Alessandra e os Campeões Part 4

                   A Entrega Forçada
Sem esperar mais nenhuma negação, GUILHERME a levou para a cama. Ele agiu com uma rapidez bruta, levantando o vestido azul de ALESSANDRA até o pescoço, deixando-a exposta. Num movimento ágil, ele se livrou da própria bermuda, que caiu no chão com um baque surdo.
ALESSANDRA ainda tentava empurrar o peito firme dele, as mãos batendo sem força contra os músculos do rapaz.
— "Para, GUILHERME... Alguém vai ouvir... Por favor..."
Mas ele já estava sobre ela. GUILHERME a imobilizou com o peso do próprio corpo e, sem preliminares, invadiu ALESSANDRA com uma estocada profunda. O impacto fez ALESSANDRA soltar um gemido abafado contra o travesseiro.
                                    O Prazer Proibido
Guilherme começou a bombear com uma força selvagem, movido pela vitória no campo e pelo desejo acumulado de ter a mulher que todos os seus amigos cobiçavam. Ele não a tratava mais como a "Tia" ou a "mãezona". Ali, entre quatro paredes, ele a tratava como uma vagabunda, exatamente como os rapazes haviam planejado no vestiário.
— "Você gosta, não gosta? É disso que você precisava, ALESSANDRA... de um homem novo te pegando desse jeito!" — ele dizia, enquanto suas mãos apertavam os seios dela com força.
ALESSANDRA estava em transe. O prazer físico era devastador, uma onda de choque que ela não sentia há décadas, fazendo sua buceta pulsar em torno do membro de GUILHERME. Ela variava entre o desespero da razão — a culpa por estar traindo Miguel a poucos metros de distância — e o êxtase da carne. Ela enterrava as unhas nas costas de GUILHERME, gemendo entre os dentes, pedindo para ele parar ao mesmo tempo em que arqueava o corpo para recebê-lo ainda mais fundo.
Ela era, naquele momento, o campo de batalha entre a moral de uma vida inteira e a força bruta da juventude que a reivindicava.
O ar dentro do quarto estava pesado, saturado pelo cheiro de suor e pelo calor dos corpos em atrito. A penumbra do quarto era cortada apenas pelos reflexos que vinham de fora, mas ali dentro, o tempo parecia ter parado em uma luta carnal entre a moral e o instinto.
GUILHERME a prendia contra o colchão, os braços esticados segurando os pulsos de ALESSANDRA acima da cabeça dela. Cada estocada dele era profunda e ritmada, fazendo a cama de mola ranger em um protesto metálico.
— "GUILHERME... para... por favor, isso é loucura!" — ALESSANDRA suplicava, a voz trêmula, enquanto sua cabeça balançava de um lado para o outro no travesseiro. — "O Miguel... ele está logo ali... eu sou mãe dos seus amigos, tenha piedade!"
GUILHERME deu um sorriso predatório, sem diminuir o ritmo, sentindo como o corpo de ALESSANDRA o apertava a cada movimento.
— "Piedade, ALESSANDRA? Olha para você! Você diz para parar, mas sua buceta está me engolindo. Você está ensopada, TIA. O Miguel não te faz gozar assim há quantos anos?"
— "Cala a boca! Eu amo meu marido!" — ela gritou, mas o grito terminou em um gemido agudo quando ele atingiu o fundo. — "Não... não faz assim... ahhh..."
— "Confessa, ALESSANDRA. Confessa que você queria o time todo te pegando. Você é uma safada que se escondia atrás desse vestido azul," — ele provocava, soltando os pulsos dela para apertar e chupar seus seios com força.
ALESSANDRA tentou empurrar o peito dele uma última vez, mas seus dedos acabaram se cravando nos ombros de GUILHERME, puxando-o para mais perto. A razão estava perdendo a guerra. Por trinta minutos, GUILHERME a possuiu com a fúria de quem conquista um território. Ele a virou de costas, segurando-a pelos quadris, tratando-a sem qualquer delicadeza, como a "VAGABUNDA" que ele afirmava que ela era.
ALESSANDRA variava entre a culpa e os gritos de prazer que ela tentava abafar no travesseiro. O vigor do rapaz era inesgotável. Ele a "bombava" com tanta força que ALESSANDRA sentia que seria partida ao meio, mas, ao mesmo tempo, uma eletricidade desconhecida a fazia querer mais. Quando ele finalmente chegou ao ápice, despejando tudo dentro dela, ALESSANDRA desabou nos lençóis, trêmula, sentindo o corpo latejar de cansaço e prazer.
GUILHERME se levantou rapidamente, limpando o suor e vestindo a bermuda com um cinismo assustador. Ele não disse uma palavra de carinho. Apenas olhou para ALESSANDRA, desgrenhada e seminua na cama, e saiu do quarto.
