Primeira Vez na Casa de Swing

Depois de nossa aventura com o personal trainer, Fernanda e eu ficamos muito mais próximos, mais cúmplices, mais amigos. Nosso casamento ganhou um reforço de peso: a cumplicidade e o segredo. Certo dia Fernanda me disse:
- amor, eu gostei tanto, me senti tão bem com você vendo o meu prazer com outro e sentindo prazer com isso. Quero que me leve a uma casa de swing, mas tem uma regra: você não pode ficar com outra mulher, só eu posso estar com outro cara (com você vendo ou participando, lógico)!
Aquela proposta repentina, partindo de Fernanda, já me deixou de pau duro. Eu, já com imagens na cabeça, disse a ela:
- então vamos hoje à noite. Quero que você trepe muito gostoso com quem você escolher, e eu nem sequer vou olhar para outra mulher, pois você me satisfaz totalmente.
No horário combinado, saímos. Dirigi por aproximadamente 1 hora e meia até São Paulo, onde abundam casas de swing, principalmente em Moema. Fernanda foi chupando minha piroca por todo o trajeto, pouco ligando para as câmeras da estrada. Chegamos ao local e entramos, luzes baixas e o som pulsante do lounge pareciam compassados com a batida do meu coração. Eu segurava o copo de cerveja sem álcool (queria estar 100% sóbrio para me deleitar com Fernanda) com os dedos levemente trêmulos, não de medo, mas de uma antecipação elétrica que eu vinha cultivando desde a visita do personal. Ao meu lado, minha amada esposa, Fernada, estava deslumbrante em um vestido de seda preto que parecia flutuar sobre suas curvas.
Sempre fomos cúmplices, mas aquela noite era o ápice de nossas confissões mais profundas. Eu sempre soube que ver Fernanda nos braços de outro homem não seria uma perda, mas o maior troféu da minha devoção a ela. Só quem ama realmente é capaz de aceitar que a mulher não é uma propriedade, que ela, assim como nós homens, tem desejos, vontades, segredos...
Não tardou nada para que o ambiente fizesse sua mágica. Perto do bar, um homem alto, creio que 1,85m, negro como ébano, de ombros largos e um olhar que exalava uma confiança calma, começou a conversar conosco. Ele se apresentou como Ricardo. O diálogo fluiu sem esforço, mas a tensão sexual entre ele e Fernanda era quase palpável. Fernanda nunca tinha trepado com um negro, mas também nunca escondeu que sentia muita vontade. Em muitas ocasiões, em passeios, parques, lojas, restaurantes, percebi ela olhando com interesse para homens negros. Sempre notei que ela olhava principalmente para a bunda e para o volume na frente da calça.
Agora, aquele homem negro, elegante e confiante vinha ao encontro das aspirações dela. Eu observava, em silêncio, como as mãos dele gesticulavam e como os olhos de Fernanda brilhavam a cada palavra. Quando Ricardo pousou a mão discretamente na cintura dela, senti um nó de excitação apertar meu peito. Ele olhou para mim, pedindo permissão em silêncio, e eu apenas assenti com um leve sorriso e um meneio de cabeça.
Subimos para um dos quartos privativos. O ambiente era luxuoso, com espelhos no teto e uma iluminação avermelhada que deixava tudo com um ar pecaminoso. Ricardo não perdeu tempo. Assim que a porta se fechou, ele puxou Fernanda para um beijo intenso.
Eu me despi, fiquei completamente nu e me sentei na poltrona estrategicamente posicionada no canto do quarto. Minha função ali era clara: eu era o espectador privilegiado do prazer dela.
Ricardo começou a despir Marina com uma calma torturante. Cada peça de roupa que caía no chão revelava a pele dela, que parecia brilhar sob a luz vermelha. Ele a conduziu até a cama. Fernanda olhou para mim, seus olhos suplicantes e cheios de desejo, buscando minha aprovação enquanto as mãos de Ricardo exploravam seu corpo.
Ele já nu, botou ela para mamar. Fernanda quase desfaleceu ao ver aquele pau grande, grosso e preto ali à frente de sua boca. Sem se fazer de rogada, ela abocanhou aquele falo e mamou com gosto . Ah, e como era deliciosa a mamada dela... eu sou testemunha viva disso. Com o pau já melado, tanto pelo pré gozo quanto pela saliva deliciosa de Fernanda, Ricardo pôs dois travesseiros na cama e deitou-a de bruços sobre eles, deixando-a de bundinha arrebitada para cima. Aquela posição deixava sua bucetinha bem à mostra, no jeito de ser penetrada, e também exibia seu delicioso rabinho... ah... que rabinho!!! Ricardo então aproximou sua verga dura da xoxotinha dela, ela suspirou alto, pois nunca tinha encarado uma rola daquele tamanho. Ele então encostou e empurrou a enorme glande vermelha naquela bucetinha apertada. Fernanda deu um gritinho e ele, ignorando, enfiou tudo e começou a socar com gosto. Os olhos de Fernanda brilhavam de tesão.
