O que aconteceu naquela cabine de caminhão? Sandra jura que só recebeu um amasso. Só que esse amasso não teria sido tão simples assim, sigam no texto e vejam o que ela me contou.
Seguimos nossa viagem e deveríamos parar para pernoitar num hotel de estrada que fica próximo da cidade de Lages em SC. Pouco antes de chegarmos lá, num trecho lento, ela chama minha atenção dizendo – amôôôr – eu olho e ela começa a subir a saia até aparecer a calcinha, só que não tem calcinha...não estava lá, ela voltou do caminhão SEM calcinha. Olhei espantado e, simulando ingenuidade disse – você ficou sem calcinha? Ficou junto dele sem a sua calcinha? Tirou na frente dele? Ela só me olhou com um leve sorriso de canto de boca e acenou com a cabeça que sim. Claro que eu estava valorizando e me passando por ingênuo e até hipócrita, mas pensando bem, eu não queria mesmo que ela fosse comida, nós não combinamos aquilo e tudo saiu sem planejar, era só a excitação do momento que nos impulsionou...
Ele teria penetrado ela? Fiquei com receio de perguntar. Seguimos meio em silêncio até chegarmos ao hotel, desses em que o carro fica estacionado na frente do quarto. Entrando no cômodo, aproveitei para me certificar que ela realmente estava nua por baixo da saia. E estava. Muito tarde já para testar seus orifícios, pois já se haviam passado quase duas horas.
Após o banho e jantar relaxamos para dormir e então era a hora de “assuntar” mais alguma informação, perguntei na “lata”- Amor, você “deu” pra ele?
- Não... não, ele só me deu uns amassos.
- E aquela calcinha?
- Deixa eu te contar: entrei no caminhão com a ajuda dele e sentei no banco do carona, ele falou – Que bom que você veio gata!
Ele se aproximando de mim falou – Vamos terminar o que começou lá na estrada.
- Não, calma – Eu disse – Por favor, calma! Devagar!
Então ele viu a aliança no meu dedo e perguntou – vcs são casados? – Respondi que sim com a cabeça, daí ele pareceu mais cuidadoso e disse – Obrigado por deixar eu ver as tuas pernas, são muito bonitas, você pode me mostrar de novo? Eu levantei lentamente a saia até chegar na calcinha, como fizera no carro, ele ficou do seu assento olhando, aproximou-se mais e alisou minhas coxas.
- Amor! você não imagina como me arrepiei com aquele homem alisando minhas coxas, eu tinha aberto um pouco as pernas para ele poder olhar a calcinha, daí a mão dele correu direto para a “perseguida”.... Eu fechei as pernas na hora. Estava rindo mas era de nervosa. Ele disse: - Calma, tudo bem, não vou te machucar, só quero te sentir. Você é tão bonita. Alisou meus cabelos um pouco e me acariciou até me sentir mais calma. então olhou para baixo falando.
- Esse teu sutiã aparecendo sob a blusa é bem sensual, mas está calor aqui, não gostaria de tirar, vc vai se sentir melhor.
Daí eu pensei que teria que consentir alguma coisa, afinal eu fui lá, então antes que ele decidisse me atacar de novo e me tirar a roupa, aquiesci em tirar o sutiã pelo menos. Fiz sem retirar a blusa, soltei a fivela atrás e me desvencilhei das alças aproveitando que não tinha manga na blusa. Meus peitos ficaram livres e bem apontados na blusa. Lenta e gentilmente ele levou a mão até meu seio, sobre a blusa e acariciou, sentindo o volume. Quando eu tirei aquele sutiã eu praticamente sabia que iria levar uma apalpada.
- Amor! Me correu um frisson quando aquele homem pegou no meu peito, daí ele baixou a mão e entrou por debaixo da blusa, encheu a mão no meu peito direito, apalpou bem, brincou com meu mamilo... Confesso que eu tava tão excitada com aquele estranho mexendo em mim!...Eu me encolhia e apertava bem as pernas, acho que instintivamente para me proteger. Daí ele chegou perto do meu rosto e falou mansinho para eu tirar a blusa – Tira essa blusa, tira.
Ele me conduziu com delicadeza e eu não tava resistindo, amor! ... sem vontade própria eu levantei a blusa mostrando os seios pra ele, me sentindo nua, desprotegida.
- Pera aí! Você tirou a blusa pra ele...ofereceu os peitinhos?
-Sim mas eu nem sabia o que fazer, estava confusa, foi tudo muito rápido, amor!
Eu sei que parece bobo da minha parte ter questionado essas coisas, mas naquele momento não estávamos no calor da excitação, o momento havia passado. Mesmo eu a tendo enviado para ele, agora me parecia algo ousado demais e absurdo que ela mostrasse sua intimidade daquele jeito.