No corredor, ele encontrou Xavier, que andava de um lado para o outro como um bicho faminto.
— "E aí?" — Xavier perguntou, os olhos brilhando.
— "Pode ir, Xavier. A 'MADRINHA' é muito melhor do que a gente imaginava. Tá lá, prontinha no ponto," — GUILHERME disse, dando um tapinha no ombro do amigo e saindo em direção à festa para beber uma cerveja gelada, como se nada tivesse acontecido.
O Ciclo Recomeça
ALESSANDRA ainda estava tentando recuperar o fôlego, sentindo o sêmen de GUILHERME escorrer pelas suas coxas, com os olhos fixos no teto, em estado de choque pelo que acabara de permitir. Ela pensou: "Preciso me limpar... preciso sair daqui antes que o Miguel acorde..."
Mas, antes que pudesse se levantar, a porta do quarto se abriu novamente e se fechou com um estalo. Uma silhueta alta e forte apareceu na penumbra.
— "DONA ALESSANDRA... o GUILHERME disse que a senhora é generosa com o time," — disse a voz de XAVIER, já começando a desabotoar a calça. — "Agora é a minha vez de receber o prêmio do atacante."
ALESSANDRA sentiu um gelo na espinha. Ela percebeu, tarde demais, que não tinha sido um "deslize" isolado com GUILHERME. Ela agora pertencia ao time.
Breve Refúgio no Banheiro
XAVIER já estava com a mão no cinto quando ALESSANDRA, com a voz embargada e os olhos fixos no chão, sussurrou:
— "Por favor... XAVIER... me dá um minuto. Eu preciso... me limpar."
XAVIER parou, observando a vulnerabilidade dela. Ele deu um sorriso de lado, sentindo-se o dono da situação.
— "Tudo bem, ALESSANDRA. Eu espero. Mas não demora... eu vi o que o GUILHERME fez com você e eu não vou ser menos intenso,eu estou louco pela senhora faz tempo."
ALESSANDRA se levantou, as pernas meio bambas, segurando o vestido azul contra o corpo como se aquilo ainda pudesse protegê-la. No banheiro do quarto, ela ligou o chuveiro apenas o suficiente para abafar o som. Ela se lavou rapidamente, sentindo o corpo dolorido e sensível, ela não sentia seu corpo assim há anos pois seu marido era mais velho e não tinha a intensidade dos rapazes. Ao se olhar no espelho, viu uma mulher que não reconhecia: bochechas coradas, lábios inchados e um olhar perdido. Ela sabia que, ao sair dali, não haveria mais volta. Ela já não era a mesma mulher pois havia se deitado com outro homem e estava prestes a se entregar para mais um.
O Ataque de XAVIER
Quando ela saiu do banheiro, enrolada apenas em uma toalha, XAVIER já estava nu, sentado na beira da cama. O vigor do rapaz era evidente, e a visão daquele corpo jovem e atlético fez o estômago de ALESSANDRA dar voltas — uma mistura de pavor e uma antecipação química que ela não conseguia controlar.
Ele não esperou. XAVIER a puxou pela toalha, jogando-a de volta nos lençóis ainda bagunçados.
— "Agora é a minha vez, MADRINHA," — ele disse, subindo sobre ela com uma urgência quase violenta.
Diferente de GUILHERME, que foi possessivo, XAVIER era explosivo. Ele a beijou com uma fome que parecia querer devorá-la, as mãos percorrendo cada centímetro do corpo de ALESSANDRA com uma curiosidade agressiva e usava uma camisinha que parecia ser pequena para o jovem. Seu pênis era enorme e deixou ALESSANDRA assustada pelo tamanho.
O diálogo entre eles era um pouco escasso, substituído por sons de pele batendo contra pele e respirações curtas.
— "XAVIER... devagar... vai me machucar..." — ela pedia, tentando afastar o rosto, mas ele a segurava com firmeza.
— "Você aguenta, ALESSANDRA. Você é forte. Você foi feita para isso," — ele respondia, penetrando-a com uma força que fazia a cabeceira da cama bater contra a parede.
ALESSANDRA se viu novamente em uma batalha. Ela tentava pensar em Miguel, tentava sentir o peso da traição, mas o prazer físico que XAVIER proporcionava era uma força da natureza. A cada "bombeada" forte do atacante, a resistência de ALESSANDRA diminuía. Ela começou a retribuir os movimentos, envolvendo as pernas em volta da cintura de XAVIER, puxando-o para mais fundo, como se quisesse que aquela dor e aquele prazer apagassem a realidade lá fora.
Por mais vinte minutos, XAVIER a tratou como o troféu daquela final. Ele a usou com vigor, explorando sua maturidade com a arrogância de quem sabe que tem o poder. ALESSANDRA gemia alto, já sem se importar se BÁRBARA , MIGUEL ou os outros jogadores estavam ouvindo atrás da porta. Ela estava entregue ao caos.

