Como vocês sabem, meu nome é Fernanda e eu adoro ser a putinha do meu marido. Ontem à noite foi uma daquelas noites que eu mais amo. O Marcos tinha combinado tudo com o Rodrigo, um amigo dele bem dotado, daqueles que quando tira a roupa a gente já sabe que vai ser bem servida. Eu estava nervosa de um jeito bom, aquela ansiedade gostosa que deixa a buceta latejando antes mesmo de começar. Chegamos no nosso apartamento e o Rodrigo já estava sentado no sofá, sorrindo com aquele olhar de quem sabe que vai me foder bem gostoso. O Marcos me deu um beijo na boca, apertou minha bunda e sussurrou no meu ouvido: — Vai, amor. Mostra pra ele como você fica safada. Eu sorri, tirei o vestido devagar, ficando só de calcinha fio-dental preta e salto alto. Os dois me olharam com fome. Sentei no colo do Rodrigo primeiro, sentindo logo o volume duro dele pressionando minha bunda. Beijei ele com língua, enquanto o Marcos se acomodava na poltrona ao lado, já abrindo a calça e começando a se tocar devagar. — Tira essa calcinha dela, Rodrigo — pediu meu marido, a voz rouca de tesão. O Rodrigo não perdeu tempo. Puxou o fio-dental pro lado e enfiou dois dedos grossos na minha buceta, que já estava encharcada. Eu gemi alto, rebolando no colo dele. — Caralho, ela tá pingando, que delícia!!! — ele disse, rindo. Eu me levantei só pra tirar a calcinha e voltei, agora de frente pra ele. Abri o zíper da calça dele e tirei aquele pauzão grosso, venoso, com a cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Lambi devagar, olhando pro Marcos, que se masturbava mais rápido agora. Depois enfiei na boca, chupando com vontade, babando tudo, fazendo barulho de puta safada. Rodrigo segurou meu cabelo e começou a foder minha boca. Eu engasgava, babava, mas não parava. Queria ele bem molhado. — Vem, senta na rola dele, amor — pediu o Marcos, a voz tremendo de excitação. Eu subi no Rodrigo, segurei aquele pauzão e desci devagar, sentindo ele me abrir inteira. Gemi alto quando ele entrou todo. Comecei a cavalgar, subindo e descendo, rebolando, batendo a bunda na coxa dele. Meus peitos balançavam na cara dele e ele chupava meus mamilos com força. O Marcos se levantava um pouco da poltrona pra ver melhor o pau do amigo entrando e saindo da minha buceta molhada. Eu olhava pra ele e falava bem safada: — Tá gostoso ver ele me fodendo, né amor? Olha como ele me abre... Rodrigo me pegou pela cintura e começou a meter mais forte, batendo fundo. Eu gritava de prazer, gozando pela primeira vez rapidinho, esguichando um pouco no pau dele. Ele não parou. Virou comigo de quatro no sofá, me segurou pelo cabelo e meteu com força, fazendo barulho de pele contra pele ecoar pela sala. — Porra, que buceta gulosa da sua esposa, Marcos — rosnava ele. Eu olhava pro Marcos, que estava com o pau na mão, batendo bem rápido, o olhar vidrado na gente. — Vem gozar em mim, Rodrigo... Quero sentir tua porra quente... Ele meteu mais umas vezes e puxou o pau pra fora. Eu virei rápido, abri a boca e ele jorrou. Foi muito gozo. Jatos grossos, brancos, quentes, batendo na minha língua, no meu rosto, escorrendo pelos meus peitos. Eu gemia, lambendo o que conseguia, me sentindo a maior vadia do mundo. Adoro me sentir uma puta vadia! Mal ele terminou de gozar e o Marcos já veio pra cima de mim. Ele me beijou com tudo e me deitou no sofá. Abriu minhas pernas e enfiou o pau dele na minha buceta toda melada de porra e gozo meu. — Caralho, amor... tá tão aberta e quente... — gemeu ele, metendo com vontade. Eu estava louca de tesão. Abraçava ele, arranhava suas costas e falava no ouvido: — Ele me fodeu gostoso, né? Agora é tua vez... goza dentro de mim também... O Marcos meteu fundo, gemendo alto, e gozou forte dentro de mim. Senti os jatos quentes enchendo minha buceta, misturando com tudo que já tinha ali. Eu gozei de novo junto com ele, tremendo inteira, apertando ele com a buceta. Ficamos os três ofegantes na sala. Eu toda melada de porra — no rosto, nos peitos, escorrendo pela coxa. O Marcos me beijou com carinho e sussurrou: — Você é perfeita, meu amor. Amo você! Eu sorri, ainda sentindo o pau dele amolecendo dentro de mim. — E isso foi só o começo da noite... ainda quero mais...
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