Por volta dos anos 1990/1992, eu cuidava de uma pequena loja de consertos de TVS, o dono sempre na rua procurando serviços, consertava também rádios, eu cuidava da loja, pessoal vinha entrega produtos para conserto. Bem próximo a loja, mesma quadra, existia um bar, muito movimentado pela juventude, turmas de amigos e amigas, idades semelhantes a minha. As vezes nos finais de semana eu me reunia com eles. Eu naquele tempo estava sem namorada, a que tinha perdi, me roubaram ela, passei a odiar ela pelo que ela fez. Naquela sábado a tarde estava no bar, chegou um dos meus amigos, o Luiz Carlos (18), pai dono de uma loja de calçados, duas irmãs, uma linda Vera (17) outra Marines (15 ) um bagulho. A Verinha tinha namorado, um idiotia da nossa turma, ele se achava, eu tinha falado para o Luiz Carlos, tempos antes, alguém tinha que roubar a namorada dele e comer ele, pra ele deixar de ser idiota prepotente. Mas naquela tarde de sábado ele entrou no bar veio direto em mim, "cara estava pensando em vc, estou a fim de aprontar", uma vez tempos atrás a gente tinha feito um troca troca, mas fazia muito tempo. "O que vc quer fazer?", perguntei, ele sorriu, "vamos aprontar nós dois, como naquele dia, vamos lá na tua loja e a gente troca, o que vc acha", foi inesperado aquele convite, achei graça, "faz tempo né, lembro bem do que vc tinha", levantei e saímos a loja logo adiante, entramos, fomos para os fundos da loja, lá um pequeno escritório. "Tira toda tua rouba, quero ver se vc mudou, fica nu, tô com saudade do teu cuzinho, deu muito neste tempo todo" " pouco muito pouco devo estar virgem outra vez", respondi e nós dois já estávamos nu., "cara este negócio aí cresceu mais né?", " sim, virou um grandão, vou arrombar teu cuzinho se ele esta virgem outra vez, depois vc me come". Escritório nenhum lugar macio para a gente transar, ele apontou para a uma das mesas, "vai alí mesmo, deita em cima, deixo comigo, vou te acertar legal", o safado estava preparado, do bolso da calça tinha tirado um sachê, que era gel. Deitado sobre a mesa, deixando meu cuzinho a disposição dele, ele passou op gel no meu cuzinho, e ví que passava no pauzão, veio com tudo, senti o primeiro empurrão, não entrou, então ele me segurou na perna e forçou, um pauzão como o dele fazia muito tempo, senti que começou entrar, me arrombando outra vez, foi empurrando devagarinho eu senti lá dentro sendo alargado, tudo dentro eu não conseguia nem me mexer, o vai e vem, bem curtinho começou, eu tinha dor, mas era suportável, socou, socou, puxou até quese sair tudo, voltou e empurrar até o fundo, puxou outra vez deixando bastante dentro ainda e deu um empurrão com um urro, minha dor aumento mais, e ele estava gozando, com tudo empurrado em mim. Ficou imóvel por segundos e começou puxar pra fora, saiu tudo um alívio, "vou ali, me lavar, venho e vc me come, eu quero", quando me ergui para sentar na mesa, senti que escorreu algo do meu cuzinho, mas sabia que era o gozo dele. Quando ele voltou eu já tinha limpado a mesa, e estava nu ainda, ele veio, "vem, vem me come, faz ficar duro, me come", mas outra vez meu pau não atendeu minha vontade. Desistimos, eu não ia conseguir, "vc é broxa, gayzinho, não come ninguém". tinha que concordar com ele , meu pau tinha sumido, mais encolhido que o normal. Saímos fiquei no bar, ele foi para casa. Antes de sair, ele falou, " vamos nos encontrar mais, combinado?". Concordei com aceno da cabeça. Meu cuzinho ardia e estava dolorido quando sentia numa cadeira do bar. Depois em casa no banho o dedo me mostrou que estava outra vez arrombado.. ... segue em EU 04 relato verdadeiro.
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