Fomos embora e eu não conversei nada com ele durante o caminho. Em casa eu estava pensativo, minha mulher queria saber se eu tinha brigado com o Cleber. Disse que tinha roçado o bambuzal e estava cansado.
No outro dia encontrei com Aparecida e tremi todo. Ela conversou comigo sobre a roça e subiu para o seu apartamento.
Dois dias se passaram e eu fugia deles. No terceiro dia ele me parou na portaria do prédio. Me chamou para ir com ele comprar umas coisas. Falei que não podia, mas ele não aceitou.
Ele: Acha minha mulher feia assim?
Eu: Pelo contrário, sempre achei ela bonita, mas é como minha irmã.
Ele: Então vai cometer incesto, ela topou. Amanhã iremos bem cedo. Ela hoje disse que vai se preparar. Se prepare também, ela está subindo pelas paredes.
Eu: Não falei que vou.
Ele: Moço, não decepcione ela. Sua mulher fala com ela que você é bom. Ou é isso ou sabe o que vou fazer. Decide. Amanhã as 6hs.
Assim foi.
Seis horas da manhã, peguei algumas ferramentas e despedi de minha mulher. Ela recomendou eu não abusar da roçadeira.
Que viagem estranha. 3 idiotas num carro sem pelo menos falar um “a”.
Entramos no sítio. Ele visivelmente ficou nervoso. Ela fez café para nós, ele só beliscou e disse que ia embora e aguardaria ela ligar.
Aparecida: viajamos 1 hora e 40 minutos, vocês não trocaram uma palavra. Se for assim que vai ser, paramos por aqui.
Eu: Concordo minha amiga.
Ele: Gente, é a primeira vez. Casei com ela a quarenta anos. Só eu comi a Aparecida. Acham que na primeira vez eu ia estar feliz. Não sei ser corno. Estou indo. Fiquem bem.
Beijou a mulher dele e saiu.
Aparecida: Bom amigo Vander, o que mais dói em mim é trair minha amiga. Mas Cleber disse que acostumaremos. Amigo só conheço o pinto dele. O seu já vi por debaixo de calções de nadar. Minha amiga disse que é grande e potente. Disse que você gosta da perereca sem cabelo, então me preparei. Vamos ou não continuar com a ideia deste amigo louco.
Eu: Ok! Vou perguntar só uma vez. Você quer?
Aparecida: Sim, olha a minha respiração.
Pegou minha mão e colocou sobre o seu peito.
Realmente o coração batia forte. Não tirei minha mão imediatamente, acariciei o seu seio. Ela respirou mais fundo. Senti o bico de seus seios endurecer. Apertei ele.
Ela levantou, olhou para mim e disse: Já vi que você quer. Vai tomar um banho, vou trancar a casa por dentro. Nem se ele quiser, entra mais. Depois tomarei meu banho e irei até você no quarto.
Eu: No de hóspedes ou no seus.
Ela: No nosso, amigo, agora vai ser nosso.
Fui tomar o banho mais demorado da minha vida. Enrolei numa toalha e saí. Era muita loucura, nunca na minha vida pensei que aconteceria isso.
Deitei na cama e fiquei olhando para cima. Meu pau não abaixava, estava muito duro. Ele tem uns 19 a 20 cm, é grossinho.
Minutos depois entrou Aparecida, estava usando um robe curto rosa.
Usava batom vermelho. Pouca maquiagem, estava perfumada e com um leve sorriso no rosto.
Eu: Você está muito bonita minha amiga. Achei que acharia você mais zangada com está situação. Cleber disse que chegou a dar um tapa na cara dele.
Ela: Um não, dei dois e com muita força. Quis acabar com nosso casamento naquele momento. Ele pediu que não. Ameaçou coisas piores. Chorei muito amigo. Depois ele disse que poderia ser você. Aí rasguei a camisa dele no corpo. Como faria isso com minha melhor amiga. Machuquei ele. Me tranquei aqui por horas. Aí resolvi dar uma lição nele. Espero que nunca minha amiga se quer desconfie. Ela sempre elogia você. Então quero tudo. Ele está achando que vou ligar para ele em 30 minutos. Amigo vai depender de você. Por mim ele só volta a noite. Vou fazer deste limão uma limonada. Pelo visto minha amiga não mentiu. Ele está duro e pronto. É grande hein amigo. Maior do que o dele era.
