Meu nome é William, tenho 18 anos, e moro com minha família numa casa velha no subúrbio. Minha irmã gêmea, Yasmin, também tem 18 — a gente é inseparável desde sempre, compartilhando segredos e brigas idiotas. Minha mãe, Rosa, tem 60 anos, mas ainda é cheia de energia, com aquele corpo curvilíneo que ela mantém com caminhadas diárias. Meu pai, Nelson, aos 70, é mais quieto, aposentado, sempre lendo jornal no sofá. E tem o Max, nosso labrador dourado de 4 anos, que é praticamente da família — dorme no quintal, mas entra em casa toda hora pra pedir carinho.Era uma noite quente de verão, daquelas que deixam a gente suado só de existir. Eu tinha voltado tarde de uma festa com amigos e subi as escadas devagar pra não acordar ninguém. Mas ouvi barulhos vindos do quarto dos meus pais — gemidos baixos, ofegantes, misturados com um som ritmado, úmido, e latidos abafados. A porta estava entreaberta, luz fraca do abajur vazando. Eu parei, coração acelerado. Deveria ter ido embora. Em vez disso, espiei pela fresta.Minha mãe estava de quatro na cama king size, nua, o corpo brilhando de suor. Os seios grandes pendurados, balançando a cada movimento. Meu pai estava ajoelhado atrás dela, também nu, o pau velho mas rígido entrando e saindo devagar da buceta dela. Mas não era só isso. Max estava lá, montado nas costas dela, as patas dianteiras apertando a cintura de Rosa como se ela fosse uma cadela no cio. O pau vermelho e inchado do cachorro entrava fundo na bunda dela, estocadas rápidas e brutas, enquanto meu pai metia na frente, sincronizado, como se os dois estivessem competindo.Rosa gemia alto, mordendo o travesseiro: "Isso, meus meninos... me encham... mais forte, Nelson... deixa ele me foder direito...". Meu pai ria baixo, segurando as nádegas dela abertas com as mãos calejadas, facilitando pro Max. "Tá gostando, né, sua vadia? Olha como ele tá te esticando...". O nó do cachorro já inchava na base, batendo contra a entrada, e quando finalmente travou, ela gritou de prazer, o corpo tremendo inteiro. Meu pai continuou metendo na buceta, gozando logo depois, enchendo-a com jatos quentes enquanto Max pulsava dentro da bunda dela, preso, babando no colchão.Eu estava duro como pedra, o pau latejando dentro da calça jeans. Senti vergonha, nojo, mas não conseguia parar de olhar. Minha mão desceu sozinha, apertando por cima do tecido. Quando Max finalmente saiu, um fio grosso de sêmen canino escorrendo das nádegas de Rosa, meu pai lambeu tudo, língua devagar, limpando-a enquanto ela ria ofegante. "Bom menino, Max... e você também, amor...".Fechei a porta devagar e corri pro meu quarto. Gozei me masturbando pensando naquilo, imaginando o calor, o cheiro, a sujeira toda.No dia seguinte, era sábado. Meus pais disseram que iam ao mercado e voltavam só à tarde. Yasmin e eu ficamos sozinhos em casa. Ela estava na cozinha, de shortinho curto e top, o corpo magro e atlético brilhando no sol da manhã. Eu contei pra ela o que tinha visto — a gente sempre contava tudo um pro outro. No começo ela riu, achando que era brincadeira. Mas quando viu minha cara séria, os olhos dela mudaram: curiosidade, depois algo mais quente."A gente devia tentar", ela disse de repente, voz baixa, olhando pro Max que dormia no tapete da sala. "Só pra ver como é...".Meu coração disparou. "Yas... isso é loucura...".Mas ela já estava se abaixando, chamando o cachorro com voz doce: "Vem, Max... vem aqui, bonitão...". Ele veio balançando o rabo, lambendo a mão dela. Yasmin tirou o short e a calcinha, ficou de quatro no chão da sala, bunda empinada. "Me ajuda, Will...".Eu ajoelhei atrás dela, segurei as nádegas da minha irmã abertas, guiando o focinho de Max. Ele cheirou, lambeu uma vez, duas, a língua áspera deixando-a molhada. Yasmin gemeu: "Porra, isso é bom... vai, Max...". Ele montou nela rápido, o pau saindo da bainha, escorregadio, e entrou de uma vez na buceta dela. Estocadas frenéticas, o nó inchando. Ela gritava de prazer, unhas cravadas no tapete: "Fode, cachorro... me enche...".Eu não aguentei. Tirei o pau pra fora, ajoelhei do lado e comecei a me masturbar olhando. Mas Yasmin virou a cabeça: "Vem, irmão... me come também...". Eu me posicionei na frente, entrei na boca dela enquanto Max metia atrás. O calor úmido da boca de Yasmin, os gemidos vibrando no meu pau, o barulho molhado do cachorro — era insano, proibido, delicioso.Quando o nó travou em Yasmin, ela gozou forte, mordendo meu pau levemente, me fazendo gozar na garganta dela. Max pulsava dentro, enchendo-a.Foi aí que ouvimos a porta da frente abrir. Meu pai, Nelson, parado na entrada, sacolas de compras no chão. Ele nos viu: eu com o pau ainda na boca da minha irmã, Max preso na bunda dela — não, na buceta. Seus olhos se arregalaram, mas não de choque. De algo mais. Ele fechou a porta atrás de si, devagar, e sorriu torto."Vocês também, hein? Igualzinho à mãe de vocês...".Ele largou as sacolas e veio pra sala, abrindo o zíper da calça. "Deixa o velho mostrar como se faz direito...".Naquele momento, soube que nada seria como antes. E, estranhamente, não me importei.Fim.