Justamente por querer render a ele todas as atenções da noite eu não fui a caça, a fim de encontrar alguém para aliviar o tesão. E olha que o salão estava lotado de homens e mulheres muito bonitos e atraentes, troquei alguns olhares, mas por decisão minha mesmo não avancei em nenhum flerte. Cheguei em casa cansado, todo desalinhado afinal bebi, dancei e me diverti muito, mas com um tesão aflorado por conte de eu tinha ficado no zero a zero. Minha vontade era tomar um banho, tocar uma punheta para liberar o tesão e cair na cama.
Para minha surpresa quando entrei em casa meu pai estava na sala, só de cueca, sentado no sofá e na televisão rolava um filme pornô com duas loiras mamando dois negões. Não sei o que me deu mais tesão, ver meu pai de cueca, afinal fazia tempo que a gente não transava, ou ver a cena de sexo na televisão. Meu pau subiu na hora, em minha cabeça até passou a ideia de aliviar o tesão com meu pai, mas ele já tinha tudo traçado em sua mente.
Dei boa noite e fui abraça-lo para cumprimentá-lo, mas fui surpreendido por um tapa na cara e a voz ríspida de meu pai:
- Isso são horas de chegar em casa Alex, e ainda visivelmente bêbado, cheirando a bebida.
- Mas pai... – Outra bofetada atingiu meu rosto, eu olhei surpreso para ele, com raiva até, afinal ele nunca me bateu, nem quando eu aprontava quando era menor, e agora adulto veio com essa, mas antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ou tentasse balbuciar qualquer palavra ele segurou meu rosto e disse:
- Nem tente se explicar moleque. Vou te castigar por isso, agora em vez de se justificar usa essa boca para me mamar.
Ouvir aquilo confesso que me deixou mais aliviado, mas ainda não sabia se ele estava com raiva de verdade ou só queria fazer o fetiche do paizão dominador. Resolvi então entrar na brincadeira e ser o putinho submisso do papai. Me ajoelhei em sua frente, abaixei a sua cueca e coloquei pra fora o seu pau de 19 cm, cabeçudo e curvado pra esquerda que a essa altura já estava estalando de duro. Comecei chupando devagar, mas logo recebi ordens para mamar mais forte.
- Desaprendeu a mamar moleque, eu quero você engolindo o pau do seu paizão todinho, quero ver lágrimas saindo do seu olho, quero ver você engasgando na minha pica. Anda engole essa porra,
Eu prontamente obedeci, tentando colocar ao máximo aquele cacetão na boca. Enquanto eu mamava ele foi tirando minha roupa, me deixando só de meias, tirou minhas calças e meu cinto, me colocou de quatro, eu pensei que ele ia me fazer um cunete antes de meter seu pau em mim então relaxei, fechei os olhos e esperei receber as linguadas, mas fui surpreendido por uma cintada na bunda, que confesso ter doido bastante.
- Que bunda gostosa esse meu filho tem, pena que não é só o papai aqui que come ela, deve receber muita pica com uma bunda gostosa dessa.
E falando isso ele me bateu novamente na bunda, agora com as suas mãos, pela primeira vez na vida eu estava levando palmadas de meu pai. Senti minha bunda queimando, senti o calor da marca do cinto e suas mãos, mas senti também logo em seguida a cabeça de sua pica na entradinha de meu cu.
Meu pai estava realmente com um fetiche diferente, ele falou que ia me castigar e foi isso que fez, sem preparar, sem chupar meu rabo, ele simplesmente meteu de uma vez os seus 19 cm em meu cu. Vi estrelas, mas a intensidade do vai e vem logo transformou a dor em prazer. Eu de quatro, no chão da sala, tomando no rabo violentamente, o pé do meu pai sobre minha cabeça e eu ali totalmente entregue e dominado sendo fudido, aparentemente sem piedade, até ouvir meu pai explodir num gozo espetacular e eu sentir minha bunda inundada por sua porra.
Ele usou o meu cu enquanto quis. Não me mamou, não me beijou, apenas me fez de servo dos seus desejos mais lascivos. Logo após gozar ele desligou a tv e me deixou ali no chão da sala, jogado, usado, como um verdadeiro deposito de porra. A primeira vez que me senti assim. E ali no chão da sala, agora ainda mais cansado, arrombado e humilhado pelo meu próprio pai eu me sentei e toque a minha punheta, aquela que eu queria bater antes disso tudo acontecer.
Tomei meu banho e apaguei em meu quarto. Acordei quase ao meio dia e senti uma leve dor das marcas do cinto na minha bunda, cheguei na cozinha e meu pai estava lá preparando o nosso almoço. Ele me abraçou, me deu uns beijinhos carinhosos no rosto e foi logo dizendo:
- E aí gostou de ser a putinha do paizão? Desculpa se te machuquei – Ele falou isso alisando suavemente minha bunda – Não te avisar de tudo que eu estava a fim de fazer fazia parte de minha fantasia, espero que não fique zangado comigo. Nunca mais vou te fuder daquele jeito novamente, a não ser que você queria.
Caímos na risada juntos, e logo em seguida ganhei um beijo delicioso, molhado e carinhoso, daquele que eu estava acostumado receber de meu pai.
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