O Corno, a Hotwife e o Frentista

Paramos no posto de gasolina, eu e Fernanda, para abastecer e seguir viagem. Fomos atendidos por um frentista de uns 35 anos, forte e bronzeado. Ele imediatamente atraiu a atenção de Fernanda, que me cutucou com o pé, indicando que queria aquele macho naquela noite. Eu, Marcos, como bom corno, imediatamente desci para "comprar refrigerante" e fui conversar com o rapaz que, me disse depois, se chamava Allan. Bom... lá íamos eu e minha hotwife para mais uma aventura a três. Eu e Fernanda trocamos aquele olhar cúmplice no carro. Ela mordeu o lábio inferior, os olhos brilhando de tesão puro, e eu já sabia: a noite ia ser quente pra caralho. Desci fingindo que ia pegar refrigerante na lojinha, mas na verdade fui direto no Allan, o frentista sarado. Conversa vai, conversa vem, mostrei uma foto dela no celular — aquela de biquíni que deixa qualquer macho louco — e falei baixo: “Minha mulher tá a fim de você, cara. Topa uma brincadeira a três hoje à noite? Sem frescura, só prazer.”
Allan sorriu com aquele ar de macho confiante, o corpo forte brilhando de suor do trabalho, e topou na hora. “Beleza, irmão. Sua mina é um tesão.”
Voltamos pro carro. Fernanda já estava com a saia um pouco mais subida, as coxas grossas e bronzeadas à mostra. Ela deu um beijo molhado em mim, sussurrando no meu ouvido: “Obrigada, amor. Vou me divertir pra caralho com ele, e depois você vai ter o que é só seu.” Meu pau já latejava só de imaginar.
Encontramos um motel discreto na saída da pequena cidade. Entramos no quarto e o clima esquentou rapidinho. Fernanda, que agora já estava ousada e não sentia vergonha, puxou Allan pela camisa, colando o corpo dela no dele. “Você é forte mesmo, hein! Quero sentir esse corpo todo.” Ele não perdeu tempo: agarrou a bunda dela com aquelas mãos grandes, apertando forte enquanto se beijavam com fome. Eu me sentei na poltrona ao lado da cama, pau na mão, só observando o show.
Ela ajoelhou na frente dele, abriu o zíper e puxou aquele pau grosso, veioso, já meio duro. “Nossa, que rola linda… bem maior que a do meu marido.” Fernanda lambeu da base até a cabeça, devagar, olhando pra mim com aquele sorriso safado. Depois enfiou na boca, chupando gostoso, babando tudo, fazendo barulho molhado que enchia o quarto. Allan gemeu, segurando o cabelo dela, empurrando devagar no fundo da garganta. “Caralho, que boca gulosa…”
Eu assistia tudo, o coração acelerado de tesão. Fernanda tirou a roupa devagar, mostrando aqueles peitos firmes, a buceta lisinha já brilhando de tesão. Deitou na cama de quatro, empinando a bunda pra ele. “Me fode, Allan. Quero sentir esse pau me arrombando. Quero ser sua cachorra esta noite.”
Ele meteu devagar no começo, abrindo a bucetinha dela centímetro por centímetro. Fernanda gemeu alto, rebolando contra ele: “Ai, que gostoso… mais fundo, vai!” Ele acelerou, metendo forte, as bolas batendo na buceta dela, o som de pele contra pele ecoando. Ela olhava pra mim o tempo todo, gemendo: “Olha como ele me fode bem, amor… tá gostando de ver sua hotwife sendo comida?”
Eu batia punheta devagar, curtindo cada segundo. Allan virou ela de lado, levantou uma perna e meteu de novo, fundo, batendo no fundinho da buceta. Fernanda gozou pela primeira vez gritando, o corpo tremendo, esguichando um pouco no lençol. Ele não parou: continuou socando, suado, os músculos dos braços e peito brilhando.
Depois de uns minutos, ele avisou que ia gozar. Fernanda pediu: “Dentro, me enche toda!” Allan grunhiu e jorrou uma porra grossa, quente, enchendo a buceta dela até transbordar. Gala branca escorrendo pelas coxas dela, pingando na cama. Que visão deliciosa…
Ele saiu de cima, ofegante. Fernanda virou pra mim com aquele olhar pidão: “Agora vem, amor. Vem pegar o que é só seu.”
Eu subi na cama, o pau duro pra caralho. Ela estava de bruços, a bunda empinada, o cuzinho piscando pra mim, limpo e apertado como sempre — exclusividade minha. Allan só assistia agora, sentado na poltrona, recuperando o fôlego. Eu cuspi na mão, passei no meu pau e no cuzinho dela, e fui entrando devagar. “Ahhh, que delícia… tão apertadinho, Fernanda.”
Ela gemeu de prazer: “Só você me fode aqui, Marcos… mete gostoso no meu cuzinho enquanto sinto a porra dele escorrendo da minha buceta.” Eu metia ritmado, sentindo o calor apertado dela, as paredes do cu apertando meu pau. Com uma mão eu massageava o clitóris dela, misturando a porra do Allan que ainda vazava. Ela rebolava contra mim, louca de tesão: “Mais forte, amor… me arromba esse rabo!”
Eu acelerei, metendo fundo, as bolas batendo na bunda dela. O quarto cheirava a sexo, suor e porra. Fernanda gozou de novo, o cu piscando forte no meu pau, me levando junto. Eu explodi dentro dela, enchendo aquele cuzinho exclusivo com minha gala quente, jatos longos e grossos.
Caímos os três na cama, ofegantes, rindo de satisfação. Fernanda me beijou apaixonada: “Amo fazer isso com você, meu corno gostoso. Sempre assim… prazer puro, sem humilhação, só nós dois no final.”
Allan se vestiu, deu um beijo na boca dela e apertou minha mão: “Valeu pela noite, galera. Foi foda.” Ele saiu, e eu e Fernanda ficamos abraçados, curtindo o after. Meu pau ainda latejava só de lembrar dela sendo comida, e eu sabia que em breve rolaria outra aventura igual.
Que viagem, hein? Fernanda já estava planejando a próxima parada na estrada…
Foto 1 do Conto erotico: O Corno, a Hotwife e o Frentista


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Comentários


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grisalhoalto72 Comentou em 17/03/2026

Nessa foto sou eu, comendo o cuzinho da minha amada esposa, depois que o Allan se foi. Essa entrada dos fundos é exclusiva para mim. 😉




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico grisalhoalto72

Nome do conto:
O Corno, a Hotwife e o Frentista

Codigo do conto:
257120

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
17/03/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
1