixasse de me importar com a opinião das outras pessoas eu poderia superar e poder seguir em frente.
No meio da minha extensa pesquisa, eu descobri a masturbação anal, comecei a pesquisar mais a fundo sobre e o tesão começou a ressurgir. Então, eu olhei para o relógio e ainda era 18:30 da tarde, meus pais só chegariam por volta das 23:00.
Com desejo, fui até o quarto dos meus pais e peguei um creme de pele da minha mãe, fui no meu quarto e peguei minha escova de cabelo e corri para o banheiro. A ansiedade era imensa, sentia a pulsação em minha jugular, parecia que meu coração sairia pela boca. Me agachei, peguei o creme de pele e passei com abundância no meu cuzinho, comecei com um dedo e não doeu, depois aumentei mais um e deixei meu corpo se acostumar, com os dedos dentro de mim eu os mexia eles e estava amando. Então chegou a hora de usar a escova, eu fiquei de quatro e empinei bem minha bunda, fui enfiando aos poucos, nesse momento doeu um pouco, mas minha animação era tão grande que eu estava adorando a dor. Quando enfiei tudo, deixei novamente meu corpo se acostumar e, com o tempo, fui mexendo a escova dentro de mim. A sensação de preenchimento me agradava, eu sentia que havia sido feito para aquilo, logo senti a necessidade de tirar a escova e botar ela novamente. Assim, comecei lentamente, no entanto, logo aumentei a velocidade. Fui metendo a escova no meu cuzinho até sentir uma sensação vibrante e delirei. Na minha cabeça, eu só enxergava o pau do Ricardo e imaginava seu corpo, seu abdômen “tanquinho”, seus pelos, sua boca e tudo o que eu considerava bonito nele. As forças foram embora e caí de bruços no banheiro, eu havia gozado com força sem nem encostar no meu pinto.
Acabei ficando algum tempo deitado no banheiro, até conseguir recuperar as forças e retirar a escova de cabelo do meu cuzinho, depois banhei e organizei tudo. Naquele momento, eu sabia que algo deveria ser feito e eu deveria planejar uma forma de fazer meu irmão me comer.
----> O FATO 3: O Primeiro Boquete no Meu Irmão.
Depois de algumas semanas houve novamente um fim de semana em que meus país estariam de plantão e meu irmão ficaria sozinho comigo. Dessa vez, o plantão seria no sábado e meu irmão chegaria por volta de meio-dia, meus país saíram às 11:30. Eu fiz a comida que minha mãe deixou organizada e esperei pelo Ricardo. Durante os dias que haviam se passado eu pesquisei mais coisas e me masturbei mais vezes, incluindo a masturbação anal, eu não me sentia pronto para dar o cu, isso porque a escova era grande, porém, o pau do Ricardo era enorme e não sentia que conseguiria aguentar. Logo ele chegou.
- Oi Ricardinho! Tudo bem? - disse animado correndo para seu abraço.
- E aí Alan, como “cê” tá? - ele falou me abraçando.
- Estou bem! Vamos, já fiz a comida para a gente. - falei pegando em sua mão e levando ele para a cozinha.
Lá, nós almoçamos e conversamos sobre o que houve durante a semana, sobre desenhos, escolas e ele falou sobre garotas.
- Logo você vai ter a sua, vai ver como é bom. - Ele falou terminando de lavar as vasilhas.
- É sim, mas os vídeos estão me ensinando e eu pesquisei mais sobre. - Falei tentando direcionar o assunto para isso.
- Sério? - Ele perguntou rindo e depois continuou - achou algum interessante?
- Sim, depois vou te mostrar. - Falei rindo.
Eu havia separado um em que a mulher faz boquete no homem e se baba toda, esse era meu plano sendo executado. Quanto terminou de lavar as louças, fizemos como da primeira vez, peguei uma cadeira e coloquei no computador, ele sentou na que já estava lá. Eu coloquei o vídeo para vermos.
- É esse aqui, a mulher é bem gata. - falei ansioso para ele assistir.
- Ata, conheço essa daí, ela é boa mesmo. - ele falou se recostando na cadeira.
O tempo passou e ele já estava abaixando as calças e estava sem camisa. Eu já estava duro, com um desejo enorme e não via a hora disso acontecer.
- Isso é bom? - Perguntei esperando ele falar de alguma garota.
- Não sei, na verdade nunca recebi de nenhuma mina. - Ele falou se punhetando lentamente.
- Sente vontade? - Falei também me punhetando lentamente.
- Claro, parece ser uma delícia. - Ele falou rindo.
- Que se acha em? Eu queria matar minha curiosidade também, fico pensando em como deve ser a mina fazer em mim. A gente podia fazer um acordo. - Falei e ele se virou para mim com os olhos arregalados.
- Que que isso? - Ele falou sem saber como reagir.
Neste momento eu quase ri, vi que ele só tinha mais idade que eu, mas não era tão para frente como fingia ser.
