Nossa Primeira Vez

É o primeiro conto que estou escrevendo. Demorei para publicar um conto porque eu não queria contar uma história inventada, mas sim uma história vivida, uma experiência real. E esta foi nossa primeira vez. Real, muito real. Vínhamos conversando sobre isso havia meses, primeiro como uma piada, depois como fantasia sussurrada na cama, depois como um plano sério, bem sério, mas meio assustado, misturando tesão, medo, adrenalina e vergonha. Moramos no interior de SP, numa cidade de médio porte. Me chamo Marcos e minha esposa, minha amada esposa, Fernanda. Era uma sexta-feira chuvosa, o tipo de noite em que o mundo lá fora parece sumir. Rafael era o personal trainer que atendia minha mulher há quase um ano. Alto, ombros largos, sorriso fácil, sempre com aquele ar de quem sabe exatamente o que está fazendo. Eu sempre notei que ele olhava muito para ela durante as aulas online, num olhar que denunciava mais do que profissionalismo. Eu via como ela corava e ria mais alto quando ele elogiava o shape dela. E eu… eu sentia um frio na barriga que não era só ciúme. Nós o convidamos para um “jantar casual” em casa. Nada explícito na mensagem. Só “vem tomar um vinho, relaxar, ver um filme conosco”. Ele respondeu com um emoji de fogo e um “pode deixar”. Quando a campainha tocou, meu coração batia tão forte que eu achei que ia sair pela boca. Abri a porta com as mãos suando. Rafael entrou sorrindo, apertou minha mão, deu um beijo no rosto de Fernanda, demorado demais, o suficiente pra eu notar que ela fechou os olhos por um segundo a mais. Tá tudo bem aí, Marcos?, ele perguntou, olhando direto nos meus olhos, como se já soubesse. Eu acenei com a cabeça , dizendo que sim. O jantar foi estranho no começo, conversa sobre academia, sobre o trabalho dela, sobre o tempo. Mas ninguém estava realmente prestando atenção nas palavras. Os olhares diziam tudo. Ela mexia no copo de vinho com os dedos trêmulos. Eu mal tocava na comida. Rafael comia devagar, tranquilo, como quem tem todo o tempo do mundo. Em certo momento ela, prosseguindo com nosso intuito, se inclinou para ele, passou o polegar no canto da boca dele onde um pouco de molho tinha ficado.
— Você sempre foi assim desleixado? — brincou, voz baixa.
Ele riu nervoso, mas não desviou o olhar. Eu notei o peito dele subir e descer mais rápido.
— Quer saber se eu sou desleixado em outras coisas também? — ele respondeu, tentando soar provocador, mas a voz saiu fina, quase infantil.
Minha esposa sorriu devagar, e com certa malícia respondeu:
— Quero ver.
Ele se levantou, estendeu a mão pra ela. Ela olhou pra mim. Seus olhos estavam enormes, brilhando de medo e desejo ao mesmo tempo. Eu senti a boca seca. Assenti uma vez, quase imperceptível. Ele pegou a mão dela e passou a mão pela coxa, ela tremeu. Nós três subimos as escadas em silêncio. No quarto, a luz do abajur deixava tudo meio dourado, meio irreal. Rafael parou no meio do quarto, olhou pra mim que me sentei na poltrona do canto. Fernanda puxou-o em direção à cama e ele, receoso, olhou para mim, como que pedindo permissão. Acenei positivamente com a cabeça e foram os dois para a cama. Ah, como eu desejava ver aquilo, minha amada esposa deliciosa sendo desejada e possuída por outro homem. Era um desejo antigo, só quem sente entende. Ele puxou ela pra perto, beijou devagar. Primeiro só lábios. Depois língua. As mãos dele desceram pelas costas dela, apertaram a bunda por cima do vestido. Ela gemeu baixinho na boca dele - um som que eu conhecia, mas que agora parecia pertencer a outra pessoa. Senti meu pau endurecer contra a calça, nunca tinha visto minha rola tão dura, puro ferro. Mas ao mesmo tempo uma vergonha ardente me subiu pelo pescoço. Ela olhou pra mim por cima do ombro dele enquanto ele abria o zíper do vestido. O tecido caiu no chão. Ela estava só de calcinha preta. Sem sutiã. Os mamilos já duros, apontando pro teto. Rafael passou os polegares neles, devagar, vendo ela arquear as costas.
- Caralho, que peitos maravilhosos…, murmurou ele, como quem pensasse alto.
Eu senti um aperto no peito. Ciúme puro! Mas o tesão era maior. Ele a deitou na cama de barriga pra cima. Tirou a camisa, mostrando o abdômen definido que ela via nas fotos do Instagram dele. Ela tocou o peito dele com as duas mãos, como se estivesse descobrindo algo novo. Ele desceu beijando o pescoço, os seios, a barriga. Quando chegou na calcinha, puxou devagar com os dentes. Ela levantou o quadril pra ajudar, tremendo inteira.
Rafael abriu as pernas dela. Olhou pra buceta dela exposta, molhada, brilhando. A essa altura, ele já mais solto e sentindo-se mais à vontade, olhou pra mim - que continuava sentado apreciando a cena - e disse, sem tirar os olhos dela:
- olha, Marcos, que tesão! Tá pingando. Nunca vi uma mulher tão molhada só de ser olhada, e poucas vezes vi uma buceta tão convidativa.
Eu engoli em seco. Era verdade! Ela nunca ficava assim comigo na hora H. Nunca!
Ele lambeu devagar, da entrada da xoxotinha até o clitóris. Ela deu um pulo na cama, tapou a boca com a mão pra não gritar alto. Rafael riu contra a pele dela.
- Pode gemer, gostosa. Nós gostamos de ouvir ouvir, não é, Marcos?
Movi a cabeça concordando.
Ela olhou pra mim, olhos marejados.
— Amor… tá tudo bem?
Eu consegui falar, voz rouca:
— Estou ótimo, amor, continua… por favor.
Rafael tirou a calça. O pau dele saltou livre - grosso, comprido, veias marcadas. Maior que o meu. Bem maior. Ela arregalou os olhos, mordeu o lábio, moveu-se de um jeito que nunca vi, até alcançar a rola dele com a boca, começando a lamber a cabeça e depois chupando de alto a baixo com sofreguidão. - Que delícia!!! - disse ela.
Então ele mudou de posição,se posicionou entre as pernas dela, esfregou a cabeça na entrada molhada, só provocando. A bucetinha já pingava nessa hora.
- Quer mesmo isso? perguntou ele, olhando pra ela, mas também pra você.
Ela assentiu rápido, quase desesperada.
— Quero… quero sentir você dentro de mim.
Ele empurrou devagar. A cabecinha entrou. Ela prendeu a respiração. Ele continuou, centímetro por centímetro. Quando estava todo dentro, ela soltou um gemido longo, quase choroso.
— Meu Deus… tá muito fundo… — sussurrou.
Rafael começou a mexer. Devagar no começo. Depois mais forte. Cada estocada fazia os seios dela balançarem. Ela olhava pra você o tempo todo, como se precisasse da sua aprovação a cada segundo. Você estava com a mão dentro da calça, se tocando devagar, sem conseguir parar.
— Fala pra ele… — Rafael grunhiu, acelerando — fala como tá gostando.
Ela demorou pra conseguir falar, e entre gemidos cortados, e me disse:
— Tá… tão bom, amor… ele tá me abrindo toda… nunca senti assim… me perdoa… mas eu tô adorando dar pra outro…
Eu gozei na cueca só de ouvir aquilo. Vergonha, tesão, adrenalina, ousadia, tudo misturado numa bagunça quente e confusa.
Rafael não parou. Pôs ela de quatro, mesmo sem saber que era a posição preferida dela, a que ela mais gozava enfiou e socou, continuou socando até que ela gozou gritando, corpo convulsionando. Ele saiu de dentro dela no último segundo, gozou forte na bunda e nas costas dela, jatos grossos e quentes.
O silêncio que veio depois foi ensurdecedor.
Ela estava ofegante, olhando pro teto. Rafael se levantou e se sentou numa outra poltrona . Eu levantei com o pau duro, coração disparado. E olhei pra ela ali, linda, maravilhosa, satisfeita.
Ela estendeu a mão na minha direção.
- Vem cá, amor…
Fui, me deitei ao outro lado dela. Ela me beijou devagar, com gosto de vinho e de outra boca.
Então, ela vendo que eu estava de pau duro novamente, ela me fez um boquete maravilhoso até eu gozar e encher a boca dela de porra.
Depois sussurrou no meu ouvido com a voz tremendo:
- Eu te amo… te amo muito. Obrigada por me deixar viver isso pela primeira vez.
Rafael riu baixo de onde estava e disse.
- Primeira de muitas, né?
Ela não respondeu. Só apertou minha mão com força. E eu, com o peito apertado e o corpo ainda tremendo, soube que sim. Que era só a primeira de muitas. Pois eu sentia que, apesar do medo, da vergonha, do ciúme que ainda queimava - eu queria mais, muitas vezes mais. Ela também, por sua vez, que nunca havia sentido tanto prazer, liberdade e poder, queria muito mais. Espero que curtam o nosso conto, nossa aventura real. Certamente voltarei contando outras mais. Daqui a uns dias vou postar algumas fotos da Fernanda, minha esposa amada. Até.

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Comentários


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alegomes Comentou em 06/03/2026

Conto bem escrito. Foram ao limite dos sentidos, parabéns pela coragem e desprendimento. Que venham mais contos, por favor.

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lozo Comentou em 06/03/2026

Nossa amigão, que delicia de conto, maravilhoso, seu depoimento, sua estória é linda pois mesmo sentindo ciúmes, apreensão você deixou fazer o que deveria ser feito e queria que fosse feito, isso sim é ter amor pela esposa, ter carinho por ela e fazer ela se sentir mulher amada em toda sua plenitude, meus parabéns. votado e aprovado




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico grisalhoalto72

Nome do conto:
Nossa Primeira Vez

Codigo do conto:
256261

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
05/03/2026

Quant.de Votos:
6

Quant.de Fotos:
0