Ela continua: - Ele ajudou e retirou a blusa pela minha cabeça e eu fiquei seminua com aquele homem no caminhão. Eu nem conseguia pensar, me sentia vulnerável junto de um lobo que eu estava estimulando a me atacar, sentia o peso dos meus peitos livres e que balançavam nas mãos dele, nunca um outro homem me tocou antes. Amor, ele abocanhou meu seio esquerdo.
Nesse momento, Sandra quase chorando, com um embaraço na voz, continuou - amor, ele fazia o que queria com meus peitos e eu não tinha ação, eu....só ficava ali, oferecendo eles pra ele enquanto ele brincava...apalpava um, mamava no outro, brincava com os biquinhos, balançava eles, levantava e largava pra ver eles caírem balançando. Eu parecia uma idiota sem ação assistindo ele fazer aquilo comigo.
Daí ele baixou as mãos no meu quadril enquanto sugava no seio esquerdo e tentou tirar minhas calcinhas...eu pensei, agora ele vai querer me comer à força...deu um pânico! Mas ao mesmo tempo me excitava o fato de não poder impedir. Já tinha baixado ela no meio da bunda então nem sei porque, eu mesma levantei o quadril do assento e tirei ela até os joelhos. Amor! Eu tava muito excitada!
Agora Sandra falava ofegante, com esforço, como se estivesse revivendo tudo de novo.
- Daí ele retirou minha calcinha pelas pernas e jogou ela do seu lado na outra porta bem longe de mim. Pensei comigo, lá se foi minha calcinha. Subiu a mão esquerda pelas minhas pernas até chegar na minha perseguida. Daí eu segurei a mão dele, não deixei avançar e ele falou – Eu só quero ver o que você escondia sob a calcinha - Com a mão pousada na minha coxa, boca colada no meu rosto e a mão direita alisando meus cabelos.
Ele já tinha descoberto o jeito de acalmar ela, tinha entendido seu ritmo, e a dominava. Aquele não era um caminhoneiro qualquer, era um amante eficiente, daqueles que sabem derrubar uma mulher. Pelo que Sandra me contou ele a conduziu variando ela entre calma e excitação até o limite de ela começar a tentar se proteger, então ao invés de forçar, ele a acalmava para então conseguir avançar mais um pouco. Assim ela, que chegou lá com medo de ser tocada, já estava nua, só com a saia mas levantada na cintura. Ela disse que, suavemente, beijando seu pescoço ele contou como a calcinha branca dela o excitara e falava coisas sobre a descoberta do seu tesouro que estava guardado nela, etç... bastante elogio no seu ouvido enquanto sua mão esquerda passeava pelo corpo dela, seios, pescoço, coxas, ventre, a outra mão na sua nuca, fazendo cafuné nos cabelos e orelha com o rosto colado no dela, até beijá-la.
- Amor! Ele me beijou, beijou na boca, pediu para eu beijá-lo também
- E você beijou?
- Beijei, beijei ele...beijei nuuuito!...Eu estava meio anestesiada, ele me afagava e me beijava...eu já tava de perna aberta sem nem sentir...aquela mão na minha perseguida, amor!
Quando eu percebi ele mexendo nela, abri bem as pernas, beem abertas pra ele explorar..
- O que ele fez nela? Na tua perseguida.
- Ele mexeu nela, encheu a mão nela, descobriu meu clítoris, brincou com ele, puxou ele pra fora...eu não conseguia reagir nem me defender...ele fazia o que queria... eu tava morta de excitação, só gemia e me deliciava com aquele homem mexendo em mim, me explorando daquele jeito. Ele enfiou o dedinho dentro da minha vagina, só a pontinha. Eu não queria ser penetrada, me encolhi toda. A mão dele no meio das minhas pernas e eu encolhida na posição como um feto, meio deitada de lado nele. Minha cabeça ficou enfiada no seu peito e ele me enlaçou com o braço direito pelas costas, me prendeu contra ele. Beijou minha cabeça, falou pra mim assim...
- Não tenha medo minha menina, eu não vou fazer nada que você não queira, não vou te violentar, mas entenda que eu preciso gozar, tá bom?
Então ele me levantou da posição curvada de defesa que eu estava e ficou com o rosto bem juntinho do meu e me dava beijinhos enquanto alisava meus cabelos, eu recostada nele, a cabeça deitada no seu ombro falou mansamente:
- Olha, tá vendo, eu preciso gozar e mostrou o pau duro grande já fora das calças. Eu nem tinha visto quando ele tirou aquele mastro pra fora. Tava lá, apontado pra cima, durão, me mostrando o que me esperava...Só então caí em mim que de alguma forma eu teria que dar conta dele. Tremi! Continuando, disse – tem três maneiras: penetração, na boquinha ou você me masturba...
