Uma Blitz diferenciada

  Através da madrugada jovem, seguia pela estrada, tendo o brilho da lua prateada a iluminar os ares ao meu redor. Em meu elegante carro vermelho, curtia a vibe tranquila das estrelas e do silêncio, comendo meus pães de mel. Não havia outros veículos.
Sou uma advogada frustrada de vinte e cinco anos, que seguia para o interior a fim de espairecer. Acabava de tirar férias do escritório de advocacia e dos olhares impróprios de meus superiores.

O brilho ritmado de luzes vermelhas e azuis se apresentou logo ao longe, então reduzi a velocidade. Meus faróis revelaram uma figura incomum, conforme me aproximei: uma policial muito alta e muito forte, de cabelo curtinho e vermelho de tão ruivo.
  Ela pediu com toda a gentileza para que parasse a "porra do carro", e obedeci. Estava para reclamar quando ela ligou uma forte lanterna e veio a parar na minha janela, a pondo em meu rosto. Não consegui a ver bem, mas o seu tom de voz mudou quando ela pôde me ver.

- Sai do carro. - Ela me disse, na verdade ordenou.

- Por qual razão? - Perguntei-lhe casualmente.

- Por que eu disse, caralho. Sai dessa porra. - Ela pareceu crescer ainda mais. Mas não me intimidei.

- Queira desculpar, entretanto não há razão que suplente uma abordagem tão hostil, como também que se mostre necessário minha saída do veículo.

Percebi que cometi um erro grave quando ela enfiou o braço pela janela, abriu a porta por dentro violentamente e veio para cima de mim. Retirou meu cinto, puxando-me a força para fora. Ela travou meu braço esquerdo, pondo a outra mão em minha nuca, me forçando para baixo em pé.

- Ai! - foi tudo o que eu disse quando de subido, ela me endireitou para me afundar com força no capô do meu carro, me prendendo de barriga para baixo. Se aproximou do meu ouvido e sussurrou na voz grossa dela:

- Eu faço o que eu quiser, sua putinha. Cê estuda direito, né? Com esse vestidinho caro aí, papai que comprou foi?

- Isso é... é inconstitucional... - Disse, vacilante nas palavras.

- Meu rabo. -  ela disse enquanto me segurava com uma mão, pareceu procurar algo no colete.

Fiquei sabendo o que era quando já estava algemada contra o capô.

     Era inútil reclamar. Mas aí veio a revista. A linha de partida foram as minhas axilas, então quelas mãos calejadas foram indo lateralmente até os meus seios fartos, os apertando mais que o devido. Quando ela pareceu satisfeita, as mãos ainda foram deslizando através da lateral da minha barriga, ao chegarem quase no umbigo, elas mudaram sua direção para minhas costas, finalizando na linha de chegada que foi o meu quadril. Minha bunda foi estapeada e apertada, o cúmulo foi quando desceram até o meio da minha coxa, para voltarem por dentro do vestido branco, percorrendo a pele sensível minha até o meio das pernas. Ali a brincadeira ficou interessante. Aqueles dedos grossos apalpando e deslizando pela base da minha calcinha já estavam me dando calafrios.
Ela finalizou uma revista de três minutos - um deles bem gasto na minha calcinha - chupando os próprios dedos.

  Fiquei bem quietinha conforme era conduzida pelo braço até a viatura dela. Sabia que não adiantaria resistir, a "criança" tinha por volta de um metro e noventa.

- "Cê tem o direito de permanecer calada, tudo que falar vai ser seguido no tapa". - Ela disse, zombando.

  Disso eu ri, e já estava adorando o que ia acontecer. Ela abriu a porta do carro, atirando-me lá dentro. Eu voei e bati na outra porta, dando um solavanco na viatura.

Ela entrou quase ao mesmo tempo que eu, num segundo estava de frente sentada com as pernas abertas no meu colo. Começou a remover minhas algemas, mas só para depois me prender novamente, deixando-me com as mãos na grade traseira, onde levam os presos.


Fazia frio, conforme minha respiração começava a acelerar, a policial tirava seus aparatos, até que por fim chegou a vez da blusa. Ela tinha músculos bem definidos na barriga seca, e seus longos braços fortes seguravam minha cintura.
  Passamos a nos beijar, repetidos barulhos úmidos de chupeta à medida que língua com língua conversava. Ela se pressionava no meu corpo, prendendo totalmente. Puxou com pressão meu cabelo longo e loiro, expondo o pescoço, então passou a língua por ele, bem devagar, e beijava. Chupava bem forte, beijava, deixando roxo a pele branca. Inspirei o ar, ela mordeu minha orelha, sorrindo e deixando aquele ar frio quente.
  Meu vestido foi retirado por baixo, o sutiã foi estourado por ela, fui mantida de calcinha. A ajudei com minhas pernas a remover a calça pesada, e ela ficou nua e que coxas tinha...
  Voltamos aos beijos de língua, ela segurava meus fartos seios e ajeitamos as pernas numa espécie de tesoura. Ela passou a esfregar a vagina dela contra a minha, estando eu ainda de calcinha. Adorei a força dela, enquanto me beijava e soltava um gemidinho aqui e alí, a viatura balançava de acordo com os movimentos.
A policial então decidiu que estava farta de beijos, foi se divertir nos meus peitos, enquanto ainda esfregava a vagina dela contra a minha de calcinha.
Ela os deixou bem cheios nas mãos então alternava, até descobrir qual deles me dava mais prazer. Dali em diante eram lambidas e chupadas, risadas e alguns tapas na cara. Notei que a língua dela era bem longa, fora do comum. Essa língua era divina ao redor do meu mamilo e sobre, girando e girando e girando... Outro tapa.
  Por sorte, ela finalmente foi dar uma atenção a minha amiga lá de baixo, que já estava se afogando. Retirou a calcinha encharcada para encaixar a língua enorme no meu clitóris, numa lambidinha sapeca.

