Uma safada e um polvo

  Estava clareando um dia nublado, respirava a brisa marítima andando em minha bike na areia da praia, ao lado do mar. Os sons das ondas quebrando era um prazer mesclado à solidão que pairava no ar da aurora, para uma jovem de vinte anos que aprecia a solidão e o ciclismo.

Aquela parte da praia era a mais vazia, pois a sua orla era feita de mata e trilhas, não haviam ruas nem casas por mais dois quilômetros.

Vi algo rosado, do tamanho de um cão grande, deslizando pela beiradinha da água. Quando me aproximei com minha bike, pude ver que se tratava de um polvo vivo e alegre.

  Desci da bike, tirei meus tênis para me aproximar dele. Fiquei de cócoras ao seu lado, maravilhada com aquele bicho lindo. Com receio, iniciei uma tentativa de tocá-lo. O polvo meio que tentou apertar minha mão, era até fofo, me assustei recuando o braço. Tentei novamente, e eu e aquele polvo nos cumprimentamos num aperto de mão muito civilizado.
  Quando o medo passou, até fiz um carinho na cabeça mole dele, era como tocar uma gelatina mais resistente.

   Começaram a vir na mente ideias além de bater uma foto com ele. Não culpe uma jovem tímida de vinte anos na seca, mas aquele polvo era uma tentação.

  Senti a ansiedade na barriga, olhei para um lado, para o outro, para trás e só havia mata, ninguém à vista. Olhei para o polvo e me decidi: ele iria virar meu brinquedinho.

Comecei tirando a blusa, logo o vento geladinho do mar estava passando pelos meus seios. Atirei a blusa lá para a bike, abaixei meu shortinho colado de ciclista, expondo ao ar minha calcinha branca. Atirei também o short, abaixei minha calcinha enquanto o polvo me olhava.
Peladinha na areia, sentei com as pernas abertas na frente do polvo, este se aproximou mais de mim. Aqueles braços dele me davam água na boca, eram oito braços cheios de ventosas, mais ou menos um metro cada braço.
Pequei um de seus braços, direcionando no meu clitóris. A ponta do braço tocou meu clitóris, era geladinho e a textura era incrível. O polvo ficou passando o braço por ele, era tão gostoso...
  Pequei, entre gemidos altos, outro de seus braços, dessa vez enfiando dentro da minha boceta. Aquele braço me penetrou profundamente, como se estivesse me experimentando por dentro. Senti uma textura divina nas minhas paredes, olhei e vi marcando sobre a pele nua da minha barriga, aquele braço. E entrava mais fundo, preenchendo tudo, até que dei um solavanco quando a ponta do braço invadiu meu útero. Os outros braços do polvo estavam passando pelas minhas coxas e pernas, pela base da barriga, e se moviam na medida que eu era penetrada. Esfregava meu clitóris no polvo, mas aí ocorreu um problema: o polvo encontrou outro buraquinho meu, esse muito mais apertado. Foi enfiando com tudo um de seus braços, e quase fui rasgada no meio nesse processo. Soltei um grito entre os gemidos. O braço entrava mais fundo, e voltava, entrava mais, e voltava, dentro do meu buraquinho apertado.
Deitei de costas na areia, e o polvo vinha subindo, ia me provando por dentro, deslizava sobre minha pele. Vez por outra ele grudava as ventosas nas paredes do meu canal vaginal, e puxava, grudava nas paredes do meu útero, e puxava quase o tirando de mim junto com a alma do meu corpo.

O polvo parou logo abaixo do meu peito, com minha mão eu acariciava a cabeça dele. Ele veio a tatear minha boca com o tentáculo, parecia querer que eu abrisse. Abri pois, e ele se apressou a explorar minha laringe, indo cada vez mais fundo, fazendo minha respiração soar chupada e molhada, conforme tudo descia por dentro. Senti, senti no meu estômago, ele tateou as paredes do meu estômago. Era agoniante tentar respirar, vomitei e os líquidos saíram em fios pela minha boca, escorrendo pelo meu rosto.
  Tirei o quadril do chão, o erguendo na melhor gozada que já dei em toda a minha vida. Ela não saiu porque o tentáculo preenchia totalmente meu canal. Minha bunda fez um barulho molhado ao cair na areia úmida. Eu fazia sons chupados aproveitando cada oportunidade de respirar, estava esperneando na areia.

O polvo fez um barulho estranho, e socou o braço que estava na minha vagina até bater no fim do útero, gritei de dor. Senti que ele estava secretando algum líquido ali, depois jorrava. Minha barriga cresceu um tanto em volume, sentia algo muito quente e ácido em mim, e enchia e enchia mais e mais.

  O polvo retirou o braço de dentro da minha boceta, permitindo que sentisse algum alívio com a secreção dos meus fluidos. Depois meu arrombado buraquinho foi deixado em paz, vermelho e quase em carne-viva.
  Por último, minha boca se despediu daquele tentáculo viscoso, com vários fios de saliva e vômito.

  Eu vazava sêmen de polvo enquanto o via ir embora, para as ondas, pelada e estourada na areia.


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256026 - Uma Blitz diferenciada - Categoria: Lésbicas - Votos: 2

Ficha do conto

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Nome do conto:
Uma safada e um polvo

Codigo do conto:
256182

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
04/03/2026

Quant.de Votos:
2

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