- Eu pensei....que alívio, ele me dar a opção da masturbação...Acenei com a cabeça que sim e levei a mão para segurar o pênis dele. Era como o teu, amor, só que não tinha a cabeça descoberta, mas a cabeça vermelha saía toda quando eu puxava... comecei devagar, ele se aconchegou a cabeça no meu pescoço e se manteve abraçado comigo. Amor! Naquele momento me senti uma vadia, num caminhão na beira da estrada, abraçada com o caminhoneiro e masturbando ele...aquilo começou a me excitar de novo, mais e mais. Eu queria fazer bem direitinho, bem suave, pra ele sentir bem gostoso....foi, tão bonito quando ele começou a gemer baixinho no meu pescoço...eu me senti poderosa, dominando um homem estranho...controlando ele por aquela alavanca...mais eu balançava ela e lhe dava mais prazer...achei mágico fazer aquilo amor! Eu masturbava ele e ele se derretia todo no meu colo, agora era ele quem ficava sem ação e eu controlava ele por aquela alavanca de comando que ele carregava com ele..rsrsrs! Agora sei porque vocês têm essa alavanca! Rsrsrs!
Ele gozou gostooooso na minha mão e gemendo no meu pescoço, embaraçado nos meus cabelos, lambuzou toda minha mãozinha direita, daí ficou alí, grudado em mim e pediu para ficar mexendo nela devagar. Era tudo lambuzado, minha mão tava toda um mel só. Ele foi se acalmando, deu um suspiro, me beijou no pescoço e disse assim – Você é muito boa nisso, minha menina...Deixa eu fazer você gozar também. Limpou minha mão com delicadeza, passou um pano no meio dos meus dedos e também meu braço.
Eu simplesmente não acreditava que minha esposa estava me descrevendo como masturbara um outro homem... era uma sensação de que parecia outra mulher, não a Sandra! A partir daqui ela se entregara totalmente e podia até ter fodido com ele.
- Agora eu tinha ficado mais calma, enquanto ele me limpava eu só me sentia segura e cuidada, não tinha risco de ser penetrada, eu estava confiante.
Ele desceu a mão para minhas pernas e me abracei nele. Só abri minhas pernas e deixei ele passear seus dedos na minha vagina. Foi bom, ele foi me estimulando e me deixando cada vez mais excitada enquanto se enroscava no meu pescoço e nos meus cabelos, me beijava na boca. Enfiou a pontinha do dedo na minha portinha, amor, eu já queria aquilo, só abri mais as pernas e senti o dedo entrando, entrando...agarrei sua cabeça e dei um beijão colado e apertado enquanto ele fazia bem rápido com o dedo dentro de mim...eu fui gozando e pedindo mais, ele tirou o dedo e começou a massagear ela, me deixando louca de tesão. Depois enfiava, depois massageava de novo, aquilo não parava mais e eu gozava sem parar na mão daquele homem. Até que perdi as forças e me deitei sobre seu peito, fechei as pernas agora para ele não tirar a mão porque tava gostoso, muito gostoso aquela mão na minha xoxota. Fiquei assim um pouquinho até me recuperar, acho que dormi um pouquinho no seu colo enquanto ele afagava meus cabelos, mas lembrei que tinha que voltar para casa. Comecei a me arrumar, ele me ajudou com o sutiã (por isso estava todo torto, rsrsrs). Nem lembrei de pedir minha calcinha, eu estava tão à vontade sem ela que parecia natural. Desci do caminhão naquele estado que você viu.
De fato, Sandra estava meio cambaleante quando saiu de lá e pelo jeito ainda não estava recuperada. Naquela noite não transamos....não quis apagar dela seu momento de prazer. No dia seguinte, durante o café da manhã ela me falou - Ele me deu um telefone, disse para ligar pra ele. Claro que vai querer me comer.
- E você?
-Sei lá, eu só guardei e tô te contando.
-Você gostaria de transar com ele?
-Não, você é meu marido. Transo com você meu amor.
Mas ela não jogou fora o número de telefone e isso teve desdobramentos. De qualquer maneira, as calcinhas da minha esposa ficaram circulando num caminhão pelo Brasil e aquele caminhoneiro deve estar mostrando seu troféu, a calcinha da minha mulher, até hoje para os colegas.
Ainda contarei mais.... porque a vida não é um conto, ela sempre segue e coisas acontecem.