Ver um estranho possuir minha esposa com tamanha autoridade era o combustível que eu precisava. O som dos gemidos dela, ecoando pelo quarto, misturava-se ao ritmo dos corpos se encontrando.
Ricardo era vigoroso, e Marina respondia a cada toque com uma entrega que eu nunca tinha visto antes. Em certo momento, ele parou e me chamou para perto. Aproximei-me, ficando à beira da cama. Ele a segurava pelos quadris enquanto ela olhava fixamente nos meus olhos.
"Veja como ela gosta, veja como ela é minha agora," ele sussurrou, enquanto continuava o ritmo frenético.
Eu não conseguia tirar os olhos da cena. O suor brilhava em seus corpos, e o cheiro de sexo e perfume caro preenchia o ar. Quando o ápice chegou para ambos, o grito de Fernanda foi como música para meus ouvidos, ela gozava como se não houvesse amanhã. Por fim, ela desabou sobre o peito dele, exausta, enquanto eu, ali punhetando loucamente o meu pau, duro como ferro, gozei loucamente. Aí me ver gozando, Fernanda levantou e veio rapidamente em minha direção e limpou meu pau com a língua, ensaiando um boquete. Eu sentia que nossa conexão nunca fora tão forte.
Saímos daquela casa nas primeiras horas da manhã. No carro, o silêncio era preenchido apenas pelo som da respiração dela e pelo toque da mão dela na minha coxa. O silêncio no carro, no caminho de volta, era denso, carregado de uma eletricidade que ainda não tinha se dissipado. Fernanda estava encostada no banco do carona, com o olhar perdido nas luzes da cidade que passavam rápidas pelo vidro.
Eu dirigia com uma mão no volante e a outra apertando o joelho dela, sentindo a pele ainda quente.
"Você está bem?", perguntei, minha voz saindo mais rouca do que eu esperava.
Ela virou o rosto devagar, um sorriso de canto de boca iluminado pelos postes da avenida.
- Melhor do que nunca. Eu ainda consigo sentir as mãos dele em mim... e o seu olhar. Ver você me assistindo daquele jeito, sem desviar os olhos por um segundo... foi o que mais me excitou.
Reduzi a velocidade, entrando na nossa rua. O contraste entre a adrenalina da casa de swing e a paz do nosso bairro tornava tudo ainda mais proibido.
Assim que entramos em casa, a porta mal se fechou e eu a prensei contra a parede. Não havia mais Ricardo, não havia mais espectadores. Éramos apenas nós dois, mas o que tinha acabado de acontecer estava ali, preenchendo o corredor.
- Ele foi forte com você?, sussurrei no ouvido dela.
Marina fechou os olhos, revivendo a cena.
- Sim. Ele não pediu licença. Ele me usou exatamente como você queria que ele usasse. Eu me senti... um objeto de prazer para vocês dois."
Fomos para o nosso quarto, mas a cama parecia diferente agora. O cheiro do perfume de Ricardo ainda estava impregnado no cabelo dela, e eu fiz questão de não deixá-la tomar banho imediatamente.
Eu precisava daquela prova física. Precisava saber que, embora outro homem a tivesse possuído, ela voltava para mim para me contar cada detalhe, cada sensação, transformando a "traição" consentida no combustível supremo da nossa intimidade e companheirismo.
- Amanhã vamos conversar sobre a próxima vez, ela disse, antes de adormecer exausta no meu peito.
Eu fiquei acordado por um longo tempo, olhando para o teto, sabendo que nossa vida de casados tinha acabado de ganhar vida nova, vibrante e viciante.
Foto 1 do Conto erotico: Primeira Vez na Casa de Swing

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256261 - Nossa Primeira Vez - Categoria: Cuckold - Votos: 12

Ficha do conto

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Nome do conto:
Primeira Vez na Casa de Swing

Codigo do conto:
256379

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
07/03/2026

Quant.de Votos:
3

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