- Bom, a gente já guarda esse segredo. Se pensarmos que é uma mina fazendo na gente fica de boa, né? Eu só queria sentir como é alguém me chupando - falei tentando convencê-lo, mas na verdade, eu queria mesmo era saber como é chupar um pau.
- Não conta para ninguém? - ele falou, na hora pensei que havia convencido ele fácil demais.
- Claro, pô. Eu nem tenho amigo direito, na verdade, você é meu melhor amigo. - falei com ele.
- Tá, mas você primeiro. - ele disse e eu queria aceitar, mas não perderia a oportunidade de ter um homem me chupando.
- Claro que não! Pensa só, você é bem mais forte do que eu, se eu fizer em você e você se recusar fazer em mim, eu não poderei fazer nada. Agora o contrário, você me quebraria. - falei o que considerava um excelente argumento.
- É mas… - ele não sabia como contra-argumentar.
- Vamos fazer um seguinte: dez segundos, você me chupa por dez segundo e eu te chupo por dez segundos. Topa? - falei, esse era o meu plano desde o início.
- Tá bom. Mas moleque, se contar para alguém eu te mato, nunca mais falo contigo. - ele falou o óbvio, além disso, meu plano não era só para aquele dia, eu queria repetir várias vezes.
Sentei no sofá sem roupa, olhei para ele, ambos de pau duro e ambos com um tesão enorme.
- Vêm, é só dez segundos. - falei me ajeitando.
Ele se ajoelho e colocou a boca no meu pau, foi uma sensação ótima e passou voando, nem sei se foram realmente dez segundos.
- Pronto, sua vez. - falou sentando ao meu lado.
- Tá bom. - falei me ajoelhando na sua frente.
Eu sentei com enorme ansiedade e peguei em seu pau, foi uma sensação ótima e era macio mas rígido, grosso ao ponto de eu não consegui encostar os dedos ao fechar o punho o segurando, fora o tamanho incrível. Bem, eu abri bem a boca e abaixei-me, porém, não consegui chupar nenhum 1/3 de seu pau.
- Vai, coloca mais. - ele disse.
- Não consigo. - disse com os olhos marejados, me senti um pouco mal.
- A vey. - ele reclamou.
- Calma, vou tentar outra coisa. - falei.
Comecei a lamber com dedicação. Eu já imaginava que não conseguiria, afinal, eu havia treinado com os pepinos que haviam em casa. Quando fiz isso, ele começou a delirar e eu não parava, se passaram os dez segundos, depois vinte, depois um minuto…
- Nossa, Alan. Continua, por favor. - ele falava isso.
Mas, ele gozou em menos de um minuto e meio e, com todo o prazer, eu não parei. Eu lambi cada gota de esperma e a sua porra era deliciosa. Depois disso, quando eu olhei para ele, eu o vi com os olhos fechados e ofegante, seu peito estava suado e seus pelos arrepiados.
Eu me sentei ao seu lado, mas ele não olhava para mim. Permanecia com os olhos fechados respirando pesadamente, depois de algum tempo ele finalmente me olhou.
- Alan, você gosta disso? - ele falou me encarando nos olhos.
- Sim, me desculpa. - falei com certo receio.
- Sem problema, eu não ligo. Não tenho preconceito e vou continuar sendo seu irmão independente disso. - ele falou com calma.
- Acho melhor a gente ir banhar, você quer ir comigo. - falei ansioso.
- Tá bom, vamos. Pega as toalhas que eu vou indo. - ele disse se levantando e indo ao banheiro.
Eu ainda não havia gozado, mas o gosto de esperma na minha boca era o meu prêmio e estava satisfeito com isso.
No banho, estávamos juntos embaixo do chuveiro e pelados, eu percebi quando seu pau começou a endurecer novamente.
- Quer que eu chupe de novo? - eu falei já segurando seu pênis.
- Claro. - ele disse rindo.
- Mas, você vai ter que me chupar também e dessa vez é até eu gozar.
- Tá bom. - ele concordou.
- Além disso, você me ensina a beijar? - eu falei o encarando de baixo para cima.
Ele nem me respondeu, só se abaixou e me beijou enfiando sua língua em minha boca. Eu me maravilhei, adorei o gosto de sua boca. Depois disso, ele sorriu para mim e disse:
- Me chupa viadinho. - falou com entusiasmo.
Eu não hesitei, abocanhei seu pau com vontade, masturbei ele com prazer. Quando gozou novamente, toda a porra foi na minha cara. Eu encarei meu irmão e passei o dedo onde havia porra e lambi meu dedo ainda o encarando. Depois, ele me chupou e me levou ao gozo, mas sem porra.
Ainda no banho, ele virou meu corpo e tentou colocar seu pau em minha bunda.
- Não! eu ainda não tô pronto. - Tentei falar.
