Em uma estradinha à beira-mar, vi uma pequena entrada que dava para uma praia minúscula que aparentemente estava deserta. Paramos com o carro em frente à entrada e descemos. Realmente não tinha ninguém. Logo no final do pequeno caminho, havia duas pedras enormes que cobriam toda a entrada da prainha. Contornamos as pedras e chegamos na areia branquinha. Laura voltou até o carro, pegou uma toalha enorme e a colocou na areia para sentarmos. Ali ficamos por muito tempo conversando e vendo o mar.
Propus a ela tirarmos umas fotos dela mais sensuais. Ela me questionou perguntando para quê; eu disse que era para guardar de lembrança. Perguntei a ela se estava sem calcinha e ela respondeu que sim, porque o shortinho era muito apertado e não queria que a calcinha ficasse marcando. Minha mulher estava linda e muito gostosa. Ela começou a fazer poses e eu a tirar fotos. Do nada, e sem eu esperar, ela desceu a alça da blusinha expondo um dos seus seios.
Eu fui clicando, depois ela desceu um pouco o shortinho. Era a primeira vez que estávamos fazendo aquilo. Era um final de tarde lindo. O clima foi ficando muito excitante; ela tomou a câmera de minha mão, sentou na toalha e me puxou para o lado dela me beijando. Começamos a namorar de uma forma mais quente na praia. Logo, Laura já segurava no meu pau e eu acariciava os seus seios. Dava para sentir que ela estava com muito tesão.
Ela disse: "Amor, vamos para o apartamento trepar. Vamos aproveitar que eles só chegam no início da noite." Eu respondi: "Por que não trepamos aqui mesmo? Nunca fizemos isso. Aqui é deserto." Ela retrucou: "Eu quero muito dar para você, amor. Estas fotos me deixaram excitada. Preciso gozar umas duas vezes, amor. E se alguém chegar aqui?" Eu disse: "Como, amor? Não vimos ninguém, nem uma mísera casa nesta estradinha." Ela concordou: "Verdade, mas se alguém aparecer, foda-se, vou continuar dando para você. Não saio daqui sem gozar umas duas vezes nesta vara gostosa. Te amo! Se não estivesse tomando remédio, hoje seria um dia que queria engravidar de nosso segundo filho."
Disse isso, tirou o meu pau para fora e chupou. Lambia, chupava, mordia e beijava. Tirou o meu short, arredou o shortinho dela e sentou no meu pau. Começou a rebolar e a gemer. Eu disse a ela que, quando gozasse, sujaria o shortinho. Ela levantou, tirou o shortinho e voltou a sentar com força. Me empurrou na toalha, tirou sua blusinha e apoiou sua mão nos meus ombros. Ela quicava no meu pau. Raras as vezes a vi com tanto tesão. Ela mordia os lábios e rebolava muito. O melado dela descia entre nós. Ela apertava meus ombros com muita força e teve o seu primeiro orgasmo.
Quando ela se levantou para continuar a trepar, deu um grito e o pavor tomou conta dela. Escutei uma voz dizendo: "Calma, moça, só queria ver vocês. Não vou fazer nada errado. Continua." Aí eu me sentei e vi um senhor de uns 65 anos ou mais, encostado em uma das pedras, com um short preto, sem camisa, e parecia segurar o seu pau por cima do short. Ele olhou para mim e disse que estava tudo bem. Disse que fazia anos que não via uma mulher tão linda naquela praia. Disse que só foi lá para tomar um banho e não resistiu quando viu a cena.
Eu pedi a ele para sair, pois íamos embora. Ele disse para continuarmos e que não sairia até gozar. Ele era um senhor alto, com a pele curtida de sol, cabelos lisos e grisalhos; parecia bem cuidado, tinha muito pelo grisalho por todo corpo que era forte. Com a voz um tanto autoritária, ele nos mandava continuar porque queria gozar. Falou que não ia encostar em nós e assim que gozasse iria embora. O sangue já voltara ao rosto de Laura.
Ela, nervosa, disse: "Não faz nada com a gente, moço. Vamos vestir a roupa e ir embora. Por favor." Ele, com a voz agora tranquila, disse: "Oh, menina, não vou fazer nada com vocês. Sou um homem sozinho, mas sou um homem bom. Só quero muito ver você trepar no seu marido e tocar minha bronha. Deixa-me ver, você trepa como minha falecida esposa. Olhinhos fechados, cara de anjo e desejo de mulher e trepada de puta. O moço também é bom. Seu gozo foi o mais lindo que vi. Lilica gozava muito, mas a senhora é maravilhosa."
Nisso, eu senti o meu pau dando sinal de vida e Laura começou a contrair a xoxota. Ela disse: "Tá bom, já tinha dito a ele que se alguém chegasse eu não pararia. Fique aí encostado na pedra, não se aproxime." Ela me empurrou novamente na toalha e começou a rebolar os quadris. Eu não acreditava no que estava acontecendo. Tentei falar algo, mas ela tampou minha boca com as mãos. Senti seus líquidos se avolumarem entre nós. Comecei a escutar um barulho como se o senhor estivesse se masturbando.
Ela deitou um pouco sobre mim e disse baixinho no meu ouvido: "Amor, ele tem um pau lindo, menor que o seu, mas é uns cinquenta por cento mais grosso. Amor, o dia de hoje vai ser o nosso segredo eterno. O que está acontecendo aqui vai ficar aqui e saiba que nada mudará o nosso amor. Fique tranquilo, vamos sair daqui vivos." Escutei a voz do senhor: "Que saudade da Lilica. Vou gozar logo, moça."
