Alessandra e os campeões parte 2

DANDO CONTINUIDADE AO CONTO.
O domingo amanheceu com aquele silêncio típico de ressaca de festa. O sol entrava pelas frestas da janela da cozinha enquanto Alessandra, já de pé e com o café coado, tentava manter a rotina. Willian e Caio apareceram na cozinha arrastando os pés, ainda sonolentos, mas com sorrisos largos.
— "Mãe, o churrasco foi nota dez! Todo mundo no grupo do WhatsApp está elogiando a senhora," — disse Caio, servindo-se de café. — "O Guilherme falou que a senhora é a melhor anfitriã que o time já teve."
Alessandra sentiu um aperto no peito ao ouvir o nome de Guilherme, mas forçou um sorriso natural.
— "Que bom, meu filho. Eles são bons meninos, deram um pouco de trabalho, mas faz parte."
Ela observava os filhos e sentia um alívio imenso. Apesar da "disputa" e do desejo que corria solto entre os rapazes, havia um código de ética não escrito entre eles: ninguém abriria a boca para os filhos dela. O que aconteceu na granja — os olhares, as mãos bobas na dança e a cena da queda — era um segredo guardado a sete chaves pelo time. Para Willian e Caio, ela continuava sendo a mãe impecável; para o resto do time, ela era a obsessão silenciosa.
Para arejar a cabeça, Alessandra pegou sua sacola de pano e decidiu buscar pão fresco. No caminho, o frescor da manhã parecia limpar um pouco da tensão da noite anterior. Foi quando, na esquina da padaria, ela avistou dois dos reservas que estavam no churrasco: Rodrigo e Tiago.
O coração de Alessandra deu um solavanco. Ela lembrou imediatamente de como eles gritaram quando ela caiu e de como a olharam na cozinha. Ela se preparou para o pior, esperando piadinhas ou olhares invasivos em plena luz do dia.
— "Bom dia, Dona Alessandra!" — disse Rodrigo, tirando o boné em um gesto de puro respeito ao se aproximarem.
— "Bom dia, meninos," — ela respondeu, contida.
— "A senhora descansou bem? Ontem a senhora trabalhou muito por nós. Se precisar de ajuda com as sacolas na volta, é só dar um grito que a gente mora logo ali," — completou Tiago, com um sorriso educado e solícito.
Eles não mencionaram a queda. Não mencionaram a calcinha. Não sussurraram obscenidades. Agiram como os "bons rapazes" que o bairro conhecia. Alessandra sentiu um peso saindo de suas costas.
Enquanto seguia para a padaria, Alessandra refletia. Aqueles rapazes tinham "duas faces", e ela agora conhecia ambas. No ambiente do churrasco, movidos pela vitória e pela ausência de Miguel, eles eram homens vorazes; na luz do domingo, no meio da rua, eles sabiam manter a compostura e o respeito pela mulher que ela era.
Esse comportamento educado a deixou aliviada. Ela percebeu que, apesar de terem visto sua intimidade e de saber o que eles pensavam dela entre quatro paredes, eles não eram "vândalos". Eram homens que sabiam separar as coisas.
Isso, de certa forma, tornava tudo mais perigoso. Saber que eles podiam ser tão cavalheiros na frente dos outros e tão intensos quando estavam a sós com ela criava um novo tipo de tensão na mente de Alessandra. Ela agora tinha um segredo compartilhado com quase vinte rapazes do bairro.
À tarde, o ronco do motor do carro de Miguel ecoou pela rua, trazendo consigo o fim daquela atmosfera de suspensão. Ele estacionou e, antes mesmo de descer totalmente do veículo, foi recebido por uma Alessandra radiante.
Alessandra não esperou que ele entrasse. Ela correu até o portão e o abraçou com uma intensidade que Miguel não sentia há anos. Ela o beijou com paixão, segurando seu rosto, sentindo o cheiro familiar do marido como um porto seguro. Para ela, aquele toque era a cura para a confusão da noite anterior; era a reafirmação de que ela pertencia a ele.
— "Nossa, Alessandra! Que recepção é essa? Se eu soubesse que ia ser assim, viajava toda semana!" — Miguel brincou, rindo, enquanto a apertava pela cintura.