Ele insistiu em enfiar, o que fez doer e o pior foi eu gostar disso. Porém, ele desistiu e pegou o condicionador, colocou em seu pau e depois em meu cu.
- Pera! Vamos fazer isso direito porra, eu não quero agora. - eu gritei com ele me desvencilhando de seus braços.
- Tá, desculpa. Desculpa, eu só perdi o controle e sua bunda é muito gostosa. - disse aceitando o meu “não”.
- Ok, eu quero, mas não agora. Estou tentando me acostumar e seu pau é muito grande para mim ainda. - falei para ele e depois continuei. - Na próxima a gente faz, até lá eu acho que me acostumo.
- Mas, você já enfiou algo? - ele perguntou curioso.
- Sim, dedo e uma escova de cabelo. - falei já pegando a toalha.
s- A sim. Tá bom, então. - ele concluiu.
Depois disso, ficamos assistindo filmes até os meus país chegarem.
----> O FATO 4: Perdendo a Virgindade com Meu Irmão.
Aqui, será mais curto. Passei os dias seguintes tentando aumentar os objetos que colocava em meu cu até conseguir colocar uma lata de desodorante spray. Adorei cada dorzinha que eu sentia e foi prazeroso cada instante.
Em um novo final de semana em que passaríamos sozinho, o que deu na sexta desta vez, eu cheguei ansioso em casa. Meu pai estava deixando o meu irmão na porta, eu os cumprimentei e entrei com meu irmão em casa.
- E aí? Hoje vai rola? - ele disse ansioso.
- Claro, eu te prometi. Só me deixe tomar banho antes, pode ir almoçando, estou sem fome. - falei para ele.
- Eu posso tomar banho com você, o que você acha? - ele disse.
- Não, eu preciso me preparar antes, não se preocupe. - falei já indo direto para o banheiro.
Lá eu fiz a chuca e passei hidratante corporal em todo o meu corpo, eu havia pedido para meu irmão trazer um lubrificante e sabia que dessa vez eu iria usar o produto certo para enfiar algo no meu cu. Quando saí, ele já estava lá no meu quarto, deitado e nu.
- Tá ansioso, em? - falei rindo.
- “Cê” nem imagina. - ele disse já se punhetando.
- Trouxe o lubrificante? - falei ainda de toalha.
- Claro, comprei no mesmo dia que você pediu. - ele disse pegando o lubrificante.
- Tá bom, então! - eu falei deixando a toalha cair e indo para cima dele devagar.
Em cima dele, beijei aquela boca, o pescoço, peito, abdômen e seu pênis, também o chupei durante um tempo, babando bastante em seu pinto. Depois, apliquei o lubrificante no meu ânus e enfiei dois dedos nele, ainda o chupando eu fiz um pouco de masturbação anal em mim. Após isso, apliquei o lubrificante com abundância em seu pau, levantei e agachei na direção do seu pinto, coloquei no meu cuzinho como eu costumava a fazer com o desodorante. Doeu um pouco, mas eu amei. Não demorou muito para ele gozar no meu cu, mas eu continuei rebolando e quicando, o que logo fez seu pau endurecer novamente.
- Quero que você meta em mim de quatro. - Eu falei para ele já ofegante.
- Tá bom. - ele disse completamente dominado. Desde o início ele só gemia e a única vez que ele falou foi essa.
- Me xinga mais também e pode bater na minha bunda também. - Sugeri a ele.
Fiquei de quatro e ele já se levantou me xingando de putinha, viadinho, vagabunda e o que viesse em sua cabeça. Eu estava adorando isso. Ele encaixou o pau com facilidade em meu cu e meteu com força, mas meu cu já estava acostumado. Lá ele ficou metendo em mim, me xingando e batendo em minha bunda. Logo ele gozou novamente.
- Agora, chupa sua putinha maninho. - Eu falei com ele, eu ainda não havia gozado.
Ele me virou e logo engoliu meu pau e eu gozei com seu boquete. Passamos o dia assim, ele me comendo e me chupando. Além de me xingar e bater na minha bunda, ele cuspia nas minhas costas, na minha cara, lambia meu rosto e cuspia dentro da minha boca e também batia na minha cara com certa força. Eu tolerava tudo com grande desejo e prazer.
Também fodemos no banheiro e foi ótimo, mas sem muitos detalhes.
----> RECADO FINAL:
Depois trarei mais histórias reais minhas. já dormi com meu professor de química, isso quando eu tinha 16, além de outras aventuras sexuais excelentes.
Comente o que vocês acharam, vai ser um prazer ler cada recado. E se lembre, eu fiz porque quis, ninguém me forçou, se você estiver pensando em fazer com alguém como foi com meu irmão, vai com calma e somente se ambos quiserem, existem milhares de pessoas que te comeriam ou te dariam, não precisa escolher justamente a que não quer.
Leiam também os contos da Lorena (Reduto), ela é minha parceira neste grupo de contos.
Um abraço a todos e até mais.
redutodoscontadores