Foi cedo, bem cedo, éramos adolescentes e um dia tudo começou. Primeiro as fofocas, falando da meninas que eram da turma, depois encontros e masturbação , o trio se masturbando. Todos já naquela ocasião, olhávamos e admirávamos os pau dos amigos. Naquele dia então, lado a lado, foi quando começou mesmo. Em segundos um masturbando o outro, sentindo como estavam duros. Lembro que quando peguei o pau do Sergio, senti a diferença, ela era grandão. Estávamos na casa do Bira, pau maior e mais grosso que o meu também, ninguém em casa, o Bira parecia estar melhor preparado que nós dois, pq falava coisas, se antecipava aos movimentos. Nós nos mostrávamos um para o outro, sacudindo o pau duro, até que caímos no sofá, quem sentava no meio, masturbava os outros dois, ocupava as duas mãos, mas o alerta era não gozar, segurar e trocar de lugar. Eu e o Bira tinhamos um pau meio semelhante, o dele uma cabeça pouco maior, mas o pau do Sergio chamava atenção, era grandão, ele então fazia questão de se mostrar. Naquela tarde ficou só na masturbação, todos nós nos masturbamos, para ver quem cuspia mais longe, o pau do Bira parecia que a cabeça is explodir, cuspiu longe, o Sergio se contraiu todo gemendo e se masturbando, também cuspiu longe a primeira golfada, todos nós cuspimos longe. Logo os paus amoleceram, e o pau do Sergio mostrou ainda mais a diferença, ficou dependurado sobre o saco dele. Eu e o Bira estudávamos na mesma escola, mesma classe, no intervalo a gente só estava falando da nossa masturbação. O Bira me perguntou se eu já tinha dado o cu algumas vez, o que eu neguei, disse que nunca, ele então perguntou se eu tinha vontade e eu não soube responder, mas disse pra ele que tinha curiosidade. Ele já sabia tudo, falou minutos sem parar, de como era, dor, lubrificação, devagar, falou do pauzão do Sergio, eles era primos distantes, contou que o Sergio já tinha feito, depois disse que eles já tinham feito entre eles. Aquilo ficou na minha cabeça, eu fiquei pensando por bastante tempo sobre o que ele tinha me falado. Passaram-se, algumas semanas e também no intervalo das aulas, era uma sexta feira, o Bira me chamou em um canto, e me disse que ia ficar sozinho em casa aquele final de semana, que era para ir lá, e que o Sergio ia estar lá também. Dormi naquela noite só pensando neles, aquilo não me saia da cabeça, na sábado depois do almoço então fui para a casa do Bira. Bira me recebeu e fomos para o quarto dele, o Sergio já estava lá, sentado na cama, olhando uma revista pornográfica, sentei entre os dois, minutos depois o Bira levantou, tirou a roupa, ficou nu, o Sergio imediatamente fez o mesmo, ficaram os dois me olhando, os dois já meio excitados, nunca vou esquecer esta visão que tive. Foi o Bira que me puxou pela mão, e começou soltar meu cinto, logo eu estava nu também e também já meio excitado, o Bira ajudou, pegou meu pau e começou a masturbar o Sergio ali também se masturbando, aquela coisa dele já estava no ponto. Então o Bira largou meu pau, passou pelo Sergio, não sem antes dar um apertão no pauzão dele, que sorriu, o Sergio veio até mim, " pega, pega, aperta, pode apertar", estava duro muito duro, latejando na minha mão, então ele fez uma coisa que eu adorei, ele beijou meu mamilo e chupou, meu pau deu um pulo no ato, que sensação gostosa, eu desconhecia que tinha isso comigo. O Bira, já trazendo uma bisnaga que era de gel. Entregou para o Sergio e fui se ajeitar na cama, ajoelhado, o Sergio passou gel no pauzão dele e foi e passou também no cuzinho do Bira, e foi direto, quando o Bira terminou de gemer, o pauzão todo já tinha sumido, estava com tudo dentro, O Sergio socou diversas vezes, me olhou, " vem, vem, fica aqui do lado dele, quero comer teu cuzinho ", fiquei na mesmo posição do Bira, que logo pulou da cama, e então senti o gelado do gel sendo passado no meu cuzinho virgem, Bira deu a volta na cama se ajoelhou, e me segurou as duas mão, apertando contra o colchão, "fica assim, ele vai devagar, vai doer um pouco ´só, logo passa", e já senti a primeira pressão querendo entrar, em seguida mais um empurrão para entrar, cheguei a sentir um pouco de dor, mas não entrou, o Sergio então, parou, "deita aqui querido fica de ladinho, e relaxa, não contrai, faz força pra fora como se fosse fazer cocô", eu só obedecia, e quando fiz força pra fora, dai sim senti uma dor que parecia que estava me partindo ao meio, Bira me segurando na posição, e o Sergio empurrando, chorei de dor, ele entrou com todo o pauzão, e ficou parado por segundos, os dois me segurando, parado por um bom tempo, pra mim, um século, "fica assim, fica assim, olha que cuzinho apertado e quente, vou gozar, " e sem se mexer gemeu, minha dor aumento, e gozou grudado em mim. Quando o pau dela saiu, um alívio nunca sentido antes. O gozo dele escorreu pela minha nádega e depois vi que tinham fezes minhas. O Bira me largou, pulou da cama, e logo me deu um lencinho higiênico, para me limpar. Já de pé, o Sergio na minha frente também se limpando com lencinho, aquele pauzão ainda meio duro. Meu cuzinho além de estar doendo, ardia também, o Bira se aproximou, me olhando e sorrindo, " logo vai passar, sei como é". Pedi para ir no banheiro, e lá, deixei o resto do gozo do Sergio no vaso. Voltei para o quarto, ficamos conversando como se nada tivesse acontecido, e depois saímos, fomos ao shopping. Assim foi minha iniciação, super dolorida, no dia não0 gostei nem um pouco, mas pareceu que um vírus foi inoculado em mim, logo depois, coisa de dias, eu já estava pensando naquilo. .... sigo contando em outro capítulo o NOVINHOS 02....
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