Na calçada oposta, Guilherme e Leonardo fingiam conversar perto de uma moto, mas os olhos estavam fixos na cena. Ver Alessandra — a mulher que eles viram exposta na grama, a mulher que eles desejaram em sussurros — se entregando daquele jeito ao "coroa" causava uma inveja que queimava. Eles viam o brilho na pele dela e sabiam que, de alguma forma, o desejo deles tinha despertado aquela labareda, mesmo que ela estivesse sendo direcionada para Miguel.
O que Miguel não sabia é que, enquanto ele desfazia as malas, um pacto de honra havia sido selado entre os vinte rapazes do time. No grupo de mensagens restrito, a ordem foi clara: ninguém abre a boca. Eles tinham caráter. Admiravam Alessandra por tudo o que ela representava — a "mãezona" que sempre tinha um conselho e um prato de comida. Não queriam que ela fosse alvo de fofoca no bairro. Mas, dentro do vestiário, o respeito se transformava em uma competição sombria e excitante.
Entre o cheiro de suor e o barulho das chuteiras, o assunto era um só. Eles discutiam os detalhes daquela "listinha de pelos", o tom da pele de Alessandra e a firmeza de suas curvas. Criou-se um desafio silencioso: quem ali seria o primeiro a quebrar a armadura de esposa fiel? Quem seria o "competente" capaz de transformar aquela mulher educada em uma vagabunda entre quatro paredes? Eram 20 homens jovens, obcecados pela imagem daquela calcinha bege, jurando para si mesmos que, se tivessem a chance, fariam Alessandra esquecer o nome de Miguel.
Nos dias que se seguiram, algo mudou na rotina da casa. Alessandra começou a se olhar mais no espelho. A validação bruta dos rapazes tinha plantado uma semente de vaidade que ela não conseguia mais ignorar.
Ela comprou um perfume novo, com notas mais marcantes e florais. Começou a usar vestidos que, embora ainda fossem discretos, desenhavam melhor sua silhueta. Ela não fazia isso para os meninos — ou pelo menos era o que dizia a si mesma — mas fazia porque, pela primeira vez na vida, ela se sentia poderosa.
Miguel percebeu a mudança e adorou. Mas, toda vez que Alessandra saía para estender roupa ou ia até o portão, ela sentia os olhos da vizinhança. Ela sabia que, por trás de cada janela onde morava um jogador, havia um homem imaginando-a nua. O segredo que ela compartilhava com aqueles 20 rapazes era como uma corrente elétrica: invisível para o mundo, mas vibrante o suficiente para mantê-la alerta o tempo todo.
A volta do campeonato trouxe uma energia renovada para o time. Nos treinos, os rapazes pareciam possuídos: corriam o dobro, dividiam cada bola como se fosse a última. O motivo, porém, não era apenas o troféu de metal, mas a "musa" que agora ocupava a arquibancada. Cada gol marcado era dedicado com um olhar ou um aceno discreto para onde Alessandra estava sentada. Para eles, chegar à final significava o retorno triunfal à granja, o cenário de seus desejos mais profundos.
Tudo mudou quando Rodrigo, o lateral reserva, encontrou o perfil de Alessandra no Instagram. O link correu o vestiário como fogo em rastro de pólvora. Em poucos minutos, Alessandra viu seu celular vibrar sem parar: "Guilherme começou a seguir você", "Gilberto começou a seguir você", "Leonardo...", "Igor...".
Alessandra, na sua simplicidade, achou o gesto "bonitinho". “Olha só, Barbara, os meninos me seguindo. Devem gostar mesmo de mim”, dizia ela, sem imaginar que cada foto sua — até as mais inocentes, de bolos ou flores — estava sendo printada e comentada no grupo secreto do time.
A Nova Rotina de Cuidados
Incentivada pelas palavras de Barbara, Alessandra começou a fazer caminhadas matinais. Ela comprou um conjunto de ginástica: um short de malha suplex, azul escuro. Ao se olhar no espelho, sentiu um frio na barriga. O tecido aderia ao corpo, desenhando as coxas grossas e a curva do quadril de um jeito que ela não estava acostumada.
— "Barbara, não está muito... marcado? Parece que está mostrando tudo aqui na frente," — comentou ela, ajeitando o tecido com as mãos.
— "Alessandra, deixa de ser boba! Roupa de academia é pra isso mesmo, pra dar liberdade de movimento. Você está ótima, para com essa mania!" — Barbara respondeu, rindo por dentro, sabendo exatamente o efeito que aquele short faria na rua.
