Às 20h15, o sinal veio por mensagem. Kelly caminhou até a sala de reuniões com o coração martelando contra as costelas. Ao entrar, encontrou Carlos ao lado de uma mochila tática.
— "Achei que o plano era algo mais... convencional. Trouxe nossos brinquedos?" — ela perguntou, a voz falhando levemente pela antecipação.
— "Trouxe alguns novos, feitos sob medida para o seu comportamento hoje" — Carlos respondeu, o olhar percorrendo o corpo dela como se a despisse com os olhos.
Kelly estava impecável: a personificação da secretária poderosa em sua saia lápis preta justa, camisa de seda branca e meias 7/8 que terminavam no meio das coxas torneadas. Carlos aproximou-se e, com uma lentidão torturante, começou a abrir os botões da camisa dela. Quando a renda vermelha do sutiã saltou contra a pele alva, ele roçou os lábios em seu ouvido:
— "Deixe-me ver o que você escondeu o dia todo..."
Ele subiu a saia dela devagar. A visão o paralisou: uma calcinha fio dental vermelha, mínima, que desaparecia entre as curvas generosas de Kelly. O contraste do vermelho vibrante com o preto das meias era obsceno.
— "Você passou o dia inteiro em reuniões com essa coisinha minúscula enterrada na sua bunda, Kelly?" — ele rosnou, a mão apertando a carne macia.
— "Eu precisava de um lembrete constante do que você faria comigo à noite" — ela confessou, a respiração já pesada.
Carlos não perdeu tempo. Tirou da bolsa um armbinder e imobilizou os braços de Kelly atrás das costas. O estalo do couro e a restrição imediata fizeram Kelly soltar um gemido baixo. Ele a ergueu, colocando-a sobre a mesa de mogno frio, e a posicionou em frogtied — coxas e canelas unidas, deixando-a completamente exposta e vulnerável.
A venda veio em seguida, mergulhando-a na escuridão.
— "Assim eu não vejo nada..." — ela protestou, apenas para ser calada por um beijo possessivo.
— "A partir de agora, o único sentido que importa é o seu prazer. Eu quero apenas ouvir você implorando."
O som do zíper da mochila ecoou na sala silenciosa. Kelly sentiu o toque frio do silicone em seus lábios. Ela conhecia aquele ritual. Ele pegou a ball gag preta e a colocou com firmeza. Kelly sentiu o maxilar se abrir, o couro apertando suas bochechas. Por longos minutos, Carlos não fez nada além de contemplá-la. Ele caminhava ao redor da mesa, observando como a luz da sala refletia na pele dela e no vermelho vibrante da lingerie. Ele passava as pontas dos dedos de leve pelo clitóris dela, por cima da calcinha, sentindo a umidade transbordar, mas parava logo em seguida, apenas para deixá-la implorando. (Imagem 1).
A excitação de Kelly atingiu um nível febril. Sem poder falar ou se mover, seus sentidos se aguçaram. Ela sentia a mordaça preta preencher sua boca, dificultando o movimento da língua e tornando o ato de engolir uma tarefa quase impossível.
Carlos aproximou-se e removeu a mordaça preta. Kelly suspirou, tentando recuperar o fôlego e engolir o excesso de saliva, mas ele apenas sorriu com um brilho sádico nos olhos.
— "Mas já?" — ela provocou, a voz rouca. — "Achei que ia judiar mais de mim." - Provocando ele com um sorrisinho de canto de boca ainda vendada sob a mesa.
— "Não gostei dessa preta. Ela é pequena demais para o quanto você está excitada hoje" — Carlos disse, buscando algo na mochila. — "E não combina com esse seu conjunto vermelho."
Ele deu um longo beijo de língua nela, saboreando a submissão, antes de introduzir a nova ball gag vermelha: maior, mais firme e invasiva. Ao colocá-la e ajustar a fivela com força extra, Kelly percebeu que sua boca estava agora mais ocupada, os lábios esticados ao redor da esfera vermelha.
Desta vez, a anatomia não perdoou. A mordaça era maior o que fazia Kelly ficar com a boca ainda mais aberta. Conforme Carlos voltava a massagear seu corpo e sussurrar obscenidades, a excitação dela disparava — e com a excitação, veio a salivação incontrolável. Uma linha brilhante de saliva começou a escorrer pelos cantos da boca aberta pela mordaça, traçando um caminho úmido pelo pescoço, molhando a renda do sutiã em seu decote e pingando sobre a mesa de escritório. Ela tentava gemer, mas o som saía abafado, úmido e prazeroso.
