Eu desci sem calcinha mesmo, de calça verde claro colada, daquelas que marcam tudo. Acordei com a buceta inchada, sensível, pedindo atenção. Coloquei o fone e comecei o treino distraída, até sentir o olhar.
Dois homens.
Um mais velho, devia ter uns 50, cabelo grisalho, corpo definido de quem malha a vida inteira. O outro mais novo, ali nos 35, forte, com cara de quem aguenta o tranco. Os dois me observavam enquanto puxavam ferro, com aquele sorrisinho safado de quem sabe exatamente o que tá vendo.
E o que eles viam era minha buceta marcando a calça clara.
Fui pro agachamento. De frente pro espelho, de costas pra eles. Cada descida, cada subida, eu sentia meu grelo roçando no tecido. Quando olhei pelo reflexo, os dois tinham parado o treino. Só observando. O mais novo mordeu o lábio.
Subi pro stiff. Pernas abertas, tronco inclinado, a bunda empinada na direção deles. Eu sabia que minha calça devia estar transparente de tão molhada. O grisalho coçou o saco sem disfarçar, ajustando o volume que crescia na bermuda.
"Se continuar aqui vou acabar chamando os dois pra meter", pensei.
Fiquei com vergonha. Fugi pro cardio.
Burra.
Na esteira, o movimento ritmado acabou comigo. A cada passada, meu clitóris roçava, esfregava, arrepiava. Olhei pra baixo e vi a calça marcada, melada, meu corpo traindo qualquer disfarce. Levantei os olhos e os dois estavam lá, cada um num aparelho, mas os olhos fixos em mim. O mais novo acenou de leve. O grisalho nem disfarçou o sorriso.
Terminei o cardio ofegante por outros motivos. Subi pro apartamento com as pernas bambas.
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Quando a porta fechou, joguei a bolsa no chão e fui direto pro quarto. Tirei a calça encharcada, joguei longe. Deitei na cama ainda suada, com o cheiro de academia no corpo, e fechei os olhos.
Meus dedos encontraram o grelo inchado, latejando. Comecei devagar, mas a raiva do tesão acumulado não deixou.
Passei a judiar do clitóris com raiva, esfregando em círculos rápidos, enquanto na cabeça os dois entravam no quarto. Eu deitada, um pau na boca, o outro com os dedos enfiados em mim, os dois alternando, me usando, me preenchendo. O grisalho mandando, o novo metendo forte.
"Quero os dois", eu gemia sozinha. "Quero rola grossa socando fundo, quero veia batendo na minha língua, quero saco batendo na minha bunda."
Meus dedos deslizavam na buceta encharcada, entravam e saíam enquanto o polegar judiava do grelo. Eu tava tão meladinha que minha mão inteira brilhava. A respiração ficou curta, o corpo arqueou.
Foi aí que a fantasia mudou. Eu queria os dois gozando em mim juntos. Queria sentir o porra escorrendo pela minha cara, pelos meus peitos, pela minha buceta. Queria banho de leite, banho de homem, os dois me marcando ao mesmo tempo.
Nessa hora eu gozei pra caralho.
Gozei gemendo alto, sem vergonha, sem vizinho que pudesse ouvir. Meu corpo inteiro tremeu, meus dedos não paravam de esfregar, e eu me acabei naquele orgasmo violento, gostoso, libertador.
Quando voltei a mim, levei os dedos à boca. Chupei cada um devagar, de olho fechado, sentindo meu próprio gosto. Tava docinho, delicioso. Eu amo sentir meu gosto, sempre amei. É como se o corpo da gente tivesse um segredo e eu pudesse provar ele toda vez que quisesse.
O tesão foi tanto que eu dormi rapidinho, ali mesmo, nua, suada, satisfeita. Depois de um tempo acordei e fui tomar um banho bem cheiroso, passando sabonete devagar, lembrando de cada olhar trocado na academia.
Naquele dia eu caprichei na siririca.

Putinha safadinha...
Delícia, votado! Continue.
delicia