- Putinha, olha só, quando você tiver pra gozar, dá uma batida com a perna nas minhas costas. - Apenas balancei a cabeça em sinal afirmativo.

Começou. A língua fazendo pressão, aquela fricção molhada e lasciva, seguida de beijocas e algumas chupadinhas. Dois minutos depois estava dando com a perna nas costas dela, ela encaixou as pernas nas minhas como uma tesoura, de iniciaram aqueles movimentos fortes que faziam a viatura balançar. Um segundo antes da minha alma sair do corpo, ela me beijou. Conforme minha barriga e pernas tremiam, meu peito ia para frente mas ela me segurava no beijo. Cinco segundos e senti um alívio sobrenatural. Mas a festinha estava longe de acabar...

- Saca só o que  eu tenho - Ela me mostrou uma embalagem cheia de leite condensado. - E isso aqui - Era uma linguiça do tipo calabresa, eu acho - E, cê nunca deve ter visto um desse. - Me mostrou um vibrador duro e enorme.

Claro que eu sabia o que era um vibrador (sabia muito bem) mas aquele eu realmente nunca vi. Tinha uns trinta centímetros, mas o que me impressionou foi que havia duas pontas e as duas vibravam. E vibravam pra caralho.

Ela pôs um pouco de leite condensado no dedo, e me oferecendo o estendeu. Chupei aquele dedo e estava bem docinho. Ela molhou toda a linguiça com o leite condensado, e me fez chupar, o que foi o que fiz conforme olhava os olhos dela e ela me tocava lá embaixo. 
Era gostoso sentir toda aquela linguiça encharcada de leite condensado me esticando. Gemia satisfeita e ela ainda por cima, aquela polícial levada, me fazia uma massagem no clitóris. Como não gozar?

- M-mas não vai caber aí, é muito apertadinha... - Protestei quando ela propôs enfiar AQUILO dentro de mim.

- Não vai ser tudo, sua burra. Metade vai pra mim também, tá bom? Vai ser da hora, porra.

Concordei por conta que ela iria enfiar mesmo se eu descordasse.

Encaixou a ponta dentro de mim, depois dentro dela. Levou alguns segundos para me penetrar com aquele negócio, sentia que estava me esticando já quase no limite antes de machucar, mas o limite não foi ultrapassado. Um aperto de botão, e tudo dentro de mim tremeu. O som delicioso de carne batendo era muito excitante, perdi completamente o chão. Ainda por cima,  conforme a policial tentava vencer os centímetros que faltavam para que nossas vaginas se encostassem, ela trazia aquela linguiça. Descobri o motivo quando ela já estava enfiada na minha garganta, cheia de leite condensado. Vi pelo espelho do motorista como a linguiça marcava por baixo da pele da minha garganta, enquanto a policial socava goela abaixo.
  A policial venceu os centímetros, possibilitando nossos clitóris se tocarem e esfregarem-se. Sentia todos os meus órgãos tremerem, o som forte de coisa vibrando dentro dos nossos corpos era quase assustador. Tentava gemer e não conseguia, não com uma linguiça sendo socada na minha garganta, e para finalizar, a polícial apertava meu pescoço com a mão livre, se antes mal podia respirar, agora não conseguia.

- Ah... Aag... Ai, I-issooo, e-engole t-t-tudo p-utaa! - Ela ordenou entre gemidos.

Perdi a noção do tempo e espaço, sentia que iria desmaiar a qualquer momento. Já havia gozado a muito tempo, mas a policial não me deu alívio. Gozei novamente, todo o mundo rodando e escurecendo entre meus engasgos. Mais uma vez. Por fim, chegou FINALMENTE a vez da policial, me permitindo respirar o ar, que foi o que fiz como alguém que acabara de ser enterrado vivo.

- Chupa - Tapa no meu rosto - Chupa sua puta, vai fazer o que eu mandar! - A policial disse, com minha cabeça entre suas pernas. Ela já havia me libertado das algemas. Obedeci a ordem com todo o prazer.

E assim foi noite adentro, entre eu a chupando e levando tapas, e bebendo leite condensado. Quando ela estava satisfeita, já era a alvorada do dia nascente.

Agora, sempre que estou estressada e preciso respirar, viajo para o interior, então sou parada naquela blitz. Volto levinha e mansinha...
 


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Uma Blitz diferenciada

Codigo do conto:
256026

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
03/03/2026

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