Carlos aproveitou aquela mistura de lubrificação e saliva para massageá-la com a língua em sua vagina, um contraste quente contra o couro da mordaça.
— "Se você gozar agora, Kelly... o castigo será dobrado" — ele avisou.
O desafio, somado ao estado deplorável e delicioso de estar babando sobre o próprio sutiã em plena sala de reuniões, foi o gatilho. Kelly explodiu em um orgasmo violento. Carlos apenas observou o clímax com um sorriso.
Após o clímax, Kelly sentiu aquela onda característica: os músculos das coxas tremeram involuntariamente, sua pele ficou hipersensível ao menor toque e sua mente entrou em um estado de "névoa". Ela estava exausta, mas a sensibilidade extrema fazia com que qualquer movimento de Carlos parecesse um novo choque elétrico. O pensamento de que ela havia "falhado" ao gozar antes da hora só aumentava sua submissão psicológica.
Carlos percebeu o estado dela e sorriu.
— "Mas já, Kelly? Tão rápido..." — Ele roçou os lábios no ouvido dela. — "Eu tinha prometido que tiraria essa mordaça assim que você gozasse, mas como você foi rápida demais e não me esperou... o trato mudou. Agora você vai ficar com ela até gozar novamente. E eu vou garantir que a segunda vez demore muito mais."
A mente de Kelly entrou em colapso. O pós-gozo a deixou mole, com a pele em brasas e uma sensibilidade que tornava qualquer toque quase doloroso. Ela queria protestar, queria dizer que era injusto, mas a esfera vermelha em sua boca transformava suas palavras em uma confusão de sons abafados e úmidos.
— "Mmmph! N-nnnnggh... H-huuuh!" — Ela tentava articular, mas o som saía como uma cacofonia desesperada de gemidos guturais e estalidos de saliva.
Internamente, ela pensava: "Ele não vai fazer isso... eu mal consigo respirar com essa coisa... mas meu Deus, o jeito que ele me olha... eu quero mais. Eu preciso que ele me preencha agora, ou eu vou enlouquecer nesta mesa!" A frustração de não poder falar só aumentava sua submissão; ela era agora apenas um corpo à espera das ordens dele.
Ele afastou a calcinha fio dental para o lado, expondo-a completamente. A umidade do orgasmo dela, misturada à saliva que havia escorrido pelo corpo, criava a lubrificação perfeita. Ele pegou o plug anal metálico de grande porte, muito maior que o habitual de Kelly.
Conforme ele introduzia a peça fria, Kelly sentiu a pressão preencher cada espaço, uma sensação de plenitude que a fez arquear as costas contra a mesa.
— "Ggg-nnnhhh... mmmppph!" — Outro som abafado escapou, uma mistura de susto e um prazer novo e profundo que começava a subir por sua espinha.
O plug foi inserido até o fim, travando a calcinha vermelha por baixo da base metálica. Ela estava marcada, preenchida e totalmente à mercê dele.
Carlos ia começar a torturá-la novamente quando, subitamente, o som de passos pesados e vozes abafadas ecoou no corredor, logo atrás das cortinas.
O pânico substituiu o entorpecimento do orgasmo no mesmo segundo. O coração de Kelly martelava: "E se for a ronda noturna? Se alguém abrir essa porta, minha carreira acaba aqui, desse jeito..." Ela tentou desesperadamente gritar para Carlos soltá-la, mas o que saiu foi apenas um:
— "Mmm-MMPHH!! MMNGH!" — "Fica quietinha... eu vou ver quem chegou" — Carlos sussurrou, a voz subitamente tensa.
Ele saiu da sala rapidamente, fechando a porta com um clique. Kelly ficou ali: sozinha, no escuro da venda, amarrada na posição mais vulnerável possível, babando sobre o sutiã e sentindo o peso do plug anal, enquanto as vozes do lado de fora pareciam parar exatamente em frente à sala de reuniões. (Imagem 2)


Que tesão...minha Dona mandou eu esperar no meu escritório que ela ia passar lá pra gente sair, mas quando chegou mandou eu tirar minhas roupas, me deu um salto alto pra vestir e colocou uma coleira. Me mandou ficar de quatro e me levou até o banheiro no corredor de quatro igual uma cadelinha, apesar do horário, fui totalmente humilhada e no banheiro ela nem deixou eu sair da posição, meteu um consolo no meu cuzinho até eu gozar no chão e me fez lamber tudinho e voltar de quatro pra sala.