Ela continuou a trepar e agora sentia que ela provocava o cara. Eu estava louco de tesão com aquela situação. Vi ele chegando ao nosso lado, com o pau para fora do calção, tocando uma punheta freneticamente. O pau dele era muito grosso. Ela, sem falar nada, passou sua mão por trás da bunda do cara e o puxou para perto dela. Numa rapidez de movimento, ela começou a fazer um boquete no homem. Pensei em reagir, mas recebi um beliscão no mamilo. Ela tentava engolir o pau do cara; ele gemia e dizia que ela tinha a boca mais gostosa do mundo.
O homem, num gesto mais ousado, começou a acariciar os seios dela. Nitidamente ela gostou. Ele segurava a cabeça dela tentando forçar a entrada daquela piroca grossa na boquinha de meu amor. Ela soltou o pau dele e novamente deitou sua cabeça no meu ombro e disse baixinho: "Está muito bom, amor, ele tem um pau delicioso. O que vai acontecer aqui vai ficar aqui. Nunca mais voltará a acontecer. Confia em mim e aproveita."
Ela pegou o homem pela mão e sentou-o ao meu lado. Tirou o calção dele, deitou-o na mesma posição que eu estava e perguntou: "Então o senhor já não goza em uma mulher há muito tempo?" Ele respondeu: "Faz 3 anos que Lilica morreu e hoje foi a primeira vez que me sinto vivo." Ela disse: "Então aproveite." Ela foi sentando sua buceta molhada no caralho grosso do homem. Ver Laura sendo possuída por outro cara... Nunca, nem em pesadelos imaginei. Mas estranhamente não reagi e até curti. Com dificuldade, foi entrando centímetro por centímetro da rola na bucetinha de minha mulher. Ela conseguiu agasalhar aquela rola grossa. Rebolava e gemia. Eu acariciava os seus seios e beijava a sua boca, que já tinha gosto de outro pau.
Ela gritava: "Olha, amor, sua mulher sendo fodida por este senhor. Veja a largura da minha buceta. Tá uma delícia. Amor, vou gozar no pau dele!" Ela gozou muito forte. Deixou seu corpo cair sobre ele e acariciou seu rosto. Ele arfava e continuava a levantar os quadris. Ela se recuperou e tirou um pouco sua buceta do pau dele. Me mandou ajoelhar atrás dela e molhar meu pau em sua xoxota arregaçada. Disse: "Amor, com jeitinho, come o meu cu." Sentou novamente no pau do homem e ficou com a bundinha estufada para mim.
Não aguentei e comecei a empurrar. O homem empurrava o seu pau para dentro da buceta dela e dizia: "Que mulher gostosa que você tem, moço. Esta é a verdadeira dama na sociedade e puta na cama." Ela respondia: "Isso mesmo, hoje sou puta, aproveita mesmo, quero ser fodida por dois machos!" Eu enterrei tudo nela. Eu sentia o pau do velho brigando com o meu por espaço; a parede que separava os nossos paus parecia que ia romper. Laura deu um grito e gozou fartamente. Ao mesmo tempo, eu enchi o seu cu de porra e o senhor também gozou.
Ela era o recheio de um sanduíche meu e do velho. Eu saí de cima e vi o cu dela escorrendo minha porra e o pau dele saindo de sua buceta, que parecia muito mais larga. Deitei ela na toalha. Ela abriu os olhos, puxou minha cabeça e disse que me amava. O homem entrou no mar para se limpar. Eu a levei até o mar para lavar o ânus e a vagina. Ela se enxugou, vestiu o short e a blusinha e caminhou para o carro. O senhor passou por nós e agradeceu: "Nunca vou esquecer de hoje. Obrigado, moça! Moça, que mulher gostosa você é."
Entramos no carro. Laura sentou, puxou o cinto e ficou quieta olhando para frente. Eu coloquei o cinto, liguei o carro e disse: "Que loucura, né, amor?" Ela, sem virar o rosto, disse: "Não toque neste assunto, nunca mais. Se o fizer, eu sumo deste mundo. Te peço, amor, não fale mais. Vamos rápido que preciso tomar banho." Quando chegamos, a turma ainda não tinha chegado. Ela entrou no banheiro e, quando eles chegaram, ela ainda tomava banho. Nitidamente tinha chorado. Mal os cumprimentou e foi para a praia.
Fui atrás dela e a vi sentada, abraçada aos joelhos. Perguntei se queria conversar e ela disse que não. À noite, ela deitou ao meu lado me abraçando, mas não me beijou. No outro dia, não quis ir à praia; disse que tinha tomado muito sol e estava com dor de cabeça. Resolvi dar a ela o espaço que queria. Ao acordar no terceiro dia, ela estava novamente com os olhos brilhando e brincando com todos.
À noite, ela me pediu: "Amor, me leva para passear um pouco. Vamos de carro." No carro, ela me mandou entrar no primeiro motel que aparecesse. Assim fiz. Ao entrarmos, ela se jogou nos meus braços e disse: "Eu te amo muito, precisava de um tempo para organizar minhas ideias. Tudo aquilo me deixou abalada. Foi algo forte. Não me reconheci naquela hora, parecia que não era eu. Mas eu quis aquilo, eu o provoquei, eu o desejei. Esta foi a última vez que falamos daquele dia. Se ainda confia em mim e me deseja, faça amor comigo como sempre fez."
Eu a coloquei na cama e fizemos amor de todas as formas até o raiar do dia. Nunca mais tocamos neste assunto. Hoje resolvi escrever sobre isso porque já se passaram 20 anos de amor e confiança.


Muito bom, fiquei com muito tesão nela. Votado
paulopinto