Gemidos dos meus pais

Era uma noite quente em Porto Alegre, e eu, William, com meus 20 anos, ainda morava com a família. Minha irmã Marina, de 18 anos, era uma garota linda, com cabelos castanhos longos e um corpo que chamava atenção por onde passava. Nossa mãe, Rosa, aos 38, mantinha uma forma invejável, com curvas generosas e uma energia que iluminava a casa. Meu pai, Nelson, de 56, era um homem forte e experiente, sempre com um ar de autoridade que, de alguma forma, nos atraía.
Tudo começou de forma inocente, mas intensa. Às noites, eu e Marina não conseguíamos ignorar os sons vindos do quarto dos nossos pais. Os gemidos abafados de Rosa e os grunhidos de Nelson ecoavam pela casa fina, nos deixando curiosos e excitados. Nós dois éramos adultos, mas morar juntos facilitava as conversas sussurradas no escuro. Uma noite, depois de ouvirmos mais uma sessão barulhenta, Marina veio até meu quarto. "Você ouviu isso de novo?", perguntou ela, sentando na beira da cama. Eu assenti, sentindo o calor subir. Nossos olhares se cruzaram, e o que veio depois foi inevitável.
Começamos devagar, explorando um ao outro com toques tímidos. Marina se deitou ao meu lado, e minhas mãos percorreram sua pele macia. Ela gemeu baixinho quando eu a beijei, nossos corpos se entrelaçando em um ritmo proibido, mas irresistível. Eu a penetrei devagar, sentindo seu calor apertado me envolver, enquanto ela cravava as unhas nas minhas costas. Transamos ali mesmo, no silêncio da noite, imitando o que ouvíamos dos nossos pais. Foi nossa primeira vez juntos, e não paramos mais. Todas as noites, depois dos sons do quarto ao lado, nos encontrávamos para saciar o desejo que crescia entre nós.
Mas nossa ousadia nos levou longe demais. No colégio — que frequentávamos como adultos em cursos noturnos —, fomos pegos em flagrante. Eu estava no banheiro masculino com uma colega, transando contra a parede, quando o diretor entrou. Marina, no banheiro feminino, foi descoberta com um aluno, gemendo alto enquanto ele a possuía por trás. Fomos chamados à direção juntos, e a notícia chegou aos nossos pais rapidinho. Esperávamos bronca, castigo, talvez até sermos expulsos de casa. Mas o que veio foi algo completamente diferente.
Naquela noite, em casa, Rosa e Nelson nos chamaram para uma conversa séria na sala. "Vocês dois andam se divertindo bastante, hein?", disse meu pai, com um sorriso estranho no rosto. Rosa cruzou as pernas, e notei que seus olhos brilhavam de um jeito que eu nunca tinha visto. "O diretor nos contou tudo. Em vez de ficarmos bravos... isso nos deixou com tesão", confessou ela, corando levemente. Marina e eu nos olhamos, chocados. Meu pai se aproximou de Marina, tocando seu ombro. "Vocês são adultos agora. Por que não compartilhamos isso em família?"
O que aconteceu depois foi uma explosão de desejo reprimido. Rosa se sentou no meu colo, beijando meu pescoço enquanto desabotoava minha camisa. "Você é tão parecido com seu pai", murmurou ela, guiando minha mão para seus seios fartos. Do outro lado, Nelson puxou Marina para si, beijando-a profundamente. Ela gemeu contra sua boca, e logo ele a deitou no sofá, abrindo suas pernas e lambendo seu sexo com fome. Eu assistia, excitado, enquanto penetrava Rosa devagar, sentindo sua umidade me envolver. Seus gemidos ecoavam alto, misturando-se aos de Marina, que cavalgava o pau de Nelson com vigor, seus quadris se movendo em um ritmo selvagem.
Não demorou para trocarmos. Marina veio até mim, montando em mim enquanto eu a segurava pela cintura, bombando forte para dentro dela. Rosa, por sua vez, se ajoelhou diante de Nelson, chupando seu membro endurecido com maestria, gemendo ao redor dele. O ar estava carregado de cheiros e sons — o tapa da carne contra carne, os suspiros molhados. Nós quatro nos entrelaçamos no chão da sala, em uma orgia familiar. Eu comi Marina por trás enquanto ela lambia Rosa, e Nelson penetrava nossa mãe ao lado, nos olhando com aprovação. Os orgasmos vieram em ondas: Marina gozando alto no meu pau, Rosa tremendo nos braços de Nelson, e eu e meu pai explodindo juntos, enchendo elas de prazer.
Daquela noite em diante, a casa virou um ninho de luxúria. Transávamos abertamente, sem vergonha. Às vezes, eu e Marina no quarto dela; outras, com os pais na cama king size. Rosa adorava ser duplamente penetrada por mim e Nelson, gemendo como uma louca. Marina se deliciava chupando nós dois, alternando entre os paus da família. Era proibido, era louco, mas era nosso segredo quente. E em Porto Alegre, sob o calor do verão, nossa família nunca foi tão unida.
Foto 1 do Conto erotico: Gemidos dos meus pais


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


256346 - Nós e max - Categoria: Zoofilia - Votos: 7

Ficha do conto

Foto Perfil chubbys
chubbys

Nome do conto:
Gemidos dos meus pais

Codigo do conto:
256421

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
08/03/2026

Quant.de Votos:
6

Quant.de Fotos:
1