Meu short era daqueles curtos de futebol e não gosto de usar cueca. Eu tava a uma semana sem gozar e quando vi ela sabia que ia esvaziar naquela boca em alguns minutos. Cheguei perto e a tensão sexual tava explícita, meu pau cada vez mais duro e ela cada vez mais vadia e com tesão. Bastou um cumprimento rápido pra eu já beijar ela com vontade, tudo ficar muito intenso e eu chamar pra um canto vazio.
Quando cheguei o pau já estava saindo do short e sem falar nada ela ajoelhou e engoliu meu pau todo. Comecei a foder a boca dela, quase sem trocarmos palavras, até eu bater o pau na língua dela e encharcar de porra. E era muita, a boca ficou toda preenchida. Ela engoliu, sorriu, lambeu a porra que sobrou da cabeça e agora sim fomos conversar.
Na conversa rapidamente vi a vagabunda que ela é e poderia ser ainda mais, e eu queria explorar o lado mais puta que ela poderia ter. Ela me contou das surubas que já fez, falei dos meus fetiches e experiências, e ela me deu total aval pra usar ela sem nenhum pudor. Falei que ela seria meu depósito de porra e ela disse: "sempre que quiser."
Antes de ir embora, puxei ela pro canto de novo, eu precisava esvaziar mais, mas agora comendo a minha cadela, minha puta, vadia. Beijei ela com gosto, peguei com vontade, levantei a saia dela, virei de costas, peguei pelo cabelo, pescoço, peito, bunda até segurar pela cintura com uma mão, enforcar com a outra e socar sem parar, até sentir ela ficando mole e eu depositando mais porra nela. Ah, e seu nome era Vanessa. Ela me contou um pouco depois de engolir minha porra sem nem me conhecer.
Depois disso não tinham pudores ou meias-palavras, a gente tinha muita coisa pra explorar, sem filtro algum. Ela sabe que o corpo todo e a boca dela são meu depósito de porra, brinquedo sexual, cobaia de surubas e de fetiches, uma cadela, vagabunda.
A gente sabe que usar ela seria pouco. Preciso usar, depravar e não ter limites, assim como ela necessita sentir seu corpo usado com intensidade. Por isso três dias depois a campainha tocou. Ela chegou, com aquele olhar de lascívia, vagabunda, devassa, pronta pra ser depósito de porra, mas dessa vez de vários.
Ela deixou o celular dela junto com o dos outros 12 convidados e tirou o vestido que tampava seu corpo, já sem calcinha nem sutiã. Puxei pra me beijar, com vontade, usei bem seu corpo com as mãos, me esfreguei todo, e saí pra fila de beijos começar.
A noite é longa, então depois de beijar os 13 em sequência, mandei ela ajoelhar. Vem engatinhando e chupa o pau de um por um, enquanto a gente bebe cerveja e conversa. Outra ordem foi que ela fosse recebida por todos com um tapa e um cuspe na cara, aproveitando pra lambuzar mais a cara de vagabunda.
Depois, coloquei uma venda. Deixei nossa puta de 4 em uma cadeira giratória. Giramos e ficamos em volta. Onde a cadeira parasse, vinha um pra meter na buceta e outro na boca por 2 minutos. Depois, girava de novo e isso se repetia. Quando chegou minha vez o tesão era tanto que tive que me segurar, meti com vontade naquela boca, depois naquela buceta encharcada. Era um Open Vanessa, o corpo dela livre pra ser usado e abusado, mas esse ainda era o aperitivo.
Agora sim, é a hora de usar pra valer nossa puta. Sem pudor, sem direito de dizer não, sem filtro nem nada. Só depravação absoluta, com qualquer um socando o pau na boca, buceta e rabo da vagabunda, enchendo de tapa e cuspe. Ela se debatia falando que não, mas eu sabia que era charme, agarrei ela com força, segurei as mãos, mandei amarrarem. Botei de quatro, amarrei os pés e montei nela socando no cu, que nem o brinquedo sexual que ela é e quer ser. Pra calar a boca, nada melhor que uns três paus na boca e na cara.
Fui por baixo pra meter na buceta, deixando o espaço do cu pra outro. Com o corpo totalmente imobilizado e sendo pega com força pelos 13, não restou nada além de esperar o depósito de pau levar porra. Sendo xingada por todos e apanhando na cara e na bunda.
Sem ela saber, peguei uma tigela. Você é uma cadela. Todo mundo usou a vontade e gozou na tigela. "Agora bebe, vagabunda!" A bebida dela era porra e a nossa era cerveja. O foda é que dá vontade de mijar, mas ainda bem que temos nosso mictório. "Vagabunda, bebe a porra de todos enquanto a gente mija na sua cara, boca e dentro de vc." O tesão era inacreditável, então eu e mais alguns chegamos na boca dela e gozamos mais uma vez.
Ela fez. Mas não só bebeu, ela bebeu com uma cara de vagabunda inacreditável. Que delícia. Quanto mais pau e porra, mais vagabunda ela ficava. Esse processo levou um certo tempo, mas a gente não tinha pressa.
"Você sabe que a gente vai continuar te usando, né?" Ela sorriu que nem uma vagabunda e pegou a cerveja dela. Depois dormimos e de novo seu corpo virou nosso parque de diversões. Ela acordou e eu estava do lado, já com tesão. Ela sorriu pra mim, fui pra cima dela e ela me surpreendeu prendendo minhas pernas me olhando que nem vagabunda, até eu não aguentar e esvaziar tudo dentro. Enquanto isso, três caras batiam uma e gozaram na cara dela.
Depois tivemos que nos despedir, mas esse foi apenas o primeiro capítulo. Tem muito mais putaria pra fazer com vc, minha puta, vagabunda!