Certa noite, tomada por um impulso de coragem, Mary finalmente clicou em "finalizar compra". O carrinho virtual estava repleto de promessas: duas ball gags (uma vermelha pequena e uma preta maior), dois vibradores e alguns metros de corda fina. A ansiedade tornou-se sua sombra até que, dias depois, uma caixa parda e discreta repousou à sua porta. Com as mãos trêmulas, ela a levou para o quarto como se carregasse um segredo perigoso.
No santuário do seu quarto, ela se despiu até ficar apenas com a blusinha azul, as meias brancas e uma calcinha rosa de algodão, modelo grande. Mary ajoelhou-se e usou a corda para fazer um frogtied apertado, forçando suas coxas para fora. A restrição disparou sua adrenalina. Ela afivelou a ball gag vermelha pequena, sentindo a esfera empurrar sua língua e selar seus lábios.
— Mmmph! Hnn-nnn... mmm! — O som batia contra a borracha e voltava para sua garganta. Ela pressionou o vibrador bastão contra a calcinha rosa. Com o movimento frenético, o tecido abundante da calcinha grande começou a ser "engolido" tanto pela sua vagina quanto pelo seu ânus, criando uma pressão úmida e constante que a levava ao limite.
Antes do ápice, ela quis testar a ball gag preta. Esta era consideravelmente maior e preenchia sua boca de forma absoluta, esticando os cantos de seus lábios ao limite. Era desconfortável e invasivo, mas o medo estava se transformando em puro êxtase.
Com as pernas presas, ela retomou a masturbação. A calcinha rosa grande, agora ensopada e transparente, começava a ser "engolida" pelos seus lábios genitais devido à pressão e ao movimento. Mary babava sem controle, o líquido escorrendo pela borracha preta e molhando seu peito.
— NGHHH-HMMMM! GNNHHH! — A cacofonia de gemidos abafados preenchia o silêncio do quarto enquanto ela se aproximava do abismo.
Para o clímax, ela se posicionou de pernas abertas, simulando estar amarrada. O vibrador bullet foi inserido sob a lateral da calcinha, pulsando diretamente contra o clitóris inchado. O orgasmo veio como uma explosão de espasmos que a deixou sem fôlego.
— HMMMMMM-PHHH! NNNNGGHHH-AAAH-MMM!
Exausta, Mary removeu a mordaça e o vibrador, desatando as cordas das pernas. Ela desabou na cama, sentindo o coração desacelerar enquanto o suor esfriava em sua pele. Ficou ali por longos minutos, processando a intensidade daquela nova experiência. O silêncio do quarto era quebrado apenas por sua respiração pesada.
Tomando coragem, ela se levantou. Tirou a calcinha grande, que estava pesada e encharcada, e foi até a gaveta. Seus dedos ignoraram o algodão comum e pinçaram um fio dental rosa minúsculo. Ao vesti-lo, sentiu a fita fina se acomodar entre suas nádegas, deixando-as totalmente expostas e vulneráveis.
Ela voltou para a ball gag vermelha, apertando a fivela ao máximo. Amarrou o vibrador estrategicamente na estrutura da cama e prendeu uma das mãos na cabeceira com a corda restante. Presa e entregue, ela começou a roçar sua vulva no aparelho fixo.
A sensação era avassaladora: conforme ela empurrava o quadril contra o vibrador, o fio dental rosa era tensionado ao extremo. A tirinha fina de tecido esticava-se contra sua fenda, cortando delicadamente sua sensibilidade e aumentando o atrito a cada movimento de vaivém. Ela sentia o vibrador suavemente em seu clitóris e sua calcinha se enterrando profundamente entre suas nádegas enquanto ela se contorcia amarrada.
— MMMPH! GNNHHH-HMM! — Ela gemia freneticamente contra a mordaça, o corpo tremendo sob a tensão das cordas e o toque implacável do fio dental rosa, que parecia guiar cada centímetro do seu prazer rumo a um novo e inevitável clímax.




Oie. Eu pratico o selfbondage às vezes, sem possibilidade de eu mesma me soltar, algumas horas antes do meu marido chegar em casa. Já aconteceram situações engraçadas e perigosas. Kkkkkkk... Uma hora dessas eu conto... Parabéns. Bxos.
Pqp..... que delícia !!! Como é bom isso, tesao intenso, suor, dor, saliva, melada, vibrador enterrando tremendo, invadindo, fodendo ! Adoramos !!!!