Enquanto XAVIER chegava ao seu ápice, prendendo ALESSANDRA contra o colchão com um grito abafado de satisfação, ALESSANDRA percebeu um detalhe aterrorizante: ela ouviu sussurros e risadinhas do outro lado da porta do quarto.
Ela percebeu que XAVIER e GUILHERME não seriam os únicos. O time estava organizado. Eles estavam lá fora, em fila, esperando a sua vez de "COMEMORAR" o título com a mulher que agora, para todos eles, era a propriedade secreta do clube.
O quarto da granja, que antes era um refúgio de silêncio, transformou-se em um cenário de luxúria desenfreada. Quando XAVIER saiu satisfeito pela transa, mal houve tempo para o ar circular. A porta se abriu e PAULO entrou. Ele não tinha o cinismo de GUILHERME ou a agressividade de XAVIER; ele tinha uma ansiedade acumulada que transparecia no olhar.
A Chegada de PAULO e a Lógica Cruel
ALESSANDRA estava sentada na beira da cama, com o vestido azul rasgado em uma das alças, os cabelos colados no pescoço pelo suor. Ela levantou a mão, num gesto fraco de defesa.
— "PAULO... chega... eu não aguento mais. Me deixa sair, por favor..." — a voz dela era um fio, carregada de uma exaustão que misturava o físico e o mental.
PAULO se aproximou, já tirando a camisa. Ele se ajoelhou na frente dela, segurando seus joelhos.
— "ALESSANDRA, escuta... O que aconteceu, aconteceu. Você já traiu o MIGUEL com o GUILHERME e com o XAVIER. O segredo já existe. Não adianta parar agora e carregar a culpa por dois, se pode aproveitar com o resto de nós. O MIGUEL ainda está dormindo pesado... vamos fazer isso logo."
Antes que ela pudesse formular um "NÃO" ou um "SIM" e processar a lógica cruel de que sua imagem de "SANTA" já havia caído para sempre entre eles, PAULO a empurrou de volta para os lençóis. Com uma agilidade de atleta, ele colocou a camisinha e se posicionou.
A resistência de ALESSANDRA foi esmagada pelo vigor de PAULO. Ele a possuiu com uma vontade represada desde o dia em que enviou aquela foto de cueca. Mas ele foi apenas o início de um ciclo que parecia não ter fim.
BARBARA, vendo que o "SEGREDO" havia se tornado uma realidade coletiva, decidiu que não ficaria apenas ouvindo atrás da porta. Tomada pela adrenalina da situação e pelo desejo que sentia pelos rapazes, ela entrou no quarto.
— "Isso aqui está bom demais para ser só da ALESSANDRA!" — ela exclamou, jogando-se na brincadeira e atraindo dois dos reservas para um canto do quarto.
O ambiente tornou-se um verdadeiro revezamento de sexo intenso. O cheiro de látex, suor e desejo impregnava ainda mais no quarto. ALESSANDRA via os rostos mudarem sobre ela: era GILBERTO, depois LEONARDO, depois IGOR... Cada um trazia uma energia diferente, mas todos tinham o mesmo objetivo: cobrar o "PRÊMIO" com juros.
ALESSANDRA sentia-se em um transe. A culpa a corroía por dentro, mas seu corpo, submetido a tanto estímulo e ao vigor de homens trinta anos mais novos, respondia de forma involuntária. Ela gemia de dor e de prazer simultaneamente. Em certos momentos, ela implorava por uma pausa, sentindo que suas pernas não teriam mais força para andar, mas os rapazes, impulsionados pela euforia, não davam trégua.
Eles a tratavam com uma pressão brutal. Não havia espaço para carinho; era um sexo de conquista, de posse. Eles a viravam de um lado para o outro, explorando cada curva do seu corpo maduro que agora pertencia ao time. ALESSANDRA via o teto do quarto girar, sentindo o peso e a força de cada "BOMBEADA" que a jogava contra a cabeceira da cama.
Após horas de um vai e vem frenético, o cansaço começou a vencer o desejo. Os últimos jogadores saíram do quarto, deixando para trás um rastro de guerra: lençóis jogados, roupas reviradas,camisinhas espalhadas pelo chão e duas mulheres exaustas.
ALESSANDRA estava deitada de lado, sentindo o corpo latejar. Ela ouvia o silêncio lá fora e o som distante de um pássaro anunciando o início da manhã. A realidade começou a pesar. O "RODÍZIO" havia acabado, mas a vida de ALESSANDRA nunca mais seria a mesma. Ela era agora a mulher que havia dado o "PRÊMIO" a 15 campeões, enquanto o marido dormia a poucos metros dali.
Aos poucos ALESSANDRA e BARBARA foram fechando os olhos e pegando no sono, o cansaço era maior que a razão de levantar e arrumar tudo antes que MIGUEL acordasse.
CONTINUA......

Foto 1 do Conto erotico: Alessandra e os Campeões Part 4


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Alessandra e os Campeões Part 4

Codigo do conto:
256073

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
03/03/2026

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