A Janela Aberta...

Antes da nossa primeira aventura, sempre soube que o meu tesão não era exatamente comum.
Não era só querer ver a esposa nua — era querer que outras pessoas a vissem nua. Quanto mais olhares, mais forte a onda de calor que subia pela minha espinha e concentrava tudo no meu pau latejando dentro da calça.
Fernanda descobriu isso no segundo ano de casados.
Numa noite de bebedeira em um bar na cobertura, eu pedi, meio gaguejando:
— Amor… e se eu abrisse um pouco mais a cortina agora?
Ela riu, achou que era brincadeira. Mas quando viu meus olhos vidrados, a respiração curta e minha mão já apertando o volume por cima do jeans… entendeu que não era.
Daquela noite em diante, virou ritual.
A sala do nosso apartamento era no 11º andar, mas no prédio da frente ficava um escritório que funcionava até tarde. As luzes ficavam acesas até umas 22h, 23h. E as janelas eram grandes, sem persianas. Dava pra ver tudo se alguém quisesse olhar.
Eu escolhia a hora certa.
Desligava quase todas as luzes da sala, deixava só o abajur de canto aceso, aquele de luz âmbar bem quente. Colocava uma música baixa, lenta, daquelas que Fernanda gosta de dançar pelada. E então eu sentava na poltrona de couro, pernas abertas, mão já dentro da cueca, e dizia:
— Tira tudo devagar, amor. Como se soubesse que tem alguém olhando.
Na primeira vez, ela começou tímida.
Hoje em dia ela entra no jogo com vontade.
Às vezes até provoca mais do que ele pede.
Ontem à noite foi uma das melhores.
Ela estava de vestido preto justo, sem sutiã.
Entrou na sala já descalçando o salto, olhando direto pra ele.
Sem dizer nada, subiu no sofá de frente pra janela, de costas pra mim.
Levantou o vestido devagar até a cintura, mostrando a calcinha fio-dental vermelha que ele tinha comprado na semana passada.
— Assim? — perguntou, olhando por cima do ombro.
Eu só conseguiu assentir. O pau já doía de tão duro.
Ela deixou o vestido cair no chão.
Ficou só de calcinha, os seios pesados balançando levemente enquanto se virava de frente pra janela.
Passou as mãos pelos próprios mamilos, apertando devagar, depois desceu uma mão pela barriga até roçar por cima do tecido fino entre as pernas.
Do outro lado da rua, três janelas acesas.
Numa delas, um homem de camisa social ainda estava na mesa, olhando pro celular.
Na outra, uma mulher jovem falando no telefone, andando de um lado pro outro.
Eu não fazia ideia se eles estavam olhando, mas a simples possibilidade me fazia tremer inteiro.
Fernanda se abaixou devagar, empinando a bunda na direção da janela, enganchou os polegares na calcinha e desceu o tecido bem devagar, deixando a bunda se abrir aos poucos, mostrando tudo.
Quando a calcinha chegou nos tornozelos, ela abriu as pernas um pouco mais e passou dois dedos entre os lábios molhados, separando-os de leve.
— Tá vendo como eu tô molhada só de imaginar alguém olhando? — sussurrou.
Eu gemi, quase gritei de tesão.
Já estava me masturbando com força, sem conseguir disfarçar.
Ela se virou de frente, sentou na borda do sofá, abriu bem as coxas. Uma mão brincando com o clitóris em círculos lentos, a outra apertando o seio esquerdo.
Olhou direto pra mim e falou baixo:
— Quer que eu goze olhando pra janela ou quer que eu goze olhando pra você enquanto penso que tem alguém me comendo com os olhos?
Eu não aguentei responder com palavras, levantei rápido, fui até ela, segurei pelos cabelos com firmeza e puxei a boca dela pro meu pau.
Fernanda engoliu tudo de uma vez, gemendo com a boca cheia, sem tirar os olhos da janela.
Do outro lado da rua, o homem da camisa social tinha largado o celular.
Estava parado, olhando fixo.
Eu senti a gozada vindo como uma onda violenta.
Segurei a nuca dela com mais força, meti fundo na garganta e gozei gemendo alto, meu corpo todo tremendo.
Enchi a boca dela de porra que ela sofreu como se fosse o néctar da juventude.
Quando terminou, Fernanda se afastou devagar, com os lábios brilhando, um fio de porra escorrendo no queixo.
Olhou pra janela, sorriu de leve, e mandou um beijo no ar.
Depois se levantou, nua, suada, ainda ofegante.
Caminhou até a janela, encostou os seios no vidro frio e ficou ali alguns segundos, de propósito, deixando o corpo marcado pela condensação.
Eu desabei no sofá, coração disparado, pau ainda meia-bomba pingando.
Ela voltou, sentou no meu colo, beijou minha boca com gosto de porra e sussurrou no ouvido:
— Amanhã a gente deixa a cortina inteira aberta, tá?
Quero ver se alguém bate palma.
Eu ri, a abracei forte e respondi, com a voz ainda tremendo:
— Pode deixar. Mas só se você prometer gozar olhando pra mim… enquanto pensa neles.
Ao mesmo tempo me enlouquecia de tesão a ideia de que lá, naqueles escritórios, pudesse haver alguém se punhetando e gozando em homenagem a minha esposa.
Ela mordiscou minha orelha e cochichou:
— Combinado, meu tarado.
Rimos baixo, já imaginando a próxima janela, o próximo olhar, o próximo gemido que não seria só nosso.