Ao chegar em casa da caminhada, suada e com as bochechas coradas pelo exercício, Alessandra sentou-se no sofá e abriu o Instagram. Havia uma lista de mensagens diretas.
“Bom dia, Tia! Vi a senhora caminhando, tá com fôlego, hein?” (Leonardo)
“Tá ficando cada dia mais jovem, Dona Alessandra.” (Paulo)
Educada como sempre, Alessandra respondia a todos: "Obrigada, meu filho, tem que cuidar da saúde, né?". Para ela, eram apenas conversas casuais.
*O Cerco de Rodrigo*
Rodrigo, o reserva que havia descoberto o Instagram, era mestre na arte da palavra. Ele começou a conversa de forma muito respeitosa, perguntando sobre a família e o campeonato, envolvendo Alessandra em um papo leve que durou quase uma hora. Alessandra, que sempre gostou de conversar e estava sozinha em casa, foi dando corda, sentindo-se lisonjeada pela atenção.
Mas, de repente, o tom mudou. Rodrigo enviou:
"Dona Alessandra, vou te falar uma coisa com todo o respeito... Eu passei de carro pela avenida e vi a senhora caminhando. A senhora está mais bela do que nunca. Mas vou ser sincero: não tive como não reparar naquele short azul. Ele marcou cada detalhe da sua buceta, Tia... Eu quase bati o carro. Fiquei louco só de imaginar a cena de ontem no gramado se repetindo naquele short."
Alessandra sentiu o sangue sumir do rosto. Ela olhou para o próprio colo, para o short que ainda vestia, e sentiu uma mistura de pânico e uma estranha pulsação. Aquele segredo, que ela achava que estava guardado na granja, agora a perseguia dentro da sua própria casa, através da tela do celular.
Após alguns minutos sem responder ela decide digitar.
-- você me respeita moleque, eu sabia que correr com esse short era uma má ideia.
Rodrigo, com a lábia de quem sabe driblar qualquer situação, não se deixou abalar pela bronca de Alessandra. Ele rapidamente enviou uma mensagem pedindo desculpas, dizendo que "foi um momento de fraqueza diante de tanta beleza" e que o respeito por ela continuava intacto. Alessandra, no fundo, queria acreditar naquilo, mas o print já estava feito.
Mais tarde, sentada na varanda com Bárbara, Alessandra estendeu o celular para a amiga.
— "Olha isso aqui, Barbara! Olha o nível que o Rodrigo chegou. Eu não sei onde enfiar a minha cara, esses meninos estão passando de todos os limites!"
Bárbara leu a mensagem, deu um gole no café e soltou uma gargalhada que ecoou pelo quintal.
— "Alessandra, larga de ser boba! Ele só escreveu o que os outros vinte estão comentando entre eles. Você agora é o troféu desse time, mulher! Para de ser tão cabeça fechada. Sim, é picante, é ousado, mas é a prova de que você é um mulherão."
— "Mas Barbara, e o respeito?" — protestou Alessandra, indignada. — "Se eu dou brecha, amanhã eles vão estar na calçada descrevendo minha perereca, meus seios, minha bunda... Eu tenho um nome a zelar!"
— "Eles já estão descrevendo, Alessandra! A diferença é que agora eles estão criando coragem de te contar," — Barbara rebateu, implacável.
   Enquanto as duas discutiam, o celular de Barbara apitou novamente. Desta vez era Paulo, um dos reservas mais discretos, mas que vinha mantendo uma conversa muito educada e envolvente com ela nos últimos dias.
— "Tia, olha como eu estou ficando... acho que a cerveja do churrasco me deixou gordo. O que a senhora acha? Preciso focar na dieta?" — dizia a mensagem.
Logo abaixo, a tela de Alessandra foi preenchida por uma foto. Paulo estava deitado na cama, apenas de cueca branca. O corpo era claramente atlético, sem um pingo de gordura, mas o que roubava a cena era o volume enorme e rígido que a peça de roupa não conseguia esconder. Era um teste escancarado. Ele não estava preocupado com o peso; ele queria ver como a "mãezona" reagiria ao ver o vigor dele tão de perto.