Ela começou a passar a mão no meu pau por cima da toalha. As coxas dela eu via, pela primeira vez senti tesão na Aparecida. Ela desamarrou o robe e deixou boa parte de uns dos seios amostra. Enfiei minha mão e acariciei aqueles seios macios e brancos. Apertei o bico. Ela mordeu os lábios. Me levantei da cama e a levantei também, abri o seu robe e o joguei no chão. Fiquei olhando para o corpo dela. Era um corpo maduro mais bonito. Seus seios brancos tinham auréolas escuras. Seus bicos eram sensíveis ao toque. Seu bumbum era branco. Sua xoxota depiladinha era estufada. Seu grelo era médio, um pouco escuro.
Ela: Gostou amigo? Era o que esperava. Já me viu de maiô.
Eu: Você é muito gostosa. Mulherão.
Ela: E você tem um pau lindo e grande. Minha amiga que me perdoe.
Ela colou seu corpo a mim e me beijou. A fdp beijava bem. Deitamos e ela não parava de acariciar meu cacete. Fui com minha mão no grelinho dela. Comecei um carinho e ela estremeceu.
Ela: Amigo, os bicos dos meus peitos me dão muito tesão. Meu grelo me leva às alturas.
Eu: Obrigado pelas dicas. E o cuzinho, vai me dar.
Ela: Ele também me da muito tesão. Se não quisesse comer ele eu ia ficar frustrada. Sou sua, gostoso. Não vamos pensar naquele corno. Me fode.
Continuamos a nos beijar. Fiz ela gozar brincando com seu clitóris e introduzindo um dedo na sua racha. Depois chupei sua xoxota e mais uma vez com a ponta da língua acariciei seu grelinho. Virei ela de bruços e chupei seu cu. Era bonito e também depiladinho. Dei alguns tapas na sua bunda branquinha.
Ela: Bati com mais força amor, deixa marcada para o corno vê.
Voltei ela na posição de barriga para cima e mamei naqueles peitos brancos e grandes. Ela adorava.
Ela gemendo: Chupa com força amor, mordi eles, mordi. Eu mordi bem devagar.
Ela: Não tenha dó bobinho, deixa a marca de seus dentes nos meus peitos brancos.
Entendi o que ela queria. Iria castigar o marido. Queria marcas para ele ver.
Perdi a dó da minha amiga. Chupei ela toda, mordi suas nádegas, ela gemia e pedia mais. Deitei de pau para cima e ela caiu de boca nele. Depois sentou com força no meu cacete. Meteu muito, mas muito mesmo. Gozou gritando e gemendo. Me fez torcer os bicos de seus seios. Ela batia no meu rosto e me chamava de macho gostoso. Depois do gozo deitou ao meu lado, ainda me punheta.
Ela: Não vai gozar não amor?
Eu: Vou, daqui a pouco.
Ela: Se ele deixar ter a próxima vez. Além deu querer muito eu vou deixar minha buceta gozada para ele chupar.
Disse isso e ficou de lado. Pegou o meu pau e enfiou na sua xoxota melada. Posicionou meu pau no seu cu. Segurei ela pela cintura e empurrei. Ela urrou, eu empurrei mais, ela gritou.
Ela gritando: Mete no meu rabo, arrebenta minhas pregas com este pauzão, quero que o corno me veja sentar de lado amanhã. Meti amor. Sem dó amor.
Meti muito, arrombei o cu dela. Ela disse que arrebentou algumas pregas. Quando disse que ia gozar, ela pediu para eu gozar fundo. Foi o que diz. Ela rebolava e puxava minha bunda. Ela estava arrombada.
