Conseguimos recuperar e organizar todas as lembranças da Jussara, dedes que ele teve seu primeiro namoradinho, Ela 14 ele meses mais. Coleguinhas da escola, Ela diz de saída que ele (Carlinhos ) era um amor de pessoa, mas como ela era muito ingênuo. A mãe da Jussara , uma mãe super católica, acreditava em tudo que o madre falava, vivia na igreja, MANDOU a Jussara contar para o padre que estava namorando, e disse que era pra acreditar em todas recomendações do padre sobre namoro e seguir os conselhos dele, que ele só ia ajudar.
E foi assim que começou tudo errado, ele relata hoje. O Padre era um safado, e logo mandou a Jussara ir na sábado a tarde na casa paroquial para conversarem sobre namoro, ela contou pra mãe e a mãe concordou, achou bom mesmo conversar ouvir o padre.
Na casa paroquial ela foi colocada em uma sala pequena era o escritório de e o padre começou falar de namoro, fazendo rodeios, e começou fazer perguntas, quem era o namorado de que família era, que idade tinha, Logo segui queria saber onde a gente namorava se era em casa ou no colégio, Jussara respondeu que namorava tanto no colégio no intervalo das aulas e também em casa na sala no sofá, e quando se encontravam no clube aos sábados a tarde que tinha Reunião Dançante da Juventude. Primeira coisa que perguntou se quando ela dançava com ele, se ele apertava ela, ela contou que demorou segundos para responder e ele, já perguntou se ela dançava com outros também, e perguntou se eles faziam a mesma coisa, sugerindo que apertavam ela e era assim que ele fazia, se ela demorava pra responder ele entendia que a resposta era sim, e logo passava para outra.
Na segunda vez que foi na casa paroquial, o padre logo entrou no assunto do namorado, o que faziam no clube e de outros meninos o que ela fazia ou deixava eles fazerem, e disse me conta agora sem esquecer de nada, tudo que fazem no sofá da casa. A Jussara contou que travou, não sabia o que falar, ele então começou insinuar,... ele pega na mão, beija vc, no rosto e na boca, ele mexe em vc, cabelos rosto, coloca as mão nas pernas sobe com as mãos nas cochas e nos seios apalpa eles.... Jussara congelada, travada, ele então, ..., olha querida isso tudo é uma coisa normal entre namorados, é assim que acontece, vcs precisam se conhecer, as reações, ele precisa saber o que vc gosta de fazer, mas vc também precisa saber o que ele gosta de fazer, é assim que se forma uma união sólida, bla bla, bla, O padre avisou ela antes de sair, que ia no próximo sábado, colocar junto dele um dos coroinhas que ajudavam na missa, para fazer de conta que era o Carlinhos, namorado dela. A Jussara comentou agora, que não achava nada errado, achava que ele estava ajudando, que ia mostrar como ela devia se comportar com o namorado.
No sábado, a tarde, ele disse que estava te´, curiosa para saber, ansiosa para ir lá na casa paroquial.
Quando ele chegou o padre estava no portão da frente conversando com uma mulher, e mandou ele entrar , ir na salinha esperar. Demorou mas chegou, ela notou que tinha novidade na salinha um sofá pequeno, onde o padre disse pra ela sentar. Ele puxou uma cadeira e sentou frente a ela. Falou que logo ia chegar um dos coroinhas que ajudava ela nas missas e que ele então ia representar como se fosse o Carlinhos, namoradinho dela.
Logo depois ele entrou na sala, a Jussara conhecia ele de vista, sabia que ele era do interior, era filho de colonos, e morava na casa paroquial para poder estudar na cidade, devia ter entre 17, 18 anos. Magrelo alto, como ela disse até bonito.
Hoje quando passava os detalhes ela contou, que depois entendeu que ele estavam combinados, eles combinavam tudo.
O tal co coroinha (Alceu 17 ou 18 ), sentou ao lado dela, o padre começou dizendo, para ela abraçar a Jussara, ele passou o braço por cima dela abraçou, agora vc é o namorado dele, faz nela o que os namorados fazem, então ele começou beijar ela no rosto, beijou no pescoço, deu selinhos na boca dela, uma das mãos, já estava na perna dela, no joelho, e começou subir, enquanto beijava o pescoço dela, a mão subiu, subiu, e parou perto da calcinha dela, o padre, falou, faz, faz, lembra que vc é o namorado, e ela sentiu um toque na bucetinha dela por sobre a calcinha, dedos esfregando meio em círculos, o padre interrompeu, Jussara falou que sentia uma coisa que não sabia explicar, o padre falou, viu como sua respiração ficou pesada, esse é o resultado, quando o namorado te faz carinhos em vc, o que mais vc sentiu, ela não soube dizer. Ele mandou o coroinha então voltar para cima, que era onde ele tinha um quarto.
