A vagabunda queria ser depósito de porra, então organizei uma suruba com 13 de

Na faculdade, nos rolês, bares, festas, o que não faltou foi putaria. Mas faltava alguém que eu sentisse tanta vontade de foder a ponto de querer pegar com força e usar toda hora. E vi isso naquele olhar de devassa, de vagabunda que implora por pau só com o rosto.

Meu short era daqueles curtos de futebol e não gosto de usar cueca. Eu tava a uma semana sem gozar e quando vi ela sabia que ia esvaziar naquela boca em alguns minutos. Cheguei perto e a tensão sexual tava explícita, meu pau cada vez mais duro e ela cada vez mais vadia e com tesão. Bastou um cumprimento rápido pra eu já beijar ela com vontade, tudo ficar muito intenso e eu chamar pra um canto vazio.

Quando cheguei o pau já estava saindo do short e sem falar nada ela ajoelhou e engoliu meu pau todo. Comecei a foder a boca dela, quase sem trocarmos palavras, até eu bater o pau na língua dela e encharcar de porra. E era muita, a boca ficou toda preenchida. Ela engoliu, sorriu, lambeu a porra que sobrou da cabeça e agora sim fomos conversar.

Na conversa rapidamente vi a vagabunda que ela é e poderia ser ainda mais, e eu queria explorar o lado mais puta que ela poderia ter. Ela me contou das surubas que já fez, falei dos meus fetiches e experiências, e ela me deu total aval pra usar ela sem nenhum pudor. Falei que ela seria meu depósito de porra e ela disse: "sempre que quiser."

Antes de ir embora, puxei ela pro canto de novo, eu precisava esvaziar mais, mas agora comendo a minha cadela, minha puta, vadia. Beijei ela com gosto, peguei com vontade, levantei a saia dela, virei de costas, peguei pelo cabelo, pescoço, peito, bunda até segurar pela cintura com uma mão, enforcar com a outra e socar sem parar, até sentir ela ficando mole e eu depositando mais porra nela. Ah, e seu nome era Vanessa. Ela me contou um pouco depois de engolir minha porra sem nem me conhecer.

Depois disso não tinham pudores ou meias-palavras, a gente tinha muita coisa pra explorar, sem filtro algum. Ela sabe que o corpo todo e a boca dela são meu depósito de porra, brinquedo sexual, cobaia de surubas e de fetiches, uma cadela, vagabunda.

A gente sabe que usar ela seria pouco. Preciso usar, depravar e não ter limites, assim como ela necessita sentir seu corpo usado com intensidade. Por isso três dias depois a campainha tocou. Ela chegou, com aquele olhar de lascívia, vagabunda, devassa, pronta pra ser depósito de porra, mas dessa vez de vários.

Ela deixou o celular dela junto com o dos outros 12 convidados e tirou o vestido que tampava seu corpo, já sem calcinha nem sutiã. Puxei pra me beijar, com vontade, usei bem seu corpo com as mãos, me esfreguei todo, e saí pra fila de beijos começar.

A noite é longa, então depois de beijar os 13 em sequência, mandei ela ajoelhar. Vem engatinhando e chupa o pau de um por um, enquanto a gente bebe cerveja e conversa. Outra ordem foi que ela fosse recebida por todos com um tapa e um cuspe na cara, aproveitando pra lambuzar mais a cara de vagabunda.

Depois, coloquei uma venda. Deixei nossa puta de 4 em uma cadeira giratória. Giramos e ficamos em volta. Onde a cadeira parasse, vinha um pra meter na buceta e outro na boca por 2 minutos. Depois, girava de novo e isso se repetia. Quando chegou minha vez o tesão era tanto que tive que me segurar, meti com vontade naquela boca, depois naquela buceta encharcada. Era um Open Vanessa, o corpo dela livre pra ser usado e abusado, mas esse ainda era o aperitivo.

Agora sim, é a hora de usar pra valer nossa puta. Sem pudor, sem direito de dizer não, sem filtro nem nada. Só depravação absoluta, com qualquer um socando o pau na boca, buceta e rabo da vagabunda, enchendo de tapa e cuspe. Ela se debatia falando que não, mas eu sabia que era charme, agarrei ela com força, segurei as mãos, mandei amarrarem. Botei de quatro, amarrei os pés e montei nela socando no cu, que nem o brinquedo sexual que ela é e quer ser. Pra calar a boca, nada melhor que uns três paus na boca e na cara.

Fui por baixo pra meter na buceta, deixando o espaço do cu pra outro. Com o corpo totalmente imobilizado e sendo pega com força pelos 13, não restou nada além de esperar o depósito de pau levar porra. Sendo xingada por todos e apanhando na cara e na bunda.

Sem ela saber, peguei uma tigela. Você é uma cadela. Todo mundo usou a vontade e gozou na tigela. "Agora bebe, vagabunda!" A bebida dela era porra e a nossa era cerveja. O foda é que dá vontade de mijar, mas ainda bem que temos nosso mictório. "Vagabunda, bebe a porra de todos enquanto a gente mija na sua cara, boca e dentro de vc." O tesão era inacreditável, então eu e mais alguns chegamos na boca dela e gozamos mais uma vez.

Ela fez. Mas não só bebeu, ela bebeu com uma cara de vagabunda inacreditável. Que delícia. Quanto mais pau e porra, mais vagabunda ela ficava. Esse processo levou um certo tempo, mas a gente não tinha pressa.

"Você sabe que a gente vai continuar te usando, né?" Ela sorriu que nem uma vagabunda e pegou a cerveja dela. Depois dormimos e de novo seu corpo virou nosso parque de diversões. Ela acordou e eu estava do lado, já com tesão. Ela sorriu pra mim, fui pra cima dela e ela me surpreendeu prendendo minhas pernas me olhando que nem vagabunda, até eu não aguentar e esvaziar tudo dentro. Enquanto isso, três caras batiam uma e gozaram na cara dela.

Depois tivemos que nos despedir, mas esse foi apenas o primeiro capítulo. Tem muito mais putaria pra fazer com vc, minha puta, vagabunda!


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Comentários


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yeonin Comentou em 06/03/2026

Oie. Não sei em que condições eu estaria, depois de ser bastante usada por tantos homens, mas nesse momento eu estou com minha bucetinha nipocoreana toda molhadinha só de pensar. Rrrrss... Que garota de sorte! Bxos.

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aventura.ctba Comentou em 05/03/2026

Adorei seus contos, dá um tesao danado lendo! Votado com prazer, bjinhos Ângela. PS. Adoraria um comentário seu no meu ultimo conto.




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256220 - Sexo psicodélico - Categoria: Poesias/Poemas - Votos: 2

Ficha do conto

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patrick96

Nome do conto:
A vagabunda queria ser depósito de porra, então organizei uma suruba com 13 de

Codigo do conto:
256215

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
05/03/2026

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