No hospital onde trabalho, há uma faxineira chamada dona Lúcia, uma senhora aparentemente simples, com uns 60 anos, pele negra retinta, cabelos longos e trançados, corpo magro e óculos de grau. Ela não é o tipo de mulher que chama atenção pela beleza ou sensualidade explícita – não é gostosa, nem bonita, nem transpira aquela aura de sacanagem. Mas talvez por isso mesmo, numa noite monótona de plantão, quando ela retirava o saco de lixo da sala de enfermagem na madrugada, algo me despertou interesse. Puxei um papo descompromissado, comentando bobagens sobre como o turno estava tedioso e, com aquela chuva fina, só dava vontade de dormir. Pela primeira vez, ela respondeu de forma simpática, brincando que, se pudesse, estaria em casa enrolada nas cobertas. Os dias se passaram, e no nosso próximo encontro nos corredores, vi-a varrendo o chão, toda agasalhada contra o frio. Aproximei-me, cumprimentei-a e retomei a conversa leve. Ela parecia feliz; dava para notar que ninguém costumava dar muita atenção a ela. Resolvi pedir algumas toalhas de papel, e ela disse que precisaria buscá-las no depósito. Pensei rápido e me ofereci para acompanhá-la, alegando que pouparia tempo. No depósito escuro e apertado, olhei-a de cima a baixo, e ela, percebendo a malícia no ar, apressou-se em pegar o pacote de toalhas e me entregar. Peguei-as e, sem rodeios, perguntei se ela era casada, se tinha medo de ficar sozinha ali comigo. Emendei, rindo, que eu não mordia. Ela sorriu e respondeu que sim, era casada, e além disso evangélica, mãe e avó. Ri de volta, comentando que ela gostava de explicar tudo de forma completa. Então, arrisquei: "Se você não fosse casada, eu te daria um beijo nessa boca gostosa. Estou doido por isso há tempos." Ela sorriu novamente, dizendo que eu exagerava, pois nunca me vira olhando para ela de forma diferente. Quando uma mulher fala assim, é sinal de que quer algo mais. Avancei e dei um beijo na boca dela, mas ela tentou se esquivar, e o beijo pegou só no cantinho dos lábios. Chamou-me de louco, e eu sorri. Naquele dia, não rolou nada além disso. No plantão seguinte, pedi mais toalhas de forma debochada. Ela me olhou por cima dos óculos e brincou: "Você está vendendo as toalhas que eu te dou?" Disse que levaria depois, pois não podia parar o serviço no momento. Por volta das duas da manhã, encontrou-me cochilando no posto de enfermagem e entregou o pacote. Convidei-a para um café no pátio, e lá, sob o céu estrelado e o silêncio da noite, rolou nosso primeiro amasso mais completo – beijos intensos, carinhos ousados, até uma dedada no rabo dela para medir o terreno. Percebi que ela era reprimida, mal comida. Contou-me que o marido era vigilante e pastor, que estavam casados há 37 anos, e que, mesmo sendo pastor, ele a traía. Convidei-a para um motel no dia seguinte, mas ela recusou, alegando vergonha. Então, prometi que no próximo plantão iríamos a um lugar mais íntimo, sem ser motel. Arrumei um barraco de um amigo no bairro do Estácio e levei-a para lá. Com calma, conversamos; ela disse não se sentir à vontade para transar. Mas o tempo passou, e depois de umas taças de vinho, ela se soltou. Começamos com amassos gostosos, boquete, 69 – beijei aquele bocetão preto com vontade. Fomos para o quarto, mas ela alertou que não daria tempo, pois já estava tarde e o marido logo chegaria em casa. Prometi ser rápido, mas para isso teria que ser por trás. Ela aceitou, pedindo calma, pois não dava a bunda há décadas. Contive o sorriso de felicidade e prometi ser gentil. Ela se deitou nua de bruços, com uma taça de vinho ao lado para, segundo ela, amortecer a dor. Meti forte, beijando e explorando aquele rabo preto. Como é gostoso comer um cu preto semi-novo, quase virgem, de uma senhora recatada! Ela gemia discretamente no início, mas sussurrei em seu ouvido: "Pode gritar, vagabunda, pois aqui ninguém vai te julgar ou te salvar." Foi o gatilho: ela começou a gritar como uma puta enlouquecida, e eu socava firme, sem pena, sem delicadeza, sem frescura – só pau nu, fundo no cu, com força total. Gozei rápido, em uns 15 minutos, exausto de uma foda frenética. Relaxe um tempo sobre ela, depois tomamos banho juntos. Deixei-a no ponto de ônibus, toda arrumadinha e satisfeita, como se nada tivesse acontecido.
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