Estava exausto depois de um dia inteiro na estrada, viajando a trabalho. As reuniões tinham se estendido mais do que o esperado, e tudo o que eu queria era um hotel decente para descansar. Mas, como sempre acontece nessas viagens pelo interior, todos os hotéis bons estavam lotados. Sem opções, parei num motel de beira de estrada, daqueles de terceira categoria, com neon piscando e paredes finas como papel. Paguei pelo quarto mais barato, entrei, tranquei a porta e fui direto para o banho. A água quente aliviou um pouco a tensão nos músculos, mas o cansaço ainda pesava. Depois do banho, me joguei na cama velha, vestindo só uma cueca boxer, pronto para apagar. Foi aí que ouvi os primeiros sons. Gemidos baixos, vindos do quarto ao lado. No início, pensei que era a TV, mas logo percebi que eram reais – uma mistura de suspiros femininos e grunhidos masculinos. Meu coração acelerou. O motel era daqueles baratos, com isolamento acústico zero, e os sons vinham claros como se estivessem no meu quarto. Curioso, levantei e procurei a fonte. Na parede ao lado da cama, havia um quadro torto, daqueles baratos com uma paisagem genérica. Puxei ele um pouco e vi: um buraco pequeno, mal disfarçado, provavelmente feito por algum voyeur anterior. Meu pau já começou a endurecer só de imaginar. Espiei pelo buraco, ajustando o olho para focar no quarto vizinho, iluminado por uma luz fraca de abajur. Lá estavam eles: uma mulher linda, por volta dos 30 anos, com cabelos castanhos longos e um corpo curvilíneo, vestindo só uma lingerie preta rendada que mal cobria seus seios fartos e a bunda empinada. Ela estava de joelhos na cama, rindo baixinho enquanto dois homens a cercavam. Um era mais velho, talvez na casa dos 40, magro mas atlético, com um ar de marido submisso – o cuckold, sem dúvida. Ele estava sentado numa cadeira ao lado da cama, nu da cintura para baixo, com o pau semi-ereto na mão, assistindo tudo com um misto de excitação e humilhação nos olhos. O outro era mais jovem, uns 25 anos, musculoso, tatuado nos braços, com um pau enorme já duro e latejando – o comedor, o bull que eles tinham chamado para apimentar a noite. A mulher, que eu imaginei ser a hotwife, se inclinou para frente e pegou o pau do jovem na boca. Ela chupava devagar no início, lambendo a cabeça grossa como se fosse um sorvete, enquanto olhava para o marido. "Olha só, amor, como ele é grande... bem maior que o seu", ela provocou, com a voz rouca de tesão. O marido gemeu, apertando o próprio pau mais forte, mas sem se masturbar ainda – ele estava se guardando, obediente. O jovem bull riu, segurando os cabelos dela e empurrando mais fundo na boca. "Isso, vadia, engole tudo. Mostra pro seu corninho como se faz." Ela engasgou um pouco, mas continuou, babando no pau dele, os lábios esticados ao redor da grossura. Enquanto chupava, ela empinava a bunda para o marido, que se aproximou devagar, como se pedisse permissão. "Posso lamber, amor?", ele perguntou, voz trêmula. Ela tirou o pau da boca por um segundo: "Só se você lamber bem, pra me preparar pro pau de verdade." O marido se ajoelhou atrás dela, abrindo as nádegas e enfiando a língua na buceta dela, que já estava molhada e inchada. Ela gemeu alto, voltando a chupar o bull com mais voracidade. Do meu lado, eu já tinha baixado a cueca, meu pau duro como pedra na mão. Comecei a me masturbar devagar, espiando cada detalhe: os movimentos da língua do marido, lambendo do clitóris até o cuzinho, fazendo ela tremer; o bull fodendo a boca dela, os bolas batendo no queixo; os seios dela balançando, os mamilos duros roçando no lençol. Depois de uns minutos, o bull a puxou pelos cabelos e a jogou de costas na cama. "Agora é hora de foder de verdade", ele disse, posicionando-se entre as pernas dela. O pau dele era impressionante, veias saltadas, cabeça vermelha de tesão. Ele esfregou na entrada da buceta dela, que se contorcia implorando. "Me fode, por favor... mostra pro meu marido como se satisfaz uma mulher." O marido, agora de pé ao lado da cama, masturbava-se devagar, olhos fixos na cena. O bull entrou devagar no início, esticando ela centímetro por centímetro. Ela gritou de prazer, as unhas cravando nas costas dele. "Ah, caralho, que pau grosso... tá me rasgando!" Ele começou a bombar, forte e ritmado, as bolas batendo na bunda dela a cada estocada. O quarto cheirava a sexo, os sons de pele contra pele ecoando. O marido se aproximou mais, lambendo os seios dela enquanto o bull a fodia. "Isso, amor, goza no pau dele... goza pro seu macho alfa", ele incentivava, o pau dele pingando pré-gozo no chão. Ela gozou primeiro, o corpo convulsionando, gritando alto enquanto esguichava um pouco no pau do bull. Ele não parou, virando ela de quatro e enfiando de novo, agora mais rápido. "Agora o cuzinho, vadia? Quer que eu arrombe tudo?" Ela assentiu, ofegante. O marido ajudou, lambendo o cuzinho dela para lubrificar, enquanto o bull posicionava a cabeça. Ele entrou devagar, ela gemendo de dor e prazer misturados. "Devagar... ah, fode... tá me enchendo todo!" Logo, ele estava socando forte, o pau desaparecendo no cuzinho apertado dela, enquanto o marido se masturbava furiosamente, assistindo. Do meu buraco, eu não aguentava mais. Meu pau latejava, e eu gozei a primeira vez, jatos grossos de porra voando no chão do quarto, sujando a parede. Mas continuei espiando, a mão ainda trabalhando. O bull agora mandava o marido lamber as bolas dele enquanto fodia o cuzinho da mulher. "Isso, corninho, lambe bem... sente o gosto da sua esposa no meu pau." O marido obedeceu, língua passando pelas bolas suadas, gemendo como uma puta submissa. Eles mudaram de posição de novo: a mulher montou no bull, cavalgando o pau dele na buceta, enquanto o marido se posicionava atrás e enfiava no cuzinho dela – um DP clássico. Ela gritava, rebolando entre os dois, os paus a preenchendo completamente. "Ah, meus deuses... dois paus me fodendo... gozem em mim!" O bull gozou primeiro, enchendo a buceta dela de porra quente, grunhindo alto. O marido veio logo depois, jorrando no cuzinho, o corpo tremendo. Eu gozei a segunda vez vendo isso, mais jatos, meu pau sensível mas ainda duro. Eles continuaram um pouco, a mulher chupando os dois paus sujos de porra, lambendo tudo, enquanto os homens a elogiavam como uma deusa do sexo. Por fim, o bull mandou o marido limpar a buceta dela com a língua, comendo a porra que escorria. "Come tudo, corninho... isso é o que sobra pra você." Assistindo aquela humilhação final, eu me masturbei uma terceira vez, gozando forte, jatos voando longe, o corpo exausto. Meu quarto estava uma bagunça, mas eu não ligava. Apaguei o buraco com o quadro de volta no lugar, me joguei na cama e dormi como uma pedra, sonhando com a cena que tinha acabado de presenciar. Aquela noite no motel de terceira virou a melhor viagem de trabalho da minha vida.
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