Certa noite, ao chegar em casa, vi uma movimentação estranha na rua. Os moradores estavam todos lá embaixo, observando. Após dar boa noite, perguntei o que havia acontecido. Ele me explicou que um prédio vizinho teve um curto-circuito no disjuntor e estávamos sem energia, mas que já trabalhavam para restabelecer a conexão.
Vou chamá-lo de Geraldo. Ele aparentava uns 25 anos, pardo, baixo e fã de roupas oversized, o que escondia bem o formato do seu corpo. Como o calor estava forte e a luz não voltava, subi para um banho rápido e desci novamente.
Desta vez, apenas Geraldo estava lá. A lanchonete já havia fechado e começamos a jogar conversa fora. Sabe aquele tipo de "hétero" que vive ajeitando o volume por cima da roupa? Ele era exatamente assim. Usava um short de moletom preto e uma camiseta branca bem larga. Do nada, ele levantou a camisa para se ventilar e ajeitou o short; pude vislumbrar o cós da cueca e um volume discreto, mas presente.
Papo vai, papo vem, descobri que ele era casado e pai de um bebê de um ano. A esposa havia viajado e ficaria uns quinze dias fora. Quando a energia finalmente voltou, subimos e cada um foi para o seu canto. Confesso que dormi pensando naquela cena: o jeito que ele ajeitava o short, a cueca aparecendo... Enfim, o desejo começou ali.
Dois dias depois, cheguei em casa por volta das 20h30 e o problema persistia: sem luz e todo mundo na calçada. Cumprimentei Geraldo, subi para me refrescar no escuro e desci de novo.
Desta vez, a rua estava mais vazia. Geraldo parecia inquieto. Ele vestia um short de tactel curto e outra daquelas camisas enormes. Novamente, ele repetiu o gesto: levantou a camisa e deu aquela ajeitada firme. No short de tecido fino, o volume era nítido — algo de encher os olhos e a boca.
— Tá muito quente aqui, estou agoniado — disse ele. — Quer subir para tomar um refresco?
O apartamento dele, ao contrário do meu, tinha uma pequena varanda. Aceitei. Entramos no escuro e fomos para o espaço externo, onde havia duas cadeiras e uma planta. Ele foi até a cozinha e voltou sem camisa, trazendo um copo d'água. Quando se sentou ao meu lado, vi que eu estava certo: ele era o típico "macho gostoso", definido na medida certa, com peitorais fartos.
O assunto logo caiu no sexo. Ele confessou que estava subindo pelas paredes, que a rotina com a esposa era intensa e que quatro dias de ausência já eram demais para ele. Brinquei: — Então hoje o jeito é o "cinco contra um", hein? Ele riu, confirmando. Acabei pensando alto: — Você já deve ter aproveitado bastante essa varanda, né?
Ele negou com a cabeça. Disse que tinha vontade, mas a esposa tinha medo de alguém ver. Retruquei dizendo que, naquela escuridão, com apenas o reflexo dos faróis dos carros, ninguém veria nada. Ele me olhou fixamente: — Hoje seria o dia perfeito para isso.
O silêncio reinou por alguns minutos. Meu desejo estava explodindo, e o reflexo de um caminhão que passava revelou que o volume no short dele também estava rígido. Levantei-me, fingindo que iria embora para deixá-lo à vontade, mas ele segurou meu braço. — Fica. Se eu quiser me tocar, não teria vergonha de você. Afinal, você também tem um, né? — rimos. — Precisa de ajuda? — perguntei, baixando o tom de voz.
Ele apenas assentiu com a cabeça, o olhar pesado. Ele se sentou e eu me ajoelhei entre suas pernas. Quando ele desceu o short, o membro moreno, de uns 18cm e veias saltadas, saltou para fora, batendo no abdômen dele. Envolvi-o com as mãos, iniciando o movimento de subida e descida. Ele gemeu baixo. Senti sua mão na minha nuca, guiando-me para que eu o tomasse por completo.
A sensação era intensa. Eu ali, chupando meu vizinho na varanda, realizando um fetiche mútuo enquanto ele ditava o ritmo: "Isso... faz assim...". Após alguns minutos de entrega, senti o membro pulsar e inchar. Foram vários jatos fartos que desceram pela minha garganta enquanto ele revirava os olhos, segurando minha cabeça com força para que eu não perdesse uma gota.
No exato momento em que terminamos, a luz voltou, iluminando tudo. Ele subiu o short rapidamente. Sem dizer uma palavra, levantamos. Eu me despedi e voltei para o meu apartamento, em êxtase.
Cheguei em casa eufórico, com o gosto dele ainda na boca. Tirei a roupa e comecei a me tocar, revivendo cada detalhe. Foi quando meu celular vibrou. Era um número desconhecido. Ao abrir a foto de visualização única, lá estava Geraldo: sentado na cama, completamente nu e excitado novamente. A mensagem dizia:
"Você conseguiria baixar ele de novo?"
Se quiserem a continuação, comentem e votem bastante.

eu também!!!
Gostei... tô ansioso pela continuação