EU. 04 Relatos verídicos.



Já com 18 anos, pensava em arrumar uma namorada, queria saber como era, tinha vontade de namorar, meu poucos amigos, praticamente todos tinham namoradas ou já tinham tido.
Mas tambem eu estava com minha bissexualidade bem aflorada, eram os hormônios, que pediam sexo.
Em casa, a coisa complicou, pq eu não gostava de estudar e nem queria trabalhar de verdade. Meu pai um dia me avidou para ir numa empresa, procurar um "fulano de tal, Clovis, que era gerente, lá, era uma fabrica que fabricava brinquedos de madeiras, algo artesanal.
Fui , fiquei o dia todo lá, tentando aprender algo, não aprendi praticamente nada, no outro dia nem levantei, para ir lá outra vez, fiquei dormindo. Meu pai trabalhava perto da nossa casa, e vinha pelas 9 horas da manhã de volta para tomar café.
Me achou dormindo, me tirou da cama aos empurrões e simplesmente me votou na rua de casa, minha mãe estava chorando quando eu sai, só com a roupa do corpo.
Mas eu era bem safadinho e fui então para um abrigo de menores, da prefeitura que abrigava menores e tambem alguns maiores que eram moradores de rua.
Lá tinha um conhecido meu que tinha trabalhado com meu pai, fui lá contei pra ele, mandou eu escolher uma cama na parte de cima, onde os inspetores de menores, dormiam as vezes.
Já naquele dias mesmo, andei por tudo lá dentro, vasculhando conhecendo, muitos adolescente e muito poucos jovens já adultos, todos muito magros, mal vestidos.
Caminhando por lá, minha primeira surpresa, no final de um corredor, havia um depósito de coisas, colchões, travesseiros, roupas de cama e de banho, umas cadeiras, um monte de coisas, era um depósito, lá atrás tinha um adolescente quase adulto, que deveria cuidar de tudo, só que ele era louco, agitado, falaram que ele se drogava escondido, entrei sem saber que ele estava lá, e estava ele com um outro magrelo alto, e o magrelo este atras dele que estava com a calça baixada, quando entrei onde estavam, o susto fez o magrelo de afastar do outro, pauzão de fora, duro, o que devia cuidar de tudo de quatro, o magrelo Eliseu.(18 anos ) estava comendo ele, que com certeza estava drogado, pq estava sem reação.
Virei as costas rápido e sumi dali.
A tarde eu estava lá em cima onde dormia, o Eliseu apareceu lá, sentou numa das camas, ..... vc viu né, eu estava pegando o Marcelo, ele é bem gayzinho, não demonstra mas é, já comi ele diversas vezes, eu como mesmo, quando morava com minha tia, eu comia meu primo, e foi só por isso que vim morar aqui, fui expulso da casa dela, meu primo era muito novinho, muito mesmo., arrombei o cuzinho dele, não estou nem aí, ele deu mesmo, arregacei o cuzinho dele.
Comecei a rir pela forma que ela falava, ele não gostou, acho que eu pensei que ele estava mentindo. ..... olha , eu como mesmo, já comi muitos, não duvida de mim, eu não minto, se vc quiser como vc, mas não sei se vai aguentar meu pau. Mesmo com essa agressividade dele, acabamos sendo bons amigos. Quase todas as tardes quando eu estava lá na casa, eu ficava lá em cima, tinha uma TV lá, ele muitas e muitas vezes subia tambem, ela só falando sacanagem.
Em um dos dias voltou a falar do priminho que ele comia, contando detalhes de como fazia, estava com uma bermuda, num momento levantou, ...olha só em pensar fico de pau duro, e baixou a bermuda, fiquei olhando fixo, realmente chamava atenção, bem escuro, ele era moreno, puxou a bermuda de volta, sentou ao meu lado, me olhando com cara de bandido, ....sabe eu como vc, esta a fim, ví que gostou do que viu, olha outra vez, levantou e baixou a bermuda outra vez, e ainda de pau duro,.... olha, tirou do bolso um sachê que aprendi depois que era gel, e distribuído nos postos de saúde pelo governo,... levanta, levanta, baixa esta calça, quero