O padre encerrou a "aula ", naquela tarde, acompanhou a Jussara até o portão,...Filha tudo, tudo que vc esta aprendendo aqui, ninguém, ninguém mesmo, deve saber, isso é tudo seu, só seu , nem o Carlinhos seu namoradinho. Mas ele tinha uma super amiga, com quem trocava confidência, comentou com ele, no domingo quando se encontraram no clube, a amiga ficou, super interessada no assunto, queria saber quem era o coroinha, se ele tinha colocado o dedo na bucetinha dela ou ficou na calcinha, oq que ela tinha sentido, virou fofoca e muita risada o assunto.
Próximo sábado, ansiosa para ir lá. O padre na salinha já esperando ela, ele sentou no sofá, o padre levantou, fica aqui já volto, e saiu, logo voltou com o coroinha. Sentou ao lado dela, e o padre, começa.... e tudo começou a se repetir, tudo, tudo, a mão foi na calcinha direto, e desta vez ele entrou com o dedo pelo lado a acertou a bucetinha dela, ela disse que achou que ele entrou com a ponta do dedo entre os lábios, ela olhava para o padre que estava olhando ela nos olhos fixamente, padre levantou, ..., vem queria levanta, vamos ver uma coisa, o padre fez ela sentar na beira da mesa dele, chamou o coroinha, ..., olha, olha, ele levantou a saia dela, e ficou aparecendo a calcinha, o Coroinha, com o dedo, foi direto por baixo da calcinha, dedo entre os lábios e olhou o padre fez um gesto com a cabeça. O padre, ... deixa eu ver, ela mostrou a mão e estava o dedo um pouco molhado, mostra pra ela , mandou. Ela olhou e estava molhado mesmo. o padre afastou ele, ..., viu querida como é, se vc fosse adulta, casada, já estaria pronta para fazer sexo com seu marido, isso é uma coisa normal também. E encerrou a aula daquele sábado. A amiga informada já no outro dia, ficou apavorada e curiosa, fofocaram e ficou por aquilo mesmo. A Jussara falou que provocava o Carlinhos namoradinho, para ela fazer algo parecido nela, ela queria, mas ele não reagia ou não entendia.
Outro sábado, padre coroinha, sofá, e tudo sendo repetido desde como foi a primeira vez, padre queria saber se ela falou pra alguém, coisa que todas as vezes perguntava, e naquela tarde quando chegou a hora do dedo e da calcinha a coisa avançou. O Padre mandou a Jussara fazer carinhos no coroinha, fez ele entrar com as mãos por debaixo da camiseta dela e apalpar o peito dele, fez um sinal pra ele, ele pegou a mão dela e colocou em cima do pau dele por sobre a a calça, segurou a mão dele e fez ela apertar o pau dele, ela tentava puxar a mão mas ele segurando, quando ela parou de puxar a mão ele largou e ela disse que ficou segurando, o padre se aproximou, ..., sim queria, sim, é a assim que se faz, olhou para o coroinha,..., mostra pra ela, ele deu um pulo ficou de pé a baixou a calça e a cueca, ele ficou de pau duro meio que apontando pra cima, bem na frente dela, então o padre..., pega querida, pega, aperta, pode pegar. A Jussara agora comentou que estava meio fora dela mesma, nem sabia direito o que estava fazendo, o pau dele super duro, meio quente, ele se aproximou bem dela sentada, e ela acha que ele ia querer botar na boca dela, mas o padre fez um sinal pra ele, que ele se afastou um pouco, o padre olhando pra ele, ... faz, faz agora mostra, faz até o fim, ele começou se masturbar, mas foram segundos apenas e o pau cuspiu, cuspiu longe e depois ficou escorrendo. O padre fez sinal pra ela pegar e esfregar nos dedos o gozo dele que estava escorrendo. O padre então, sentou no sofá ao lado dela, e começou falar,, que aquilo era o que fazia filhos, que ali tinha "soldadinhos", etc,etc,etc. O Coroinha não esperou o padre terminar a explicação, puxou a calças e saiu da sala.
Foi depois desta última aula, que o padre começou botar dificuldade de poder continuar todos os sábados, disse que ia avisar pra mãe dela quando ela podia voltar, e nunca mais voltou. O efeito de tudo isso para a Jussara, ela acabou, abrindo o zíper da calça do Carlinhos, namoradinho e puxou o pau dele pra fora , conta que estava meio mole, rindo, falou que era bem branquinho tinha uma pela na ponta que cobria a cabeça, que ele puxou a pelo pra cabeça aparecer, ela masturbou ele sentado no sofá, escorreu um pouco do gozo dele na mão e na calça, que ele teve que ir no banheiro se limpar. Que o máximo que deixava ele fazer quando excitava ele, era na saída da casa a noite, atrás da porta ele botava o pau pra fora e ela se virava e deixava esfregar entre as nádegas dela.
Nunca passou disso, depois de meses, ela decidiu terminar o namoro, até hoje considera que ele era muito travado, indeciso.....
...segue em JUSSARA (16 a 19 ) ......