                     A Reação de Alessandra
Alessandra sentiu um calor subir pelo pescoço. Ela tentou fechar a imagem rapidamente, mas os olhos, traídos pela curiosidade que ela se recusava a admitir, demoraram um segundo a mais naquele detalhe.
— "Meu Deus do céu..." — ela balbuciou, o coração batendo na garganta.
Barbara, percebendo a cara da amiga, arrancou o celular da mão dela.
— "Deixa eu ver... Eita! O Paulo não está brincando em serviço, hein? Isso aí não é gordura nem aqui nem na China!"
— "Devolve isso, Barbara! Eu vou bloquear ele agora!" — disse Alessandra, embora a mão não tivesse coragem de executar a ordem.
— "Bloquear nada! Ele está esperando sua opinião de 'especialista'. Olha só como eles estão te cercando, Alessandra. Um fala da sua roupa, outro mostra o que tem... Eles estão te cozinhando em banho-maria."
Alessandra estava em choque. Ela amava Miguel, mas a pressão daquele exército de 20 homens jovens, todos obcecados por ela e enviando sinais tão diretos, estava começando a criar uma rachadura na sua rotina pacata. Ela se sentia como uma fortaleza sendo sitiada por todos os lados. Não por interesse nos jovens mas pela curiosidade em si.
A cozinha de Alessandra se transformou em um verdadeiro quartel-general de sedução digital. O emoji de "cara de brava" que ela mandou para Paulo não serviu de freio; pelo contrário, serviu de combustível. No grupo particular do time, o comentário era um só: "A Tia respondeu! Ela viu! O caminho está aberto!".
   A Inundação de Mensagens
O que começou com uma foto de Paulo virou uma avalanche. Os rapazes, movidos pela disputa de quem teria a maior ousadia, passaram a monitorar as conversas. Assim que sentiam que Alessandra estava relaxada no papo, "pá": vinha a foto.
Leonardo mandou uma foto saindo do banho, com a toalha pendurada no limite, quase revelando tudo, com a legenda: "Tia, essa toalha não para quieta, acho que é a animação de falar com a senhora."
Igor foi mais longe e mandou um vídeo curto, de cueca, focando apenas no movimento do volume sob o tecido: "Isso aqui é o que a senhora faz com a gente sem nem tentar."
Alessandra estava sentada no sofá, com o celular vibrando a cada dois minutos. O rosto dela estava em chamas. Eram 20 homens mandando provas físicas do desejo que sentiam por ela.
      O Show de Comentários de Barbara
Barbara estava sentada ao lado, deliciando-se com a cena. Ela pegava o celular da mão de Alessandra, dava zoom nas fotos e soltava gargalhadas que faziam os vizinhos desconfiarem.
— "Pelo amor de Deus, olha o tamanho do que o Guilherme mandou! Alessandra, esse menino é um cavalo!" — Barbara gritava, batendo no joelho de tanto rir.
— "Barbara, para com isso! É pecado, é desrespeito! Me dá esse telefone aqui!" — Alessandra tentava recuperar o aparelho, mas o choque inicial estava dando lugar a um riso nervoso, uma reação de quem não sabe mais como lidar com o absurdo.
Barbara não parava. Ela começou a comparar as fotos.
— "Ó, o Paulo tem volume, mas o Rodrigo... olha a grossura disso, Alessandra! Me fala a verdade, com toda essa sua pose de santa: se um desses meninos te pega num canto, você aguenta? Ou você acha que o Miguel te preparou para esse tipo de rojão?"
Alessandra deu um tapa no braço de Barbara, mas, pela primeira vez, não conseguiu manter a expressão séria. Ela soltou uma risada abafada, escondendo o rosto com as mãos.
— "Você é uma perdida, Barbara! Você vai para o inferno e vai me levar junto!" — Alessandra ria, as lágrimas de nervoso surgindo nos olhos. — "Eu não aguentaria nada, mulher! Eu sou uma senhora, o Miguel é calmo... eu nunca vi essas coisas assim, desse jeito, de tanto homem ao mesmo tempo!"
— "Pois você que se cuide, porque esses 20 aí não querem saber se você é senhora. Eles viram o que tem debaixo daquele vestido azul na grama e agora eles querem o banquete completo," — Barbara provocou, voltando a olhar as fotos. — "Eles estão te cercando, Alessandra. É um cerco de prazer. E você, no fundo, está adorando saber que é a dona da porra toda."
