? ?Quatro dias se passaram na maior calmaria, ou pelo menos parecia. Eu tava de folga, aproveitando o descanso de uma escala de 12x36 que tava me deixando mais estropiado que cavalo de correio. A Bianca, sempre dedicada, tava num alvoroço só preparando as aulas dela e tinha que sair às duas da tarde. ?Eu tava lá, esparramado na beira da piscina, curtindo o solzão, quando a velha entrou no pátio com aquele ar de dona do campo. Mas agora o olhar dela era diferente, era um olhar de china sem-vergonha. Ela se instalou ali e começou a provocação, jogando o pezinho gordinho pra cima de mim. O tesão falou mais alto; me atraquei naquele pé, sentindo o gosto daquela sem-vergonhice. ?A sogra, vendo que eu tava entregue, puxou o biquíni e escancarou o "capô de fusca" monumental: grande, lisinho e de um rosa que brilhava. Recuei no susto, a consciência deu um coice, mas o destino já tava traçado. ?Deu o horário da Bianca. Ela saiu faceira, o motor do carro sumiu na estrada, e o silêncio tomou conta. Assim que tive certeza que a patroa tava longe, o Guillermo "pé-rapado" voltou com tudo. ?Dei um empurrão na velha que ela caiu de costas no piso, com as pernas pro alto. Abri as coxas dela com força e soquei o meu pau nela sem dó. A jararaca gemia alto, se batendo que nem peixe fora d'água. Quando senti que ia explodir, puxei pra fora e caí de boca naquela buceta lixa. A velha gozou duas vezes na minha cara, jorrando o mel dela enquanto o corpo tremia. ?Virei ela de quatro na hora, sem dar respiro. Abri aquele mundaréu de bunda branca e lá tava ele: o botãozinho rosa. Mas aí é que veio a surpresa, tchê. O troço tava dilatado, convidativo, brilhando num tom de carmim que não era natural. ?— Pelo amor de Deus, Guillermo... — ela suplicou, com a voz falhando — Eu me preparei pra ti... pega o lubrificante na bolsa... eu tava usando um alargador a manhã inteira só esperando esse momento... ?Eu, na minha ruindade, querendo humilhar a velha que me pisou por anos, soltei: — Quem quer o pau no rabo é tu, então vai buscar, sua jaguara! Se te preparou com brinquedo, agora vai aguentar a ferramenta de verdade! ?A velha, sem pudor nenhum, levantou com a bunda toda aberta e trabalhada na dilatação, pegou o tubo na bolsa e lambuzou o próprio cu. O rabo tava tão pronto, tão "no ponto" por causa do alargador, que chegava a pulsar sozinho. Ela voltou pra posição de quatro, empinando aquele rabo imenso, me convidando pro abate. ?Não esperei. No momento em que ela empinou aquele rabo besuntado, eu vim com o peso do corpo todo. Mirei o mastro bem no centro e empurrei de uma vez. Por causa do tal alargador que ela usou, meu pau entrou como uma faca quente na manteiga, mas o preenchimento era total. O grito dela ecoou pelo pátio, um misto de dor e o prazer de quem finalmente tinha encontrado o que procurava. ?A velha travou, as unhas cravando no rejunte, enquanto eu sentia o aperto absurdo daquele lugar. Mesmo "preparado", a minha tora não dava folga. ?— Tá vendo só? O brinquedinho não chega nem perto, né, jararaca? — eu rosnava no ouvido dela. ?Segurei firme nos quadris largos, sentindo a carne gorda balançar, e comecei a estocar com vontade. O som da carne batendo e do lubrificante estalando era a única música. Ela já não tinha mais pose nenhuma; estava ali, entregue, chorando e implorando baixinho enquanto eu moía o rabo dela que ela tanto cuidou pra me entregar. ?Quando o ápice chegou, despejei tudo ali dentro. Ela desabou no chão, trêmula, soluçando de um jeito que eu não sabia se era de arrependimento ou de puro êxtase por ter tido o rabo domado desse jeito. O Guillermo aqui não é de negar estribo, e depois daquela função toda, o pátio parecia um campo de batalha. A velha tava lá, estendida que nem pele de cordeiro no sol, tremendo até a alma. Mas o bicho é manhoso... ?Passado o calor do enleio, a jararaca, que antes só sabia destilar veneno, se arrastou pelo piso térmico e se jogou nos meus braços. Ali, no meio daquela calmaria de mormaço, ficamos que nem um casal de namorados novos, jogados num silêncio que só era quebrado pelo barulho da água da piscina. Por meia hora o tempo parou, tchê. Ela ficou ali, aninhada no meu peito, alisando os meus pelos com uma delicadeza que eu nunca achei que aquela mão tivesse. Era um carinho de quem tinha sido domada no laço comprido. ?Depois de um tempo, ela levantou o olhar, com os olhos meio murchos de tanto prazer, e sussurrou: — Guillermo, meu touro... vai lá, lava essa ferramenta... deixa ela limpinha pra mim de novo. ?Fui até a ducha, tirei a nhaca da batalha e voltei tinindo. Ela já tava me esperando deitada com as pernas abertas, com aquele mundaréu de carne branca rendido. Nos atracamos num "papai e mamãe" de fundamento, daqueles de fazer o barro levantar. O beijo da velha era uma coisa de louco; ela enfiava a língua na minha boca com uma vontade que parecia querer sugar a minha alma de gaúcho lá do fundo do estômago. ?No meio daquela função, entre um fôlego e outro, ela deu o grito: — Me bate, Guillermo! Me dá um tapa nessa cara! É de um macho assim, bruto e sem rédea, que eu sempre precisei! ?Meti-lhe a mão na cara com vontade, pra ela saber quem é que mandava no potreiro. Ela gemia e revirava os olhos, entregue totalmente à minha ruindade. Foi um final de lida de tirar o chapéu. ?Quando o sol começou a baixar, a função terminou. Levantamos os dois, meio tronchos das pernas. Peguei a mangueira e demos uma geral em volta da piscina, lavando o lubrificante e o suor que tinha ficado pelo chão, pra Bianca não desconfiar de nada quando chegasse da escola. ?A jararaca se vestiu devagar, ajeitando o biquíni e a saída de praia com aquele ar de quem tinha acabado de ganhar a Grande Campeã da Expointer. Me deu um último olhar de rabo de olho, cheia de segredinhos, e se foi embora, deixando o pátio vazio e o Guillermo aqui com a sensação de missão cumprida. A velha podia ser cobra, mas que o veneno era doce, ah, isso era
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