Ela: Pena o corno ser covarde. Na próxima quero ele aqui. Vai lamber meu cu. Olha a quantidade de porra. Minha amiga é muito feliz. Belo macho você é amigo. Fodas se ele não quer fazer o implante.
Eu a puxei para mim e a beijei. Ela correspondia com muito carinho. Fomos tomar um banho. Ela fez um sanduíche para nós. Escovamos os dentes e deitamos.
Ela olhou as horas e disse: Caramba metemos por muito tempo. Ainda quero mais amor. Vai me dar?
Eu: Agora e sempre que quiser.
Voltei a chupar ela toda. Comi novamente seu cu e sua xoxota. Gozei na sua boca. Ela adorou.
Dormimos um pouco, era 4hs da tarde ela ligou para ele. Devia estar na estrada encostado. Em 10 minutos ele entrou. Eu já estava vestido. Ela não. Estava com o robe.
Ele: Já vamos né?
Ela: Espera eu tomar banho. Tem porra em todos os meus buracos. Quer ver?
Ele saiu e foi para o quintal.
Fechamos a casa e entramos no carro.
Desta vez ela não parou de falar e provocar o Cleber.
Ela: Cleber, seu amigo é muito bom. Gozou em cada buraco duas vezes. Algo que você nunca fez. Meu cuzinho está ardendo muito.
Ele: Deu porque quis, era só para abaixar seu facho. Parece que gostou muito.
Ela: Gostar não, amei. Agora quero sempre. Olha os meus peitos. Ele quase arranca os bicos. Da próxima vai ficar lá. Vai ver ele me arrombar. Passa a mão na minha xoxota, olha o tamanho e a vermelhidão dela. Seu filho de uma puta. Era só fazer a porra do implante. Preferiu me deixar conhecer outro pau. Com 59 anos me entregou para outro macho. Seu desgraçado. Agora eu quero mais. Quero dar para ele sempre que puder. Com você com implante ou não. Vai chupar minha buceta esporrada fdp. Ele é muito bom. Me fez gozar várias vezes. Corno desgraçado. Corno, corno.
Ele ameaçou, levantar a mão para ela.
Ela: Faz isso corno, faz e não me vê nunca mais.
Eu não sabia como agir. O silêncio imperou. Em casa eu não sabia me comportar. Dormi cedo. No outro dia encontrei com Cleber. Ele me tratou normal. Disse que tudo estava calmo. Mais tarde encontrei Aparecida. Ela falou que na confusão esquecemos de colher as mandiocas. Foram 2 semanas tranquilas. A único coisa ruim era que agora eu tinha tesão na Aparecida. E não era pouco. Num belo dia dentro da padaria encontro com ela. Tudo normal.
Ao sairmos ela disse: Amigo, estou com tesão. Toda vez que te vejo molho a xoxota. Toda vez. Pedi ele para repetir. Ele concordou. Me fale o melhor dia para você.
Eu: Agora, estou com muito tesão em você.
Ela riu e disse que seria daí a dois dias. Precisava de um tempo para se depilar. Disse que queria tudo.
Perguntei se ia ser como da última vez.
Ela: Ele está pensando se vai ter coragem de ver. Ontem fiz ele gozar só falando como você me fodeu gostoso. Quer virar corno mansinho.
Ele assiste, chupa a xoxota e o cu esporrado dela. Quando gozo na boca ele beija. Quando gozo nos peitos ele lambe tudo.
Ela o faz gozar com seu pinto quase murcho. Quando estou lá com eles, ela não usa mais calcinha. Me dá na hora que ela quer. Até com minha mulher lá, ela arruma um jeito de me dar. Aí ele sempre fica vigiando. Estou trepando nela mais do que trepo na minha mulher. Minha mulher nunca teve ciúmes de mim, ela tem. Já dormi lá com eles. Ela pede para ele ir para o outro quarto (ele ronca) e me dá a noite toda. Só me da tempo de descansar. Durante o dia ele fica na lida e nós dormindo.
Fim.

paulopinto