Alessandra parou de rir por um segundo e olhou para a tela do celular, onde uma nova mensagem de um dos titulares acabara de chegar. A curiosidade e a vaidade estavam travando uma batalha épica contra a moral dela. Ela amava Miguel, mas o mundo agora parecia muito mais curioso e perigoso do que as paredes da sua cozinha.
A atmosfera na cozinha estava tão carregada que o ar parecia faiscar. Alessandra, com o rosto escondido entre as mãos, sentia o coração martelar enquanto a risada de Barbara preenchia o ambiente.
Barbara não arredava o pé. Ela encostou o cotovelo na mesa, olhou fixamente para a amiga e baixou o tom de voz, com aquele jeito de quem vai contar o maior segredo do mundo.
— "Alessandra, para de fugir! A gente é amiga de uma vida. Eu não estou dizendo para você trair o Miguel, estou falando de biologia, mulher! Olha o tamanho dessas 'ferramentas' que eles te mandaram. Me diz a verdade: você, com esse seu jeito todo delicado, aguentaria o tranco de um bicho desses?"
Alessandra suspirou fundo, o rubor subindo pelas orelhas. Ela olhou para o celular, onde a foto do volume de um dos rapazes ainda brilhava na tela, e finalmente cedeu à insistência da amiga que de segundo em segundo queria saber sua opinião sobre os rapazes.
— "Ai, Barbara... você não tem jeito mesmo! Mas já que você quer saber... eu acho que não aguentaria, não," — sussurrou Alessandra, com uma sinceridade que a assustou. — "Esses meninos estão com uma sede, uma vontade de mim que eu nunca vi nem no Miguel quando a gente era novo. Do jeito que eles estão, com esse vigor todo e esses negócios enormes... é capaz de me rasgarem no meio! Eu sou uma mulher de 50 anos, Barbara, meu corpo não tem mais esse fôlego todo para aguentar um 'ataque' desses."
Barbara deu um tapa na mesa, vitoriosa. — "Eu sabia! Você admite que eles são potentes!"
Enquanto as duas se recuperavam do desabafo, o grupo do WhatsApp do time entrou em combustão. Eles haviam vencido a semifinal e a grande decisão seria no próximo domingo. Mas, para aqueles 20 homens, o troféu de metal era apenas um detalhe.
Uma mensagem coletiva, assinada pelo "Conselho do Time" (liderado por Guilherme, Rodrigo e Paulo), chegou no celular de Alessandra:
"Dona Alessandra, nossa madrinha... chegamos na final! E a gente queria combinar o nosso prêmio de campeão com a senhora. Se a gente trouxer esse caneco, a gente não quer festa na praça. O que a gente quer é uma confraternização particular na granja. E o pedido do time é um só: que a senhora aceite dançar com cada um de nós, um por um, e que cada jogador receba um beijo da senhora como recompensa pelo esforço. Topa fazer o time feliz?"
Alessandra leu a mensagem e sentiu um calafrio percorrer a espinha. Ela imaginou a cena: 20 rapazes vitoriosos, suados, cercando-a naquela varanda, cada um querendo "tirar sua casquinha" novamente durante a dança e sentir o toque dos seus lábios.
Ela olhou para Bárbara, que fazia sinal de positivo com a cabeça, incentivando o perigo. Alessandra, então, digitou com os dedos ainda trêmulos:
— "Vocês fiquem espertos e criem juízo, seus moleques! Tratem de jogar bola e parar de pensar em bobagem. Eu sou uma mulher casada e mãe dos amigos de vocês. Se foquem no troféu e esqueçam essa história de beijo!"
Mas, ao enviar a mensagem, Bárbara não percebeu que não tinha dado um "não" definitivo. Ela não disse "eu nunca vou fazer isso". Ela apenas deu um sermão de mãe. E, para os 20 rapazes que liam a resposta no vestiário, aquilo foi o sinal verde que faltava. Eles sabiam que, se ganhassem, o "juízo" seria a última coisa que teriam naquela comemoração.
CONTINUA.......
Foto 1 do Conto erotico: Alessandra e os campeões parte 2


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255088 - Alessandra e os Campeões - Categoria: Fetiches - Votos: 3

Ficha do conto

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Nome do conto:
Alessandra e os campeões parte 2

Codigo do conto:
255275

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
21/02/2026

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