Depois daquela noite na janela, nosso tesão não parou de crescer.
Era como se cada olhar distante tivesse aberto uma porta que não dava mais pra fechar.
Na semana seguinte, depois de uma trepada daquelas, deitados na cama suados e ainda ofegantes, peguei meu celular e mostrei a tela pra ela.
— Amor… e se a gente postasse algumas fotos suas?
Tipo, num site de contos eróticos. Anônimo, claro, com nomes trocados, só pra ver o que o pessoal fala.
Fernanda ergueu uma sobrancelha, mas o sorriso safado já estava nascendo nos lábios.
— Você quer mesmo me expor assim? Fotos minhas pelada, de quatro, de pernas abertas… pra desconhecidos baterem uma pensando em mim?
Balancei a cabeça positivamente e devagar, meu pau já endurecendo só de imaginar.
— Quero. Quero ler cada comentário. Quero saber quantos caras gozaram olhando pra sua buceta molhada.
Ela riu baixo, mordeu o lábio e respondeu:
— Então vamos. Mas você escolhe as poses… e eu decido até onde vai.
No dia seguinte, começamos.
Tirei dezenas de fotos com o celular, luz natural da janela, sem rosto visível — só o corpo dela, curvas perfeitas, pele arrepiada de tesão.
Fernanda de quatro na cama, bunda empinada, olhando pra trás com cara de quem sabe exatamente o que está provocando.
Outra deitada de costas, pernas bem abertas, dedos separando os lábios rosados e brilhantes.
Uma sentada na cadeira, se masturbando devagar, mamilos duros apontando pro teto.
Postamos no site.
A reação foi imediata e avassaladora.
Em poucas horas, os comentários explodiram.
“Que buceta perfeita, cara… já gozei duas vezes só olhando.”
“Marido sortudo do caralho. Quero ver ela gozando na minha boca.”
“Adoraria ver vocês num swing. Tragam ela pro clube, a gente cuida bem.”
“Hotwife dos sonhos. Aceita cornolovers? Quero mandar vídeo batendo uma pra foto dela de quatro.”
E não parava aí.
Mulheres também entraram na onda.
Muitas bi, loucas pra provar.
“Gatinha, deixa eu mamar esse grelinho até você tremer. Imagina minha língua rodando enquanto seu marido assiste?”
“Quero sentar na sua cara e te fazer gozar enquanto ele filma tudo.”
“Me manda DM, amor. Quero lamber você inteira até você gozar.”
Eu lia tudo em voz alta pra ela, deitado na cama, enquanto Fernanda se tocava devagar.
Cada elogio fazia ela gemer mais alto.
Cada convite safado me fazia apertar o pau com mais força.
— Olha esse aqui — dizia eu. — “Queria ver ela sendo fodida por dois ao mesmo tempo. Vocês topam?”
Fernanda se virou de bruços, empinou a bunda e olhou pra mim por cima do ombro.
— E você, amor? Topa me ver sendo devorada por outra mulher? Ou por um cara que eu escolher?
Eu me joguei em cima dela, meti de uma vez, fundo, sem preliminares.
— Topo tudo. Contanto que você goze pensando que tem plateia. Que tem gente babando por você.
Ela gemeu alto, me apertando por dentro, enquanto respondia entre arfadas:
— Então posta mais. Muito mais fotos.
Quero que o mundo inteiro saiba como eu fico molhada quando me exibo.
Então continuamos.
Fotos novas toda semana.
Vídeos curtos, sem som, só o corpo dela se contorcendo de prazer.
Convites chegavam aos montes — swingers, casais, solteiros, solteiras.
Alguns educados, outros bem diretos e chulos.
Fernanda começou a responder alguns em particular, só pra provocar Lucas.
Mandava áudio gemendo o nome de um estranho, ou foto close do clitóris inchado com legenda: “Pensando em você mamando isso.”
Eu gozava só de ler as mensagens.
E toda vez, depois de ler os comentários, transávamos como loucos — eu contando quantos caras (e quantas minas) estavam loucos por ela, ela gemendo que queria realizar pelo menos um daqueles desejos.
— Um dia a gente vai — ela sussurrou uma noite, ainda com meu pau dentro, latejando.
— Escolhe um casal. Ou uma mulher. Ou os dois.
E você assiste tudo… enquanto eu gozo pra plateia de verdade.
Apertei a bunda dela com força e respondi, quase gozando de novo:
— Combinado, minha puta exibida.
Mas só se no final você voltar pra mim…   ainda querendo mais.
Ela riu, me apertou por dentro e gozou forte, imaginando exatamente isso.
E o nosso perfil?
Continuava crescendo.
Mais fotos. Mais elogios. Mais convites.
Mais tesão.
E a cortina?
Aquela da sala?
Nunca mais se fechou de verdade, ao menos enquanto moramos ali.
Depois mudamos para uma casa térrea, um sobrado onde moramos até hoje. Estamos esperando aparecer uma boa oportunidade.
Foto 1 do Conto erotico: A Janela Aberta...

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Comentários


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kzdo- Comentou em 14/03/2026

Nossa que linda bucetinha peludonha uma delícia...




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Ficha do conto

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Nome do conto:
A Janela Aberta...

Codigo do conto:
256878

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
14/03/2026

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