Fernanda, minha esposa, bela como uma deusa, a minha deusa, e gostosa como uma puta, a minha puta decidiu que naquela noite eu não ia só olhar. Ela me olhou com aqueles olhos de vadia safada, mordeu o lábio inferior e sussurrou bem baixinho, só pra eu ouvir: — Hoje você vai participar, amor. Quero sentir você me comendo enquanto eu cuido deles. O Lucas e o Pedro estavam pelados no sofá, paus grossos e duros latejando. Fernanda tava de quatro no chão, vestindo só uma calcinha fio-dental preta enfiada no meio da bunda empinada, os peitos grandes balançando enquanto ela alternava chupando um e depois o outro, babando gostoso. Eu me aproximei, tirei a roupa e me ajoelhei atrás dela. Puxei a calcinha pro lado e meti dois dedos na buceta dela — tava encharcada, quente, escorrendo mel. Ela gemeu alto, abafado pelo pau do Lucas. — Caralho, que buceta gulosa — eu rosnei, e enfiei meu pau de uma vez até o fundo. Fernanda soltou um gemido rouco e empinou mais a bunda, tomando tudo. Comecei a meter forte, estocadas fundas e ritmadas, sentindo a buceta dela apertar meu pau. Enquanto isso, ela mamava os dois paus com fome, engasgando, olhos lacrimejando de tesão. — Isso, fode sua puta — ela disse entre uma chupada e outra. — Mete bem fundo nessa buceta que já levou porra dos dois hoje mais cedo. Segurei os quadris dela com força e socava cada vez mais rápido, as bolas batendo na carne molhada. Depois de um tempo metendo gostoso, eu puxei o pau, dei um tapa forte na bunda dela e mandei: — Deita de lado, vadia. Ela obedeceu. Abri bem as pernas dela e voltei a comer aquela buceta quente, agora olhando pra cara dela enquanto os dois paus batiam em seu rosto e boca. Meti fundo, esfregando o clitóris dela, sentindo ela tremer e gozar apertando meu pau. Quando ela ainda estava gozando, eu tirei o pau melado da buceta e encostei na rosinha apertada do cuzinho dela. Fernanda olhou pra trás com um sorriso safado e empinou mais. — Vai, amor... enfia no meu cu. Cuspi na cabeça do pau e forcei devagar. O cuzinho dela era apertado pra caralho, mas cedeu aos poucos até eu entrar inteiro. Ela soltou um gemido longo e rouco, quase um grito abafado pelo pau do Pedro que enchia sua boca. Comecei a comer o cuzinho dela com vontade, metendo cada vez mais fundo e mais forte, enquanto ela continuava chupando os dois como uma puta desesperada. O Lucas gozou primeiro, enchendo a boca dela de porra. Fernanda engoliu o que pôde, o resto escorrendo pelo queixo e pingando nos peitos grandes. Eu não parei. Segurei aquela bunda macia e meti cada vez mais fundo no cuzinho apertado, sentindo ele latejar em volta do meu pau. O Pedro também gozou, pintando o rosto e a língua dela. — Vou gozar no seu cu, Fernanda... vou encher ele todo. — Goza, amor! Enche meu cuzinho! Quero ficar pingando sua porra! Explodi dentro dela com força, jatos grossos enchendo aquele cuzinho apertado até transbordar. Quando tirei o pau, a porra branca escorreu devagar pelo cuzinho arrombado, misturando com o mel da buceta dela. Fernanda virou pra mim, rosto sujo de porra, sorriso safado e satisfeita: — Delícia... agora senta um pouco e fica olhando enquanto os dois me fodem mais. Depois eu quero você de novo, enchendo qualquer buraco que quiser. E a noite seguiu assim, cheia de putaria, com ela sendo bem usada e eu participando o tempo todo.
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