ver teu cu, bem assim, estava super agressivo, mandando, como atendi, fiquei imóvel, ele me puxou pelo braço, grosseiramente, ... para, reclamei, ele não para não, deixa eu ver teu cu, eu acho que vc já deu, mostra, quero ver. Eu então fiquei com receio, ele era bem maior que eu era forte, eu sabia que a casa estava só com o porteiro lá embaixo, comecei a soltar meu cinto, ele ali quase que encostado em mim, tirei a bermuda e a cueca, ele, começou a rir, debochando do me pau,... fica duro, faz , eu quero ver, olha o meu, ele estava bem agitado e excitado, .... vira, vira quero ver, abre as nádegas, me curvei e abria as minhas nádegas com as duas mãos, senti que ele se aproximou, e o dedo direto no meu cuzinho,..... cara vc já deu o cu, legal, gosta de dar, eu gosto de comer, te apoia ali, curva o corpo, vou te comer, então eu não reagi mais, comecei obedecer ele, era minha bissexualidade aflorando. Ele tinha aberto o sachê, e consegui ver que ele passava no pau, aquela coisa enorme, eu comecei a tremer intensamente.
Fica ali te acomoda, te ajeita ali naquela mezinha, deixa a bunda pra mim, e veio com tudo,...só vai, vai devagar, devagar, senti que ele meio que se acalmou estava muito agitado, o primeiro empurrão já entrou a cabeça, estava muito duro, ele tinha respiração pesada segurava meu corpo e empurrava, senti sendo alargado mesmo, tinha dor e ardência misturada, era muito pra mim, pedi pra tirara ele com certeza não ouviu, empurrando, consegui botar tudo, ficou parado, ...vem vamos mudar, sai daí, te apoia ali na parede fica de pé, outra vez toda aquela coisa entrando no meu cuzinho, foi outra vez com tudo,....agora vamos ali no sofá, agora sim, vou gozar no teu cu, vou deixar ele arregaçado, eu só obedecia, ele me levou para o sofá, fez eu ajoelhar e mais uma vez, sentia aquela pauzão entrando todo de uma só vez, e desta vez, ele começou a socar, ...para, para, esta doendo muito, tira, para, ele nem bola, vai e vem bem longo, puxava e empurrava tudo, então sentia as mãos dele apertando minha cintura e a respiração aumentando ele começou a gemer, foram segundo ele socando tudo , e gozou, segurando meu corpo puxado contra ele, tudo dentro. Segundos depois comecei sentir um alívio na dor, até que ele puxou pra fora, aquela coisa enorme, meio curvada pra baixo, toda melada,....cara vc me cagou, tô com o pau todo cagado. Ele tinha um papel tipo guardanapo, enrolou no pau e saiu.
Achei um pano lá no meio das tralhas que tinha lá, passei na bunda, estava dolorido meu cuzinho, e o pano saiu todo cagado, com a porra dele junto.
Joguei o pano num canto e sai, fui para cima para onde eu dormia, lá consegui me limpar melhor com um lenço que tinha molhado lá embaixo.
Depois eu cuidava quando o Eliseu sai para a rua, só então eu descia, não queria encontrar com ele.
Foram quase três semanas que fiquei naquela casa. Em um dos dias quando voltei do centro, fui informado que meu pai tinha passado lá, e disse para eu ir pra casa, foi coisa da minha mãe, meu pai de jeito que ele era, eu nunca mais voltaria pra casa.
Mas o Eliseu me marcou, não dava para esconder, mexeu com minha bissexualidade que estava recolhida eu acho.
........ segui sem estudar e sem trabalhar, mas logo depois consegui por meu meio mesmo um trabalho .....
Sigo contando EU minha bissexualidade, novo rumo .....
Acompanhem no EU 05. muitas novidades ....
Foto 1 do Conto erotico: EU. 04 Relatos verídicos.

Foto 2 do Conto erotico: EU. 04 Relatos verídicos.

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Ficha do conto

Foto Perfil jl1964
jl1964

Nome do conto:
EU. 04 Relatos verídicos.

Codigo do conto:
267397

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
16/07/2026

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